Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 22 de Outubro de 2026

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Vereador pede providências urgentes para o trânsito de Primavera do Leste



Da Redação

Avenida Porto Alegre após a noite

Ainda durante seu discurso, na sessão de segunda, 28, o legislador Luis Costa (PR), apontou um problema que precisa ser resolvido rapidamente: o trânsito. O vereador parabenizou os colegas Manuel Mazutti (PMDB) e Josafá Barbosa (PP), pelo requerimento solicitando uma audiência pública de trânsito.

“Na sexta-feira, aconteceu um acidente com vítima fatal, e infelizmente quando acontecem acidentes assim, a gente fala mais sobre isso. Nós precisamos urgentemente criar alternativas, e discutir melhorias em relação ao trânsito de Primavera do Leste, porque não podemos perder mais pessoas inocentes. Temos que punir sim, motoristas imprudentes. Se a Coordenadoria de Transporte e Trânsito de nosso Município (CMTU) tem pouco dinheiro, temos que então trabalhar com o pouco mesmo, mas precisamos trabalhar”. Pontua Luis Costa.

O legislador defende que uma alternativa rápida seria a repressão, no sentido punitivo.  “Temos então que trabalhar com a repressão para ver se melhora. Eu aqui defendo muito os trabalhadores da CMTU, que não medem esforços para desenvolver os trabalhos. Essa semana passada, um agente foi pedir para um motorista retirar o carro do meio da rua, e ele pegou a pistola e apontou para o agente e ficou ameaçando ainda. Eu considero isso uma barbárie, todos nós temos que cobrar precisamos nos unir com as forças policiais e mudar essa realidade”. Finaliza.

Como alternativa Luis Costa, menciona as blitz da lei seca nas principais avenidas da cidade, como por exemplo, a Porto Alegre. “Eu já recebi inúmeros pedidos da comunidade para melhorar a trafegabilidade da Porto Alegre. Também já fui no local a noite e observei que tem menores consumindo bebidas alcoólicas, sem contar o som alto. Temos que começar a multar e prender motoristas que burlam as leis. Só mesmo medidas punitivas que irão dar o resultado que estamos precisando”.

Assista o Discurso:



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política

TSE estuda desativar canais políticos no WhatsApp 48h antes da eleição


Proposta foi escrita pelo vice-presidente da Corte, André Mendonça

TSE faz últimos preparativos para o primeiro turno nas Eleições 2018

Uma minuta de resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) prevê que canais de WhatsApp com teor político e mais de 200 mil seguidores sejam desativados nas 48 horas anteriores e 24 horas posteriores ao segundo turno da eleição, marcado para o próximo domingo (25). 

Caso aprovada pelo plenário do TSE, a medida entraria em vigor de imediato, conforme o texto da minuta obtida pela Agência Brasil.

A minuta com a proposta passou a circular entre os ministros do TSE após o tema ser debatido em reuniões informais realizadas na sexta-feira (16) e na terça-feira (20). O texto foi redigido pelo ministro André Mendonça, vice-presidente da Corte Eleitoral.

Em nota à imprensa, o gabinete de Mendonça informou não se tratar de uma iniciativa pessoal do ministro, mas que coube a ele a autoria da minuta por ser tradição que as normas eleitorais sejam redigidas pelo vice-presidente do TSE.

“O objetivo discutido é proteger a integridade do pleito nas horas que antecedem e sucedem a votação, quando não há tempo hábil para resposta ou correção de conteúdos ilícitos”, diz a nota do gabinete de Mendonça.

A nota acrescenta ainda que o texto foi redigido a partir de um consenso interno, e que “os critérios em análise são objetivos e impessoais e valem igualmente para todos os canais de natureza político-eleitoral de grande alcance, qualquer que seja o candidato, o partido ou a orientação política”.

Caso seja aprovada, a iniciativa deve atingir o canal “Exército do Lula”, que atingiu nesta quarta (21) a marca de 7 milhões de inscritos no aplicativo de mensagens WhatsApp. Também seria desativado o canal “Tropa do Flávio”, que possui 2 milhões de inscritos.

Proposta

O texto da minuta aplica aos canais de transmissão de natureza político-eleitoral com mais de 200 mil seguidores as mesmas restrições que já vigoram sobre o conteúdo impulsionado de campanha, aquele cujo alcance é potencializado mediante pagamento às plataformas.

O texto também considera haver “alcance desproporcional de canais com grande audiência na difusão de conteúdos ilícitos”.

Em outro trecho, a proposta diz ainda que “o período compreendido entre as 48 (quarenta e oito) horas antes e as 24 (vinte e quatro) horas depois da eleição concentra o maior risco de dano irreversível à formação livre da vontade do eleitorado, por não haver tempo hábil para resposta, esclarecimento ou tutela jurisdicional efetiva”.

Controvérsia

A proposta surge após uma disputa de liminares em torno do canal “Exército do Lula”. Na semana passada, o canal foi retirado do ar pelo ministro Kássio Nunes Marques, presidente do TSE, após pedido da campanha do presidenciável Flávio Bolsonaro, que alegou disseminação de desinformação.

Logo em seguida, porém, o corregedor-nacional da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, restabeleceu o canal. Ele afirmou não haver elementos que justificassem a medida e que Nunes Marques não poderia ter suspendido o canal por via administrativa, como fez, uma vez que o caso já tramitava pela via judicial em processo relatado pelo próprio corregedor.

Pouco depois, porém, Nunes Marques voltou a suspender o canal, alegando que mesmo sendo administrado por um apoiador, o deputado André Janones (Rede-MG), a ferramenta teria vínculo com a campanha oficial, e portanto deveria estar registrado no TSE como tal.

Por fim, o Exército do Lula acabou sendo liberado pelo presidente do TSE, após o registro ter sido feito pela campanha oficial.

Felipe Pontes – repórter da Agência Brasil


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