Primavera do Leste / MT - Domingo, 22 de Fevereiro de 2026

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Trump elogia Bolsonaro na ONU: ‘Ótimo discurso’



O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elogiou Jair Bolsonaro por seu discurso na Assembleia-Geral das Nações Unidas nesta terça-feira, 24. “Ótimo discurso”, disse ao brasileiro em um breve encontro nos bastidores do evento da ONU.

Em um vídeo postado por Bolsonaro em sua página no Twitter, é possível ver os dois líderes se cumprimentando logo após o pronunciamento de Bolsonaro. Trump elogia o discurso do presidente brasileiro e afirma que o assistiu por detrás do palco, enquanto esperava pela sua vez de subir ao púlpito.

“Obrigado pela consideração”, respondeu Bolsonaro em sua postagem.

Havia expectativa de um jantar privado entre Bolsonaro e Trump na noite de segunda-feira 24, mas o encontro não aconteceu.

Brasil e Estados Unidos vem desenvolvendo uma aproximação desde a eleição de Bolsonaro. O brasileiro é comparado com frequência ao presidente americano e é chamado por parte da imprensa internacional de “Trump dos trópicos”.

Esta foi a terceira vez que os dois se encontraram, após uma primeira reunião em março na Casa Branca e um segundo encontro durante a reunião de cúpula do G20, em junho.

Em seus discursos na ONU, Trump e Bolsonaro abordaram temas semelhantes, com críticas ao socialismo e defesa da soberania.

“Apresento aos senhores um novo Brasil, que esteve à beira do socialismo”, declarou logo no início de seu discurso de 31 minutos o brasileiro, que também abriu frentes de ataques severos contra a atitude da França diante dos incêndios na Amazônia e até mesmo contra o cacique caiapó Raoni Metuktire.

Bolsonaro não chegou a mencionar o governo francês diretamente, mas referiu-se à nação presidida por Emmanuel Macron como “um país” que adotou uma postura colonialista, seguiu a “mídia sensacionalista” e ousou “sugerir a aplicação de sanções contra o Brasil” no episódio dos incêndios na Amazônia. O presidente brasileiro pediu respeito à soberania nacional e atribuiu a polêmica internacional em torno do desmatamento da Amazônia à “mídia sensacionalista”.

Já Trump reforçou sua posição anti-globalização e destacou a importância da soberania e do patriotismo. “O futuro não pertence aos globalistas. O futuro pertence aos patriotas”, disse.

O americano ainda usou o “pesadelo” vivido pela Venezuela para fazer críticas ao socialismo. Trump disse que seu país monitora de perto e vem prestando assistência à nação sul-americana que vive sob o regime de Nicolás Maduro.

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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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