Primavera do Leste / MT - Sexta-Feira, 22 de Maio de 2026

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A Palavra

Só Bolsonaro-17 dá conta de comandar este trem desgovernado que é o nosso amado e querido Brasil”, garante o empresário Leonir Slapak



Ao falar esta semana sobre o atual momento político do Brasil, com a campanha eleitoral na rua, o empresário Leonir Slapak, disse que está apoiando o Deputado Federal Jair Bolsonaro para presidente por entender que ele é a única esperança que resta aos brasileiros no momento.
“Apesar de falarem de ele não ser “expert” em economia, tem conhecimento administrativo, é ficha limpa, sem passagem pela polícia, digno e honesto. É de longe o melhor que temos”, garante.
Leonir explica que o povo brasileiro está cansado de falsas promessas e corrupção e deve responder nas urnas com a recusa dos candidatos fichas sujas.
“O trem descarrilou e na minha opinião, dos que se propuseram como candidatos somente Bolsonaro será capaz de fazer as mudanças que o País precisa.”
Slapak diz ainda que o maior culpado pelo atual momento de crise política que o Brasil travessa é o eleitor, que sempre votou mal.
“Se corrompe com uma cesta básica, uma receita médica, um botijão de gás. Temos que avaliar melhor nossos candidatos e votar em quem de fato é família, disciplina, hierarquia e quem tem vergonha na cara. Vejo tudo isso em Bolsonaro!”
Para Leonir, a vitória de Jair Messias Bolsonaro para presidente da República será o pontapé inicial para `passar o Brasil a limpo´. Leonir espera com Bolsonaro presidente um governo sério, técnico, sem apadrinhamento, honesto e sem corrupção.
Nelson Barbudo- 1700
Para deputado federal o empresário Leonir Slapak de Primavera do Leste, se identifica com o empresário rural do município de Alto Taquari, Nelson Ned Previdente, popularmente conhecido como “Nelson Barbudo”, polêmico e sem meias palavras ele é o mais popular cabo eleitoral de Jair Bolsonaro em Mato Grosso. Leonir acha Nelson Barbudo autêntico e sincero, por isso, vai votar e pedir voto para o candidato a Câmara dos Deputados.
Selma Arruda-170
Para o Senado Federal, Leonir Slapak diz que vai votar na juíza Selma Arruda, porque ele é uma mulher decidida, honesta e que já mandou muito bandido para a cadeia. “Trata se de uma mulher decente e confiável”, explica.
Em 2015, no comando da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, a juíza foi responsável por decisões que entraram para a história de Mato Grosso. Em diversas operações ela mandou prender vários políticos e ex políticos do estado de Mato Grosso. Começando assim a passar a limpo nossas políticas. Essas são algumas razões que voto e peço votos a eles.



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Brasil - Polícia

Bilhetes com ordens do PCC mostram ligação de Deolane com facção


Investigação aponta relação com outras vertentes do crime organizado

Bilhetes que continham ordens internas dos integrantes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) apreendidos em 2019 em um presídio em Presidente Venceslau, no interior de São Paulo, levaram a polícia a abrir a investigação que culminou na Operação Vérnix, deflagrada nesta quinta-feira (21) pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e pela Polícia Civil.

Segundo as informações da Secretaria de Segurança Pública do estado de São Paulo (SSP-SP), os bilhetes não mencionavam o nome da influenciadora e advogada Deolane Bezerra, presa hoje na operação, mas foram o pontapé inicial para as investigações mostrarem que ela recebia valores provenientes de uma transportadora criada pelo PCC, com sede em Presidente Venceslau.

O dinheiro era repassado para outras contas para dificultar o rastreio. Duas dessas contas estão em nome de Deolane, que, segundo as investigações, fazia a lavagem do dinheiro.

Também foram alvo da operação Marco Herbas Camacho, o Marcola, chefe do PCC, que está preso na Penitenciária Federal de Brasília; Alejandro Camacho, irmão de Marcola, também preso em Brasília e notificado sobre a nova ordem de prisão; Paloma Sanches Herbas Camacho, sobrinha de Marcola e apontada como intermediária nos negócios da família, foragida na Espanha; e Leonardo Alexsander Ribeiro Herbas Camacho, sobrinho de Marcola e apontado como o destinatário do dinheiro lavado da família, que estaria na Bolívia.

Interpol

A Polícia Federal e o Ministério Público auxiliam nas buscas internacionais e os investigados entraram na Lista Vermelha da Interpol. Foram expedidos seis mandados de prisões preventivas, além do bloqueio de valores superiores a R$ 327 milhões e apreensão de 17 veículos de luxo e quatro imóveis.

De acordo com o Promotor de Justiça do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e membro do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), Lincoln Gakiya, as investigações terem chegado até Marcola e seu irmão Alejandro é importante porque mostram que, apesar de presos, ambos deixaram ordens pendentes e comunicações fora da cadeia.

Gokiya ressalta que as cartas encontradas na penitenciária em 2019 levaram as investigações até a transportadora.

“A empresa pertencia de fato à família Camacho, onde foi lavado esse dinheiro. O Marcola tem mais de 300 anos de pena para cumprir e ele certamente responderá a um novo processo, provavelmente sofrendo condenação nesse caso”, disse.

O promotor ressaltou que certamente haverá desdobramentos da Operação Vérnix, com o envolvimento de Deolane com outras pessoas e também com empresas ligadas a apostas – as bets.

“Nesse período de sete anos, mas principalmente de 2022 em diante, ela teve um aumento muito grande em seu faturamento. Inclusive sem correlação com o trabalho prestado. Então, isso vai gerar sonegação fiscal, vai gerar outras lavagens”, explicou.

Segundo o procurador-geral de Justiça de São Paulo, Paulo Sérgio de Oliveira e Costa, com a abertura dos sigilos bancário e fiscal, a investigação descobriu que Deolane mantém relacionamento com outras vertentes do crime organizado. As investigações revelaram que a influenciadora funciona como uma espécie de caixa do crime organizado.

Costa explica que, pelo poder econômico que a advogada adquiriu ao longo do tempo e influência, o crime organizado deposita esses valores nessa figura pública, e esse dinheiro acaba se misturando com o dinheiro de outras atividades.

“Quando é necessário, esses recursos retornam para o crime organizado. A prisão de uma influencer como essa, com mais de 20 milhões de seguidores, tem caráter pedagógico. Esperamos que cause um efeito de inibição”, afirmou o procurador.

Flávia Albuquerque – Repórter da Agência Brasil


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