Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 30 de Abril de 2026

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Vereador pede providências urgentes para o trânsito de Primavera do Leste



Da Redação

Avenida Porto Alegre após a noite

Ainda durante seu discurso, na sessão de segunda, 28, o legislador Luis Costa (PR), apontou um problema que precisa ser resolvido rapidamente: o trânsito. O vereador parabenizou os colegas Manuel Mazutti (PMDB) e Josafá Barbosa (PP), pelo requerimento solicitando uma audiência pública de trânsito.

“Na sexta-feira, aconteceu um acidente com vítima fatal, e infelizmente quando acontecem acidentes assim, a gente fala mais sobre isso. Nós precisamos urgentemente criar alternativas, e discutir melhorias em relação ao trânsito de Primavera do Leste, porque não podemos perder mais pessoas inocentes. Temos que punir sim, motoristas imprudentes. Se a Coordenadoria de Transporte e Trânsito de nosso Município (CMTU) tem pouco dinheiro, temos que então trabalhar com o pouco mesmo, mas precisamos trabalhar”. Pontua Luis Costa.

O legislador defende que uma alternativa rápida seria a repressão, no sentido punitivo.  “Temos então que trabalhar com a repressão para ver se melhora. Eu aqui defendo muito os trabalhadores da CMTU, que não medem esforços para desenvolver os trabalhos. Essa semana passada, um agente foi pedir para um motorista retirar o carro do meio da rua, e ele pegou a pistola e apontou para o agente e ficou ameaçando ainda. Eu considero isso uma barbárie, todos nós temos que cobrar precisamos nos unir com as forças policiais e mudar essa realidade”. Finaliza.

Como alternativa Luis Costa, menciona as blitz da lei seca nas principais avenidas da cidade, como por exemplo, a Porto Alegre. “Eu já recebi inúmeros pedidos da comunidade para melhorar a trafegabilidade da Porto Alegre. Também já fui no local a noite e observei que tem menores consumindo bebidas alcoólicas, sem contar o som alto. Temos que começar a multar e prender motoristas que burlam as leis. Só mesmo medidas punitivas que irão dar o resultado que estamos precisando”.

Assista o Discurso:



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Opinião - política

Diárias oficiais coincidem com evento político em Cuiabá e levantam questionamentos


Relatórios apontam viagens institucionais, mas datas coincidem com lançamento de campanha eleitoral; ausência em programa de saúde local também chama atenção

Viagens oficiais com destino a Cuiabá, justificadas como cumprimento de agenda institucional, têm levantado questionamentos após análise de documentos públicos. Relatórios assinados por assessores e servidores indicam participação em reuniões na Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), com retorno ao município no dia seguinte.

No entanto, as datas dessas viagens coincidem com o período do lançamento da campanha de Léo, realizado na capital. A sobreposição entre compromissos oficialmente descritos como institucionais e um evento político levanta dúvidas sobre a real natureza das agendas cumpridas.

Os documentos registram pagamentos de diárias, incluindo R$ 1.500,00 destinados a Gisely Fernanda Pereira da Silva e R$ 250,00 para Elnatan Oliveira Reis Medeiros, além de outros valores vinculados a deslocamentos com roteiro semelhante: ida à capital, participação em reunião e retorno no dia seguinte.

Relatórios assinados por Gustavo Saint Clair Ferreira Caldeira e Valmislei Alves dos Santos reforçam a justificativa de “cumprimento de agenda parlamentar”, enquanto registros adicionais indicam participação de Gisele Ferreira Ferraz em reuniões na AMM e no INCRA.

Do ponto de vista formal, a documentação apresenta todos os elementos exigidos: declarações de comparecimento, assinaturas e descrição das atividades realizadas.

Ainda assim, a coincidência com um evento político relevante levanta questionamentos sobre o uso de recursos públicos para deslocamentos que podem não ter caráter exclusivamente institucional.

Contraste com agenda local de saúde

Outro ponto que chama atenção é o contraste entre essas agendas na capital e a atuação local dos envolvidos.

Parte dos nomes associados às viagens aparece com frequência em críticas à situação da saúde pública em Primavera do Leste. No entanto, não há registro de presença de alguns desses críticos no lançamento do programa “Vira Saúde”, iniciativa voltada à melhoria do atendimento à população no próprio município.

A ausência em um evento diretamente ligado à saúde pública local reforça o debate sobre prioridades e coerência entre discurso e prática.

Transparência e resultado

Embora os documentos estejam formalmente corretos, especialistas em gestão pública destacam que a transparência não se limita à comprovação de deslocamentos e reuniões, mas também envolve a demonstração de resultados concretos dessas agendas.

Até o momento, não há detalhamento público sobre os impactos diretos dessas viagens para a população.

Diante disso, permanecem as perguntas:

Qual foi o retorno efetivo dessas agendas?
E qual o limite entre compromisso institucional e participação em atividades de natureza política?


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