Primavera do Leste / MT - Sexta-Feira, 08 de Maio de 2026

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“NÃO É O BRASIL QUE QUEREMOS” JAYME REPUDIA VIOLÊNCIA E COBRA APURAÇÃO POR PARTE DE AUTORIDADES



CANDIDATO AO SENADOR PELA COLIGAÇÃO PRÁ MUDAR MATO GROSSO FRISOU QUE ESTE TIPO DE ATITUDE TORNA O PROCESSO ELEITORAL INSTÁVEL AOS OLHOS DO MUNDO

O candidato ao Senado da República, Jayme Veríssimo de Campos, condenou todo e qualquer tipo de violência, seja ela contra a pessoa que for e disparou que “este não é o país que queremos”, frisou o candidato repudiando o atentado sofrido pelo deputado federal e presidenciável Jair Bolsonaro (PSL).

Jayme Campos assinalou que o fato demonstra o quadro de instabilidade política vivenciada no Brasil e que isto tem consequências danosas para o país, pois perante os olhos do mundo.

“Quando alguns setores políticos colocam a disputa eleitoral acima de tudo, se passa a ter uma Nação descontrolada e os ânimos da população exaltados e isto não coaduna com o processo democrático vivenciado pela proximidade das eleições”, frisou Jayme Campos assinalando que não é o ato contra o presidenciável, mas sim contra todo e qualquer cidadão que vive momentos de angustia na atualidade.

NOTA DE REPÚDIO

O candidato ao Senado da República pela Coligação Prá Mudar Mato Grosso, Jayme Veríssimo de Campos (DEM), repudia toda e qualquer forma de violência, seja ela contra quem for.

“Não é admissível, neste momento importante que vivemos de plena democracia, um ato de violência. Mais do que repudiar este ato de violência, temos que ter consciência de que o Brasil que queremos não é este, é o da paz, da prosperidade e da esperança.

A família do presidenciável Jair Bolsonaro, nossa mais profunda indignação e a convicção de que Deus abençoará o caminho do mesmo. Para seus eleitores e simpatizantes, a certeza de que os responsáveis serão exemplarmente punidos pela Justiça.

 



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Elizeu diz que dinheiro apreendido tem comprovação e nega crime


O deputado estadual Elizeu Nascimento (Novo) se defendeu publicamente das acusações oriundas da Operação Emenda Oculta, Núcleo de Ações de Competência Originária (NACO), do Ministério Público Estadual (MPE), que o acusa de desviar recursos de emendas parlamentares por meio de convênios com institutos de fomento de cultura e esportes.

 

Segundo ele, o valor de R$ 150 mil em espécie apreendidos em sua casa seria de salário, verba indenizatória e aposentadoria da Polícia Militar. “Esse valor que foi recolhido por parte da investigação também está declarado na minha declaração de imposto de renda. Além de tudo isso, também foi recolhido extrato de comprovante de saque, valor da minha conta mesmo. Aí tem o salário, tem verba indenizatória que é sacada, que é movimentada e isso também foi anexado ao recolhimento”, disse.

 

O parlamentar afirma que tem costume em guardar dinheiro em espécie em sua casa, e que isso já foi declarado durante o período eleitoral em anos anteriores.

 

“Assim como em 2018 eu fui candidato a deputado estadual e que eu ainda morava no bairro Altos da Serra, na minha residência tinha 150 mil reais, principalmente ano eleitoral. Agora, no ano de 2022, candidato à minha reeleição, declarado cerca de 170, 180 mil reais também”, completou.

 

O deputado também defendeu a destinação de suas emendas parlamentares no valor de R$ 7,7 milhões nos últimos 3 anos, alegando que foi investimento na educação militar por meio de kits de uniforme de educação física para escolas militares.   “É uma entrega que impacta na vida do cidadão, principalmente dessas famílias, dessas mais de 25 escolas militares por todo o estado de Mato Grosso. Inclusive, na maioria delas, eu estive pessoalmente fazendo essas entregas”, defendeu.

 

Já em relação à declaração do Partido Novo, de que irá puni-lo, caso se comprovem as acusações, Elizeu afirmou que isso é normal com alguém que está sendo investigado, mas que a punição só deve ocorrer após o trânsito em julgado. ‘Eu estou tranquilo, não fizemos nada de errado. E agora estamos esperando ter acesso aos autos para fazer a defesa dentro do processo”, pontuou.

 

Operação  

 

A Operação Emenda Oculta foi deflagrada após a descoberta de um vídeo que registrou um suposto repasse de propina. Entre os alvos confirmados até o momento estão o deputado estadual Elizeu Nascimento (Novo) e do irmão dele, vereador por Cuiabá, Cezinha Nascimento (União).

 

Conforme apurado pelo site Gazeta , o material foi localizado em um celular apreendido durante a Operação Gorjeta e se tornou peça-chave para o avanço das investigações, que levaram aos nomes de Cezinha e Elizeu Nascimento.  Ainda segundo a apuração, investigadores identificaram que agentes políticos estariam direcionando emendas parlamentares para dois institutos: o Instituto Social Mato-Grossense (ISMAT) e o Instituto Brasil Central (IBRACE), com o objetivo de desviar os recursos destinados às entidades.

 

Para viabilizar o esquema, conforme a investigação, era utilizada a empresa Sem Limites Esporte e Evento LTDA, que recebia valores dos institutos e posteriormente repassava quantias aos parlamentares responsáveis pelas emendas.

 

A Operação Emenda Oculta é um desdobramento da Operação Gorjeta, deflagrada pela Polícia Civil de Mato Grosso em 27 de janeiro de 2026. Na ocasião, a investigação apontou um possível esquema de desvio de cerca de R$ 3 milhões em emendas parlamentares na Câmara Municipal e na Secretaria de Esportes de Cuiabá, resultando no afastamento de Chico 2000.

Fonte: Gazeta Digital


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