Primavera do Leste / MT - Sábado, 17 de Janeiro de 2026

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Reunião para reivindicar local para pratica de som automotivo, manobras radicais é discutido



Confira prints de mensagens de ameaças e áudios

Vereador Josafa com uma das representantes dos jovens que usam Avenida Porto Alegre

Uma reunião marcada pelo vereador Josafá Barbosa(PP), foi solicitada para discutir um problema levantado pelo vereador Luis Costa(PR), ao gravar as noites na avenida Porto Alegre, no vídeo mostra jovens e adolescentes consumindo bebida alcoólica, narguilé e pratica de som automotivo acima do normal. O vídeo que gerou polemicas e ameaças ao vereador Luis Costa, em grupos criados para coordenar uma ação de protesto contra a fala do vereador em pedir fiscalização nas avenidas de nossas cidades. Entre os provocantes dos grupos WhatsApp e Facebook estão o ex-vereador Piru e seu filho Peruzinho. Todos os tipos de xingamentos e ameaças ao vereador foram feitas por membros dos grupos, chegando ao extremo de postar foto do filho do vereador, nos grupos.

Com o calor das discussões o vereador Josafa que é autor de uma indicação de um local para praticas do esporte manobras radicais, “moeção”, som automotivo e carros rebaixados, atendendo diversos grupos que praticam esta modalidade, o vereador Progressista realiza eventos com atrações para este público, a exemplo bailes com MC,s  oferecendo atrações para estes jovens que são organizados por associações, “bora de quebrinhas”, “Low Family”, Carros rebaixados entre outros.

A reunião contou presença dos vereadores Josafa Barbosa, (PP), Luis Costa (PR), Edna Machinic (PT) e Miley (PV), major PM Cleiton, Coordenador da CMTU Thiago Lima, representante do Poder Judiciário Widney Maycon, representantes do Conselho Tutelar Ariane e Keila, além da representante dos Direitos Humanos Rosangela e representante do grupo ativista de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros – LGBT, existente na cidade, a travesti Camila.

Major Cleiton em sua fala garante que todos os lugares é preciso ter regras e respeitar as leis, “bom seria se os jovens participassem da mesma forma na busca por educação, saúde, participassem das sessões aqui na Câmara outros dias, é preciso ter uma sintonia entre vereadores e todos os poderes para buscar uma solução”.

Widney representante do judiciário afirmou que o papel da vara da infância é proteger a criança e o adolescente, principalmente em situação de risco, “o adolescentes até os 17 anos é um menor, nada o impede dele está na Avenidas, porém acompanhado de um adulto e autorização dos pais, sem uso de bebidas alcoólicas, narguilé e nada que ofereça risco”.

O jovem Halax, representante do grupo “bora de quebrinhas”, em sua fala disse não retirar a razão do vereador Luis, “não vim aqui para critica-lo ou confronta-lo como alguns vieram, nós sabemos que existe os exageros na avenida e fica ruim para quem não faz estas manobras nas ruas, pois acabam generalizando”.

Luis Costa foi questionado várias vezes pela fala em tribuna cobrando fiscalização na avenida,  aos motoristas e motociclista que consomem bebida alcoólica e dirigi ou pilota moto, questionamentos como feito por Camila, sobre falta de lixeiras na área central, ou questionado pela representante dos direitos humanos pela forma que chamou quem consomem bebidas alcoólicas e dirigi.

Teve clima bastante quente, quando ex-vereador Piru, cobrou que o poder público deveria construir um local para eles realizarem as manobras, chegando a ser interrompido pelo vereador Luis momento que citava artigos da constituição federal.

Josafa em sua fala diz ser contra as manobras na cidade que para isso possuem um local já destinados na saída para Paranatinga, faltando apenas segurança para o local.

Luis afirma que lei, é lei em todo Brasil, que nunca será permitido beber e dirigir, empinar motocicleta nas ruas de nossa cidade, e relembra que Primavera do Leste possui um trânsito muito violento, “quantos mais inocentes terão que morrer para as autoridades fazerem alguma coisa? Todos os lugares que os praticantes do esporte manobra radicais estiverem praticando ou pessoal do som automotivo é preciso ter regras. Creio que é preciso fiscalização para ajudar o cidadão que não aguenta mais, odor de urina, garrafas quebradas em suas calçadas no dia após as noites de festa, todas as forças de segurança através do GGI- Gabinete Gestão Integrada, podem fiscalizar e coibir os exageros em nossa cidade”.

No grupo que foi criado com nome “repudio ao vereador” mensagens demostram uma ação dos direitos humanos contra a fala do vereador. Rosangela que esteve na reunião e  também é uma defensora dos jovens, disse ter conhecido a Câmera de Primavera pela as falas de Luis Costa, “conheci esta câmara através do senhor, pelas palavras de baixo-calão ditas contra os jovens”.

Uma comissão será formada para buscar com prefeito um local que ofereça segurança aos usuários, com médicos, Samu, Bombeiros, Policia Militar, Fiscais de Transito e de posturas do município.

Confira alguns prints de conversas nos grupos WhatsApp e áudios após a publicação do vídeo e falas na tribuna sobre o tema álcool e direção e som alto.

Confira alguns dos áudios, não recomendados para menores contem palavrões

Todos os áudios e prints serão encaminhados para Policia Civil, o jornal está a disposição para o outro lado.

 

 



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Punição da Sefaz: Secretário multa servidora em 50% da remuneração por não cumprir lei


O secretário de Fazenda (Sefaz-MT) Rogério Gallo multou em 50% da remuneração a servidora pública Gisele Barco de Matos, que respondia a um Processo Administrativo Disciplinar (PAD), desde de 2024.

A punição foi aplicada como medida alternativa da suspensão por 90 dias da servidora, como estabelece o Estatuto dos Servidores Públicos do Estado de Mato Grosso. A servidora está afastada da sua função há dois anos para tratar de interesse pessoa

A pena de suspensão não faria sentido de forma correta.

A punição foi aplicada como medida alternativa da suspensão por 90 dias da servidora, como estabelece o Estatuto dos Servidores Públicos do Estado de Mato Grosso. A servidora está afastada da sua função há dois anos para tratar de interesse pessoal A pena de suspensão não faria sentido de forma

 

A penalidade à servidora foi aplicada porque ela violou a dever do funcionário público, de ler conduta de moralidade administrativa, e pela proibição de realizar atividade incompatível com a função e horário de trabalho que exerce na secretaria

 

A Sefaz MT informou que o caso está em sigilo e não pode comentar mais detalhes sobre o processo disciplinar da servidora

 

Explique melhor “A penalidade à servidora foi aplicada porque ela violou o dever do funcionário público, de ter conduta de moralidade administrativa, e pela proibição de realizar atividade incompatível com a função e horário de trabalho que exerce na secretaria.”

 

Essa frase resume os fundamentos jurídicos e éticos que levaram à punição da servidora. No Direito Administrativo brasileiro, o servidor público não responde apenas pelo que faz “no papel”, mas também por como se comporta e como gere seu tempo.

Aqui está o desdobramento desses três pontos principais:

 

1. Violação do Dever de Moralidade Administrativa A moralidade administrativa vai além da legalidade (seguir a lei). Ela exige que o servidor atue com honestidade, decoro e boa-fé. O que significa na prática: Não basta que o ato seja legal; ele precisa ser ético. Se a conduta da servidora foi considerada “imoral” para a administração, entende-se que ela feriu a imagem da instituição ou agiu de forma a privilegiar interesses que não são os públicos.

 

2. Realização de Atividade Incompatível com a Função

Todo cargo público possui restrições para evitar conflitos de interesse. O conflito: Um servidor da Secretaria de Fazenda (Sefaz), que lida com impostos, fiscalização e dinheiro público, geralmente é proibido de exercer atividades privadas que possam gerar influência indevida ou onde ele possa usar informações privilegiadas.

 

Exemplo: Um fiscal de tributos não pode ser consultor de empresas que ele mesmo deveria fiscalizar.

3. Incompatibilidade com o Horário de Trabalho

 

Este é um ponto objetivo sobre a jornada de trabalho. Dedicação: O Estado paga pelo tempo do servidor. Se ficou comprovado que ela exercia outra atividade (seja comercial, advocatícia, etc.) durante o período em que deveria estar cumprindo sua carga horária na Sefaz, isso configura abandono de função ou má prestação de serviço.

 

Por que isso é grave?

Para a administração pública, quando um servidor une esses três fatores, ele quebra a relação de confiança com o Estado. A punição (que pode variar de advertência e suspensão até demissão) serve para reafirmar que o interesse público deve prevalecer sobre o interesse privado do funcionário.

 

No caso citado, a decisão do secretário Rogério Gallo sinaliza que a conduta de Gisele Barco de Matos ultrapassou os limites aceitáveis para alguém que ocupa um cargo na estrutura fazendária.

Fonte: Mídia News

 


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