Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 23 de Julho de 2026

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Opinião - política

Cresce em nosso País atores políticos, com discursos fictícios



Opinião / Com A Palavra

MAIS DIÁLOGO E MENOS ESPETÁCULO

Há quase um ano surgiu em Primavera do Leste, o nome Ulysses Moraes. Um menino moleque, pertencente ao Movimento Brasil Livre (MBL), o que soa bem engraçado, porque o Movimento é para nos livrar de pessoas como Ulysses, demagogo e coisas e tal, mas enfim, ele é um dos que articula o movimento em Mato Grosso. No seu discurso gritado, com palavras de ódio e ordem, deixando a impressão de que sabe o que fala e faz, sem nem sequer ouve seus acusados, quero dizer os políticos com quem pega no pé.

Só a título de informação o Movimento Brasil Livre (MBL) foi considerado um dos maiores movimentos do Brasil que espalhou fake news (notícias falsas) pelas redes sociais. Segundo a empresa Facebook (a maior rede social no Brasil) que vem combatendo as notícias falsas, principalmente nesta campanha eleitoral, retirou do MBL 196 páginas e 87 contas do ar. Só por constatar este fato, sabemos que não podemos confiar em um movimento que espalha a desordem.

Que a situação em nosso País em relação ao andamento da coisa pública, dos nossos representantes, não anda bem, isso é fato! Estamos em uma crise política. Mas tenhamos fé e principalmente conhecimento, para mudar essa realidade votando em pessoas que trabalham e possam representar nosso País, afinal temos 30 anos de democracia, mais ou menos, e estamos apreendendo.

Porém quando os publicitários dizem que é na crise que mudamos que criamos, pois bem, para alguns políticos demagogos a crise é política então a onda é falar de corrupção e passar por cima até de leis para tentar fazer o próprio nome e assim ganhar uns votos.

No município de Primavera do Leste, o trabalho árduo de Ulysses foi atacar os vereadores. Ele em nenhum momento veio até a Casa de Leis para saber o que fazem? Para aonde vai o duodécimo? Quais os projetos de relevância foram aprovados para a cidade? Quais as ações que a Câmara desenvolve para os cidadãos? Então, ele não veio até a Casa de Leis dialogar e conhecer, ele preferiu atacar.

Como sabemos os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, tem por lei, o direito de receber a Verba Indenizatória, que é um valor proporcional ao município e o cargo que ocupa, para cobrir os gastos com os trabalhos externos, como por exemplo, atendimento ao cidadão, verificação de situações para indicações e projetos de lei, telefone, combustível, viagens, entre outros. Ressaltando que a Verba Indenizatória, é uma forma de restituir o político, pois ele precisa trabalhar dia e noite, já que a demanda da coisa pública não funciona apenas em horário comercial.

Agora você leitor deve estar se perguntando, mas como o político, ou seja, o representante de algum poder irá apresentar que está utilizando o dinheiro para o trabalho público? Agora chegamos ao ponto. Em cada órgão existe uma lei que regulamenta o critério de prestação de contas. Em Primavera do Leste, os vereadores fazem mensalmente um relatório de justificativa de VI, em que detalha O que? Quando? Onde? Como? Porque? Fizeram tal ação. Este relatório é protocolado todos os meses e fica a disposição de cada cidadão, sem contar que é atualizado também no portal da transparência que fica no site da Câmara Municipal.

Então porque Ulysses diz que não existe na Casa de Leis de Primavera do Leste um relatório em que justifica o valor recebido? Ele diz por que antes de julgar e atacar, ele não veio ter conhecimento da coisa pública. A verificação dos fatos, a checagem da informação é o primeiro passo Ulisses para você atuar como representante do povo, não pode sair falando o que não sabe, até porque as pessoas estão cansadas de políticos mentirosos.

Neste contexto o vereador Luis Costa (PR), foi convidado para debater em uma TV Local sobre a VI. Mas como sabemos que a política prega peça, ao chegar a emissora o vereador se deparou com uma sabatina, em que vários ex-políticos, pessoas contrárias a política atual, estavam lá para sabatinar Luis Costa. Essa armação ainda contou com a presença de Ulysses Moraes que afirmou que luta pelo fim da corrupção e não seria candidato.

Veja o link

Que irônico, porque depois três meses, adivinha quem estava nas redes sociais pedindo votos?
Essas situações de escândalos, de picuinhas, de intrigas, muitas vezes são provocadas por aqueles que não concordam com a política séria e correta. Em Primavera sempre foi dois grupos políticos, e quando um perde, ai começa os ataques, e sempre desta mesma forma. Nesta perspectiva, um grupo de ex-políticos, com ex-servidores da Casa de Leis, e outras pessoas que são envolvidas na política, se uniram para atacar a Câmara Municipal. Foi este grupo que protocolou o pedido de cancelamento da VI, sem nem menos saber quais os trabalhos e atuação dos vereadores. Fizeram discursos sem fundamento e conseguiram congelar a VI. Enfim, mais uma informação importante, não foi Ulisses que cancelou a VI em Primavera, ele apenas aproveitou a situação para fazer politicagem.

Ulysses Moraes utiliza todos os recursos de difamação, de fake news para conquistar seu eleitorado. Ele é bem bravo na hora de falar, mas não tem conduta correta para agir. Que precisamos mudar o sistema político, já sabemos, mas precisamos explicar para o povo que só haverá mudança com a participação popular na construção e fiscalização de toda coisa pública. Existem muitos Ulysses por aí, que aproveitam uma onde de raiva, de ódio, para se promover por meio de algumas brechas da lei que o nosso povo leigo não entende.

Quer mudar a política de sua cidade? Estado e País? Participe da gestão pública. Em Primavera do Leste as sessões ordinárias são realizadas todas as segundas às 18h, na Casa de Leis que fica no Bairro Primavera 2. De segunda a sexta a Câmara está aberta das 7h às 13h para receber os cidadãos para visitar, para conversar com os vereadores, para saber mais sobre projetos de lei, para fazerem indicações. Seja um cidadão ativo e defenda seus direitos.
O vereador Luis Costa tem uma atuação parlamentar bem agitada. Ele atende os cidadãos na Câmara, participa das agendas oficiais da prefeitura, também acompanha processo de licitação, visita muitos cidadãos para discutir reivindicações. Luis Costa foi um dos primeiros vereadores em Primavera do Leste a utilizar de maneira diária as redes sociais. Hoje tem três páginas no facebook, e foi a partir das redes sociais que aumentou a interação entre parlamentar e vereador. Seja qual for à ferramenta, esteja sempre conectado com a política, pois é assim que garantimos nossos direitos.

Por isso quero dizer que só iremos chegar lá com pessoas que nos representam de forma descente, quando soubermos quais são os poderes de nossa sociedade? Qual a função de cada um? Quem de fato está na rua trabalhando? Como funciona um processo de licitação? Quantos são destinados para a saúde pública e qual a prioridade? Porque devo participar de conselhos dentro de meu município? E por ai vai…e desta forma estaremos munidos de conhecimento para eleger quem trabalha por nós.

Para encerrar, gostaria de perguntar ao novo Deputado Estadual, Ulysses Moraes, o que vai fazer realmente com a Verba Indenizatória de R$ 65 mil reais que irá receber a partir de janeiro? Será que vai propor a extinção? E se não extinguir, vai aceitar receber? Vai doar? Vai abrir mão de outras mordomias da Assembléia Legislativa, como carro, combustível, um monte de funcionários, cargos de confiança? E agora, José?



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Medeiros veta MDB e PL descarta aliança com Janaina Riva para o Senado em MT


O presidente estadual do PL em Mato Grosso, Ananias Filho, confirmou nesta quarta-feira (22), durante a abertura da convenção estadual da sigla, que uma eventual composição com o MDB para a disputa ao Senado está descartada. Segundo ele, o veto parte do deputado federal José Medeiros (PL), homologado pelo partido como candidato ao Senado ao lado de Wellington Fagundes (PL), que concorre ao governo do Estado.

 

Ao ser questionado sobre a possibilidade de uma aliança que incluísse a deputada estadual Janaina Riva (MDB) na chapa majoritária, Ananias afirmou que a resistência de Medeiros será levada em consideração nas negociações do partido. “O Medeiros tem restrição a um partido, ao MDB. Ele tem essa restrição. E eu não posso discordar dele, porque o sentimento de candidato eu tenho que levar em consideração”, pontuou.

 

A declaração praticamente encerra as especulações sobre uma composição entre PL e MDB para uma das duas vagas ao Senado, possibilidade discutida nos bastidores desde o início da pré-campanha em razão da relação familiar entre Janaina e o senador Wellington Fagundes.

 

Ananias afirmou ainda que o partido sequer definiu se indicará apoio formal a um segundo candidato ao Senado. Segundo ele, a tendência é que o PL concentre esforços apenas na eleição de seus dois candidatos. “Nós decidimos, até agora, nesse momento, que nós não teremos o segundo voto”, disse. “Se for melhor para vencer a eleição não termos o segundo, nós não vamos ter o segundo”, completou.

 

A posição oficializa um impasse que vinha sendo construído há meses dentro do PL. Desde março, José Medeiros passou a se posicionar publicamente contra qualquer entendimento com o MDB, afirmando que não aceitaria dividir a chapa com Janaina Riva por considerar que a aliança seria incompatível com o eleitorado conservador e poderia comprometer a identidade política defendida pelo partido.

 

Na ocasião, Medeiros afirmou que uma composição com a deputada significaria “enganar o campo conservador” e classificou a eventual aliança como uma construção destinada a atender “uma questão familiar”, em referência ao fato de Janaina ser nora de Wellington Fagundes.

 

A resistência de Medeiros provocou um dos principais focos de tensão da pré-campanha liberal. Enquanto setores do partido enxergavam na força eleitoral de Janaina uma possibilidade de ampliar o palanque de Wellington Fagundes, a ala mais ligada ao ex-presidente Jair Bolsonaro defendia que o PL preservasse uma chapa exclusivamente identificada com o bolsonarismo.

 

O próprio Wellington evitou alimentar o debate e afirmou reiteradas vezes que qualquer negociação dependeria da direção nacional da legenda. Nos últimos meses, dirigentes nacionais e estaduais também reconheceram que a popularidade de Janaina Riva alterava o cenário da disputa ao Senado.

 

O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, chegou a classificar o desempenho da deputada como um “problemaço” para os planos da legenda de eleger seus candidatos ao Senado, embora mantivesse Wellington Fagundes como nome definido para disputar o Palácio Paiaguás.

 

Com a declaração de Ananias na convenção estadual, a direção do PL sinaliza que a posição de José Medeiros prevaleceu nas discussões internas. Assim, ao menos neste momento, o MDB fica fora das negociações para integrar a chapa majoritária encabeçada por Wellington Fagundes, reforçando a estratégia do partido de buscar uma composição alinhada exclusivamente ao seu campo político.

 


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política

Ananias critica restrições do STF a Bolsonaro e ataca Lula


Durante a convenção partidária do PL realizada nesta quarta-feira (22), em Cuiabá, o presidente estadual da sigla, Ananias Filho, afirmou que o partido vem sendo atacado pelo Judiciário ao proibirem a comunicação de Jair Bolsonaro por meio de cartas. Ele ainda direcionou críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), afirmando que ele não tinha tal restrição porque “não sabe escrever”.

A fala acontece após ser questionado sobre a vinda da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) a Mato Grosso para apoiar a candidatura de Wellington Fagundes (PL). Na ocasião, Ananias declarou que as recentes decisões que proíbem o ex-presidente Jair Bolsonaro de escrever ao público em prisão domiciliar são uma forma de interferência nas eleições e configuram um cerceamento desproporcional. A medida de não usar rede social diretamente ou por meio de terceiros é uma das cláusulas de sua condenação por tentativa de golpe de Estado.

“Agora, nós sofremos um ataque direto. Interferência na eleição nacional, nas eleições estaduais. De pessoas do círculo do Judiciário. Isso é latente. Nada do PL pode. Quando enclausura o presidente da República, que não pode escrever nem carta. Carta que estava em desuso, ele começou a colocar em uso a carta, agora não deixa nem um correio, nem um interruptor [interceptor] ir lá pegar uma carta dele para ser divulgada”, declarou Ananias.

Ao traçar um paralelo com o período em que Lula esteve detido em Curitiba (PR), o presidente do PL questionou a disparidade no tratamento conferido pela Justiça aos dois líderes políticos. No entanto, a crítica escalou para um ataque pessoal sobre a escolaridade do presidente.

“Gente, o outro falava na cela. Então, em 2022, o PL foi com ação repetitiva da entrevista. Não teve entrevista. Não, mas escreveu carta, mas não pediu para ele não escrever. Ou porque ele não sabe escrever. Às vezes a diferença é essa. O outro não dava conta de escrever carta porque não tem condições de alfabetização, e o outro escreve carta e não pode escrever carta. Eu acho que é isso”, completou em provocação.

Apesar da alfinetada, a declaração de Ananias Filho contraria a realidade. Uma vez que o presidente é alfabetizado, tendo concluído o curso técnico de torneiro mecânico no Senai ainda na juventude, produziu diversos textos, bilhetes e cartas públicas ao longo de sua trajetória política e durante o período em que esteve preso.

Lula teve suas condenações anuladas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) devido à parcialidade do ex-juiz Sergio Moro (PL) e à incompetência do foro de Curitiba, reabilitando seus direitos políticos.

GD


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