Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 23 de Abril de 2026

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A Palavra

Só Bolsonaro-17 dá conta de comandar este trem desgovernado que é o nosso amado e querido Brasil”, garante o empresário Leonir Slapak



Ao falar esta semana sobre o atual momento político do Brasil, com a campanha eleitoral na rua, o empresário Leonir Slapak, disse que está apoiando o Deputado Federal Jair Bolsonaro para presidente por entender que ele é a única esperança que resta aos brasileiros no momento.
“Apesar de falarem de ele não ser “expert” em economia, tem conhecimento administrativo, é ficha limpa, sem passagem pela polícia, digno e honesto. É de longe o melhor que temos”, garante.
Leonir explica que o povo brasileiro está cansado de falsas promessas e corrupção e deve responder nas urnas com a recusa dos candidatos fichas sujas.
“O trem descarrilou e na minha opinião, dos que se propuseram como candidatos somente Bolsonaro será capaz de fazer as mudanças que o País precisa.”
Slapak diz ainda que o maior culpado pelo atual momento de crise política que o Brasil travessa é o eleitor, que sempre votou mal.
“Se corrompe com uma cesta básica, uma receita médica, um botijão de gás. Temos que avaliar melhor nossos candidatos e votar em quem de fato é família, disciplina, hierarquia e quem tem vergonha na cara. Vejo tudo isso em Bolsonaro!”
Para Leonir, a vitória de Jair Messias Bolsonaro para presidente da República será o pontapé inicial para `passar o Brasil a limpo´. Leonir espera com Bolsonaro presidente um governo sério, técnico, sem apadrinhamento, honesto e sem corrupção.
Nelson Barbudo- 1700
Para deputado federal o empresário Leonir Slapak de Primavera do Leste, se identifica com o empresário rural do município de Alto Taquari, Nelson Ned Previdente, popularmente conhecido como “Nelson Barbudo”, polêmico e sem meias palavras ele é o mais popular cabo eleitoral de Jair Bolsonaro em Mato Grosso. Leonir acha Nelson Barbudo autêntico e sincero, por isso, vai votar e pedir voto para o candidato a Câmara dos Deputados.
Selma Arruda-170
Para o Senado Federal, Leonir Slapak diz que vai votar na juíza Selma Arruda, porque ele é uma mulher decidida, honesta e que já mandou muito bandido para a cadeia. “Trata se de uma mulher decente e confiável”, explica.
Em 2015, no comando da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, a juíza foi responsável por decisões que entraram para a história de Mato Grosso. Em diversas operações ela mandou prender vários políticos e ex políticos do estado de Mato Grosso. Começando assim a passar a limpo nossas políticas. Essas são algumas razões que voto e peço votos a eles.



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POLÍTICA TERRITORIAL: Deputado Nininho celebra sanção de lei que regulamenta desmembramento de municípios


Nova legislação cria critérios nacionais para desmembramento de áreas entre municípios e abre caminho para revisão de limites em Mato Grosso; plebiscito será nos dois municípios afetados

Entrou em vigor a Lei Complementar 230/2026, que estabelece regras nacionais para o desmembramento de parte de um município para incorporação a outro. Sancionada sem vetos pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicada no Diário Oficial da União, a norma foi acompanhada de perto pelo deputado estadual Ondanir Bortolini, Nininho (Republicanos), que articulou com a deputada federal Gisela Simona a agilização da tramitação da proposta no Congresso Nacional.

 

A nova legislação define que qualquer alteração territorial dependerá de iniciativa da Assembleia Legislativa, elaboração de estudo de viabilidade e aprovação por plebiscito envolvendo os eleitores dos municípios afetados. O texto também proíbe, de forma expressa, a criação de novos municípios a partir desses desmembramentos.

 

A lei estabelece um prazo de 15 anos para que os processos de desmembramento sejam realizados. Também determina a suspensão dessas iniciativas no período que antecede o Censo Demográfico de 2030, com retomada após a divulgação dos resultados oficiais.

 

Outro ponto central é a exigência de aprovação do pedido de plebiscito com antecedência mínima de 90 dias. Para 2026, excepcionalmente, o prazo foi reduzido para 60 dias, com o objetivo de viabilizar consultas ainda neste ano.

 

Além disso, a norma mantém a possibilidade de atualização de limites intermunicipais mesmo durante a tramitação dos processos de desmembramento, o que permite aos estados avançar em revisões administrativas sem interrupções.

IMPACTOS

A regulamentação era considerada necessária para dar segurança jurídica a disputas territoriais que, em muitos casos, se arrastam por anos. A indefinição de limites afeta diretamente a arrecadação municipal e a prestação de serviços públicos, especialmente em regiões produtivas.

 

Segundo Nininho, que é presidente da Comissão de Revisão Territorial de Municípios e Cidades da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), a nova lei corrige uma lacuna. “Esse projeto era indispensável para dar segurança jurídica a um trabalho que Mato Grosso já iniciou. Sem essa regulamentação, os processos ficavam travados ou sujeitos a disputas judiciais intermináveis”, afirma.

 

O deputado também destaca os reflexos práticos da medida. “Estamos tratando de áreas onde a população, muitas vezes, já tem vínculo com outro município, mas permanece em uma divisão administrativa que não reflete a realidade. Isso gera prejuízos concretos”, diz Nininho.

RESSALVAS

No entanto, apesar de reconhecer o avanço da legislação, Nininho faz ressalvas quanto ao modelo de consulta popular previsto no texto. A lei determina que o plebiscito envolva os eleitores dos dois municípios impactados, o que, na avaliação do parlamentar, pode distorcer o resultado.

 

Para o parlamentar, o ideal seria restringir a votação à população diretamente afetada. “O plebiscito deveria abranger apenas os moradores da área a ser desmembrada, que são os mais interessados no processo e que vivenciam essa realidade no dia a dia”, argumenta Nininho.

 

A lei também estabelece que mudanças nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios e de outras transferências só ocorrerão após o encerramento do exercício financeiro seguinte à definição dos novos limites territoriais.

 

“A nossa expectativa é de que a regulamentação destrave processos paralisados e permita uma reorganização mais precisa das divisas municipais, especialmente em estados como Mato Grosso, onde há histórico de conflitos territoriais e áreas com vínculos administrativos indefinidos”, completa o deputado Nininho.

Redação: Sérgio Ober

 

 

 


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