Primavera do Leste / MT - Domingo, 22 de Fevereiro de 2026

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Sessão da Câmara de Vereadores de Primavera do Leste desta segunda promete ser movimentada



Dois pedidos de abertura de CP estão na pauta hoje

A Sessão ordinária da Câmara de Vereadores de Primavera do Leste desta segunda-feira, 13/02, promete ser `quente´ diante da pauta disponibilizada esta manhã aos parlamentares. Pelo menos dois pedidos de CP – Comissão Processante devem ser colocados em votação.

Um dos pedidos de investigação é contra o vereador Luís Carlos Magalhães Silva (Luizinho Magalhães). O vereador do PP é acusado de quebra de Decoro Parlamentar por ter, supostamente, agredido um servidor público da Câmara Municipal.

Luizinho Magalhães deve ser assistido juridicamente pelo advogado Claudemar Gomes, afastado do Serviço Público Municipal, acusado de irregularidades e favorecimento em troca de favores na aprovação de loteamentos habitacionais e outras atividades incompatíveis com a função, quando atuava na Câmara de Vereadores.

O outro pedido que deve ser apreciado em plenário pelos vereadores hoje à noite é contra o vereador Adriano Carvalho (Inspetor Adriano). O vereador do Podemos também é acusado de quebra de Decoro Parlamentar, por ter afirmado da tribuna da Câmara e em suas redes sociais, que o vereador Luizinho Magalhães é uma pessoa do mal que compõe o “trio satânico”, e que integra o “grupo das trevas”.

No engalfinhamento dos dois parlamentares, Adriano acusa Luizinho de ter desviado dinheiro público sem prestar serviço ao erário (prefeitura) e agressão a um servidor público. Luizinho por sua vez acusa Adriano de ter agredido verbalmente o chefe do Setor Jurídico da Câmara de Vereadores com palavras pejorativas e afirmações injuriosas e difamatórias, conforme consta da Ata Notarial e com expressão acusatória como “parasita”, “encostado na municipalidade” e “sanguessuga”.

Luizinho Magalhães deve ser assistido juridicamente pelo advogado Claudemar Gomes, afastado do Serviço Público Municipal, acusado de irregularidades incompatíveis com a função através de um processo que enfrentou na Câmara Municipal.

A briga na câmara entre Luizinho e Adriano, com certeza pode respingar no prefeito Léo Bortolin, que esteve reunido com seu grupo político na manhã desta segunda-feira segundo informações, e um dos assuntos é os processos na Câmara.

Coluna Com A Palavra / Luis Costa



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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