Primavera do Leste / MT - Domingo, 22 de Fevereiro de 2026

HOME / NOTÍCIAS

política

“Que eu saiba presidiário presta depoimento e não dá entrevista”, diz Bolsonaro sobre Lula



Brasília – O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira, 14, que “não dará satisfação” ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e criticou as declarações dados pelo petista colocando em dúvida o atentado que sofreu durante a campanha. “Eu teria grana e influência para armar algo desse tamanho?”, questionou o presidente durante café da manhã com jornalistas no Palácio do Planalto.

Segundo o presidente, a depender do lugar onde uma facada é dada “sangra pra dentro” e, por isso, não há imagens de sangue logo após o atentado em Juiz de Fora (MG). Bolsonaro disse ainda que, se dessem uma facada na barriga do Lula, “sairia cachaça com certeza”.

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, conversa com jornalistas após visita ao Comando da Aeronáutica,em Brasília

“Que eu saiba presidiário presta depoimento e não dá entrevista”, afirmou quando questionado sobre entrevista concedida pelo ex-presidente Lula aos jornalistas Juca Kfouri e ao José Trajano, da TVT.

“Devolvo a pergunta a Lula: quem matou Celso Daniel? Ou melhor: quem torturou Celso Daniel antes de matá-lo? Porque ele estava com hematomas”, disse, referindo-se ao assassinato do ex-prefeito de Santo André (SP) em 2002.

Presente ao encontro, o general Augusto Heleno, ministro do Gabinete de Segurança Institucional, pediu a palavra e chamou Lula de “canalha”.

“Isto é o cúmulo, ele ainda aventar a hipótese da facada ser mentira. E será que o câncer dele foi mentira? E o câncer da dona Dilma foi mentira? Alguém disse para ele isso aí, teve peito de dizer isso pra ele? Isso é uma canalhice típica desse sujeito”, disse Heleno.

Segundo o general, um presidente “desonesto” tinha que tomar uma prisão perpétua. “Não mereceu jamais ser presidente da República. Eu tenho vergonha de um sujeito desse ter sido presidente da República”, disse.

“O presidente comentou que eu o trato de ‘senhor’. Por que eu trato de ‘senhor’? Porque eu quero dar o exemplo de uma instituição que, na minha opinião, se não é a mais importante do País, está entre as três mais importantes. É o presidente de um Poder eleito pelo povo, que merece o respeito de toda a sociedade”, concluiu Heleno.

Exame 



COMENTÁRIOS

0 Comentários

Deixe o seu comentário!





*

HOME / NOTÍCIAS

geral

Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


Antenado News