Primavera do Leste / MT - Sexta-Feira, 16 de Janeiro de 2026

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A Palavra

Só Bolsonaro-17 dá conta de comandar este trem desgovernado que é o nosso amado e querido Brasil”, garante o empresário Leonir Slapak



Ao falar esta semana sobre o atual momento político do Brasil, com a campanha eleitoral na rua, o empresário Leonir Slapak, disse que está apoiando o Deputado Federal Jair Bolsonaro para presidente por entender que ele é a única esperança que resta aos brasileiros no momento.
“Apesar de falarem de ele não ser “expert” em economia, tem conhecimento administrativo, é ficha limpa, sem passagem pela polícia, digno e honesto. É de longe o melhor que temos”, garante.
Leonir explica que o povo brasileiro está cansado de falsas promessas e corrupção e deve responder nas urnas com a recusa dos candidatos fichas sujas.
“O trem descarrilou e na minha opinião, dos que se propuseram como candidatos somente Bolsonaro será capaz de fazer as mudanças que o País precisa.”
Slapak diz ainda que o maior culpado pelo atual momento de crise política que o Brasil travessa é o eleitor, que sempre votou mal.
“Se corrompe com uma cesta básica, uma receita médica, um botijão de gás. Temos que avaliar melhor nossos candidatos e votar em quem de fato é família, disciplina, hierarquia e quem tem vergonha na cara. Vejo tudo isso em Bolsonaro!”
Para Leonir, a vitória de Jair Messias Bolsonaro para presidente da República será o pontapé inicial para `passar o Brasil a limpo´. Leonir espera com Bolsonaro presidente um governo sério, técnico, sem apadrinhamento, honesto e sem corrupção.
Nelson Barbudo- 1700
Para deputado federal o empresário Leonir Slapak de Primavera do Leste, se identifica com o empresário rural do município de Alto Taquari, Nelson Ned Previdente, popularmente conhecido como “Nelson Barbudo”, polêmico e sem meias palavras ele é o mais popular cabo eleitoral de Jair Bolsonaro em Mato Grosso. Leonir acha Nelson Barbudo autêntico e sincero, por isso, vai votar e pedir voto para o candidato a Câmara dos Deputados.
Selma Arruda-170
Para o Senado Federal, Leonir Slapak diz que vai votar na juíza Selma Arruda, porque ele é uma mulher decidida, honesta e que já mandou muito bandido para a cadeia. “Trata se de uma mulher decente e confiável”, explica.
Em 2015, no comando da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, a juíza foi responsável por decisões que entraram para a história de Mato Grosso. Em diversas operações ela mandou prender vários políticos e ex políticos do estado de Mato Grosso. Começando assim a passar a limpo nossas políticas. Essas são algumas razões que voto e peço votos a eles.



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Punição da Sefaz: Secretário multa servidora em 50% da remuneração por não cumprir lei


O secretário de Fazenda (Sefaz-MT) Rogério Gallo multou em 50% da remuneração a servidora pública Gisele Barco de Matos, que respondia a um Processo Administrativo Disciplinar (PAD), desde de 2024.

A punição foi aplicada como medida alternativa da suspensão por 90 dias da servidora, como estabelece o Estatuto dos Servidores Públicos do Estado de Mato Grosso. A servidora está afastada da sua função há dois anos para tratar de interesse pessoa

A pena de suspensão não faria sentido de forma correta.

A punição foi aplicada como medida alternativa da suspensão por 90 dias da servidora, como estabelece o Estatuto dos Servidores Públicos do Estado de Mato Grosso. A servidora está afastada da sua função há dois anos para tratar de interesse pessoal A pena de suspensão não faria sentido de forma

 

A penalidade à servidora foi aplicada porque ela violou a dever do funcionário público, de ler conduta de moralidade administrativa, e pela proibição de realizar atividade incompatível com a função e horário de trabalho que exerce na secretaria

 

A Sefaz MT informou que o caso está em sigilo e não pode comentar mais detalhes sobre o processo disciplinar da servidora

 

Explique melhor “A penalidade à servidora foi aplicada porque ela violou o dever do funcionário público, de ter conduta de moralidade administrativa, e pela proibição de realizar atividade incompatível com a função e horário de trabalho que exerce na secretaria.”

 

Essa frase resume os fundamentos jurídicos e éticos que levaram à punição da servidora. No Direito Administrativo brasileiro, o servidor público não responde apenas pelo que faz “no papel”, mas também por como se comporta e como gere seu tempo.

Aqui está o desdobramento desses três pontos principais:

 

1. Violação do Dever de Moralidade Administrativa A moralidade administrativa vai além da legalidade (seguir a lei). Ela exige que o servidor atue com honestidade, decoro e boa-fé. O que significa na prática: Não basta que o ato seja legal; ele precisa ser ético. Se a conduta da servidora foi considerada “imoral” para a administração, entende-se que ela feriu a imagem da instituição ou agiu de forma a privilegiar interesses que não são os públicos.

 

2. Realização de Atividade Incompatível com a Função

Todo cargo público possui restrições para evitar conflitos de interesse. O conflito: Um servidor da Secretaria de Fazenda (Sefaz), que lida com impostos, fiscalização e dinheiro público, geralmente é proibido de exercer atividades privadas que possam gerar influência indevida ou onde ele possa usar informações privilegiadas.

 

Exemplo: Um fiscal de tributos não pode ser consultor de empresas que ele mesmo deveria fiscalizar.

3. Incompatibilidade com o Horário de Trabalho

 

Este é um ponto objetivo sobre a jornada de trabalho. Dedicação: O Estado paga pelo tempo do servidor. Se ficou comprovado que ela exercia outra atividade (seja comercial, advocatícia, etc.) durante o período em que deveria estar cumprindo sua carga horária na Sefaz, isso configura abandono de função ou má prestação de serviço.

 

Por que isso é grave?

Para a administração pública, quando um servidor une esses três fatores, ele quebra a relação de confiança com o Estado. A punição (que pode variar de advertência e suspensão até demissão) serve para reafirmar que o interesse público deve prevalecer sobre o interesse privado do funcionário.

 

No caso citado, a decisão do secretário Rogério Gallo sinaliza que a conduta de Gisele Barco de Matos ultrapassou os limites aceitáveis para alguém que ocupa um cargo na estrutura fazendária.

Fonte: Mídia News

 


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