Primavera do Leste / MT - Domingo, 31 de Agosto de 2025

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A Palavra - Opinião

Com A Palavra: Fake News primaverense parte 2



Como a escolha de uma mesa diretora leva pessoas ao ridículo e ataques orquestrados na tentativa de influenciar na escolha

 

Há a política e suas maldades, a política de Primavera do Leste e seus possíveis candidatos para 2020, tentam a todo custo potencializar suas possíveis candidaturas com ataques orquestrados aos vereadores, insinuando a todo tempo que os mesmo atuam fora da lei que rege todos agentes públicos.

Durante este ano teve ataque com abóboras https://antenadonews.com.br/aboboras-lorotas-e-politicagem/   indo à fake news e chegando ao absurdo de ataque a familiares.

Na escolha da mesa diretora para biênio 2019/2020 a pressão feita por grupos políticos tentaram de todas as formas mandarem no voto de alguns vereadores, tentando fazer a mesa com interesses sei lá qual. Mais foi tenso falo por fazer parte do processo de escolha, pois a briga para mesa ficar de acordo com interesses de algumas pessoas foi pesada.

Pessoas que chamam o atual prefeito de “patrão” tentaram com todo tipo de insinuação deixar a mesa de forma amiga do prefeito, fato não aceito pelos vereadores que prepararam uma chapa com a participação da maioria dos vereadores sem deixar a interferência externa na escolha dos membros ou o presidente. Ligações telefônicas na hora da votação de um mecânico da cidade que destila ataques inverídicos contra os vereadores que se opõem algumas decisões do executivo comprovam o interesse na escolha do presidente. Veja vídeo onde o  Cidadão simula pagamento de propina para vereadores. (Camaro responderá ação proposta por cada vereador citado por ele)

Ligações provam o interesse em manipular os votos para o candidato de preferência do grupo no qual Camaro faz parte. Ouça áudios

 

Na politicagem é comum pessoas manterem seus seguidores para espalharem mentiras contra o político que vai contra interesses de grupo.

Exemplo, possivelmente o cidadão Camaro recebe informações de pessoas com conhecimentos, tipo advogados, ex-políticos do município e empresários com interesses na gestão, deixo claro que é só um exemplo, porém vale ressaltar que todo ataque sofrido a instituição Câmara de Primavera do Leste, desde a investigação contra o ex-vereador Josafá Martins, é fora do comum, toda retaliação sofrida por não fazerem a vontade de pessoas com interesses na gestão é visível.

Primavera do Leste tem uma arrecadação de milhões de reais por ano, papel do vereador é fiscalizar os gastos e aprovar as contas dos gastos do prefeito, com isso desperta os prós e os contras. Contra 15 vereadores existem uma fila enorme de quem perdeu eleição e partes destes inconformados, e parte destes  com dor de cotovelo, são levados por alguns “intelectuais” articuladores da política primaverense a destilar o ódio com mentiras e ataques covardes.

A política nacional e estadual deu certo para alguns aproveitadores da ingenuidade de parte do povo e conseguiram se eleger, mentindo, difamando, usando recursos para patrocinar vídeos mentindo contra políticos, mas isso é contra todos, e quando chegam   ao poder provam o contrario, a política das falácias sem proposta de verdade para ajudar de fato o povo, alguns dos integrantes das gangues virtuais nem sabe qual a função de um parlamentar.

Um dos principais soldados da gangue virtual ou fake news primaverense tem sido o senhor Camaro, ele já responde diversas ações por difamação, calunia ameaça, contra minha pessoa os ataques que mais senti foi contra meu filho que foi ameaçado de ser abordado por ele na porta da escola onde estuda e o ataque ao meu pai, Sr. Alberto aposentado com um salário no cargo de vigia, e para complementar a renda e usando um dom passado pelo meus avós, meu pai busca no cerrado ervas e vende remédios naturais na feira livre e no bairro São José,  teve em um dos ataques para atingir o vereador Luis Costa  a denominação de “João de Deus” do São José, bairro no qual mora. Camaro responderá mais esta acusação na justiça.

Na luta da política do bem contra a politicagem maldosa, cada dia fica mais difícil em Primavera do Leste, alguns insistem que esta cidade tem dono, ou acham que vivemos no coronelismo onde partes dos eleitos democraticamente não servem, tudo e qualquer ação é reprovada por maldosos de plantão.

Que a mesa diretora eleita na qual eu faço parte continuamos com nosso trabalho em prol do nosso povo sem brigas políticas, mas sim com ética e responsabilidade. E quem perdeu? É vida que segue, pois faz parte da vida, não podemos perder a essência de ser humanos criados por Deus para uma missão determinada que seja fazer o melhor pela população.

Com A Palavra / Luis Costa



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Brasil

Megaoperação identificou crime organizado na ‘economia real e no mercado financeiro’


Investigações identificaram pelo menos 40 fundos de investimento controlados por organizações criminosas, com patrimônio de R$ 30 bi

megaoperação deflagrada pela Receita Federal nesta quinta-feira (28) no âmbito de investigações sobre um esquema criminoso no setor de combustíveis foi a maior já realizada contra o crime organizado no Brasil. Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em cerca de 350 alvos em oito estados diferentes (São Paulo, Espírito Santo, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Rio de Janeiro e Santa Catarina).

Andrea Costa Chaves, subsecretária de fiscalização da Receita Federal, afirma que as investigações identificaram a invasão do crime organizado “na economia real e no mercado financeiro”. “A estrutura na operação nessa operação envolveu toda a cadeia na parte da economia real: importação, produção, distribuição, comercialização até o consumidor final”, explica.

Já na parte financeira, a atuação do crime organizado aconteceu na ocultação e na blindagem do patrimônio. As investigações identificaram pelo menos 40 fundos de investimento, sendo eles fundos imobiliários e de multimercado, que eram controlados por organizações criminosas. O patrimônio desses fundos era de R$ 30 bilhões.

Segundo o órgão, com esses recursos o grupo adquiriu um terminal portuário, quatro usinas produtoras de álcool (além de outras duas em parceria ou em processo de compra) e 1.600 caminhões para transporte de combustíveis.

A organização também comprou mais de 100 imóveis, entre eles seis fazendas no interior de São Paulo, avaliadas em R$ 31 milhões, e uma residência em Trancoso (BA), adquirida por R$ 13 milhões.

Fintechs e a ‘blindagem do esquema’

O dinheiro de origem ilícita era reinvestido em negócios, propriedades e outros investimentos por meio desses fundos de investimentos que recebiam recursos da fintech, dificultando sua rastreabilidade e dando a ele uma aparência de legalidade.

Perguntas e Respostas

Qual foi a operação realizada pela Receita Federal?

A Receita Federal deflagrou uma megaoperação no dia 28, que foi a maior já realizada contra o crime organizado no Brasil, focando em um esquema criminoso no setor de combustíveis. Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em cerca de 350 alvos em oito estados: São Paulo, Espírito Santo, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Rio de Janeiro e Santa Catarina.

O que foi identificado nas investigações?

As investigações identificaram a invasão do crime organizado na economia real e no mercado financeiro. A subsecretária de fiscalização da Receita Federal, Andrea Costa Chaves, explicou que a operação envolveu toda a cadeia da economia real, incluindo importação, produção, distribuição e comercialização até o consumidor final.

Como o crime organizado atuou no mercado financeiro?

No mercado financeiro, o crime organizado atuou na ocultação e blindagem do patrimônio. Foram identificados pelo menos 40 fundos de investimento, incluindo fundos imobiliários e de multimercado, controlados por organizações criminosas, com um patrimônio total de R$ 30 bilhões.

Quais foram os investimentos feitos com os recursos ilícitos?

Com os recursos obtidos, o grupo adquiriu um terminal portuário, quatro usinas produtoras de álcool (além de outras duas em parceria ou em processo de compra) e 1.600 caminhões para transporte de combustíveis. Também foram comprados mais de 100 imóveis, incluindo seis fazendas no interior de São Paulo, avaliadas em R$ 31 milhões, e uma residência em Trancoso (BA), adquirida por R$ 13 milhões.

Como o dinheiro ilícito era reinvestido?

O dinheiro de origem ilícita era reinvestido em negócios, propriedades e outros investimentos por meio dos fundos de investimento, que recebiam recursos de uma fintech. Isso dificultava a rastreabilidade do dinheiro e conferia uma aparência de legalidade às operações.

R7


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Polícia - Região

PMs serão interrogados por suposto confronto forjado para ‘sumir’ com arma que matou advogado


Por determinação do juiz Moacir Rogério Tortato, os policiais militares Jorge Rodrigo Martins, Leandro Cardoso, Wailson Alesandro Medeiros Ramos e Wekcerlley Benevides de Oliveira serão interrogados, na próxima segunda-feira (1º), às 14h, na sala de audiência da Justiça Militar, no Fórum de Cuiabá. O grupo é acusado de forjar confronto para “plantar” no local arma usada para matar o advogado Renato Nery.

 

Conforme apurou o GD, além dos militares, também devem ser ouvidas testemunhas e servidores da Polícia Civil. Os 4 PMs respondem a processo por organização criminosa, abuso de autoridade e porte ilegal de arma de fogo de uso restrito em meio ao caso de um confronto após assalto em que um veículo gol de cor branca foi levado e houve troca de tiros com os suspeitos, resultando na morte de Walteir Lima Cabral e outros dois suspeitos ficaram feridos.

 

O confronto ocorreu em 12 de julho de 2024. A arma supostamente encontrada em posse de um dos criminosos, no local do crime, foi utilizada no assassinato do advogado Renato Gomes Nery, morto em 5 de julho do mesmo ano. Laudo pericial balístico demonstrou que a pistola Glock modelo G17, calibre 9mm foi a mesma utilizada para executar o jurista.

 

Conforme noticiou o GD, o caso ficou conhecido como “Grupo do Gol Branco”, em alusão a grupo de WhatsApp em que os 4 discutiam combinação de versões, preocupação com divergências de depoimentos e indícios de obstrução da justiça, algo revelado após perícia em celulares. Segundo o Ministério Público, os elementos reunidos demonstram que não houve confronto real, mas sim uma “execução deliberada seguida de inovação artificiosa da cena do crime”.

 

No dia 12 deste mês o Conselho Permanente de Justiça, da 11ª Vara Criminal Especializada de Justiça Militar de Cuiabá, por maioria, votou pela revogação parcial das cautelares impostas aos policiais, permitindo que os réus retornem ao serviço militar com porte de arma, além da retirada da tornozeleira eletrônica. Contudo, ainda permanecem as cautelas de proibição de manter contato com vítima e familiares, bem como testemunhas do processo.

 

Eles foram afastados das funções em julho pelo comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso (PMMT), Cláudio Fernando Carneiro Tinoco. Os 4 chegaram a ficar presos preventivamente durante um período, no entanto, foram colocados em liberdade após decisão do juiz Francisco Ney Gaíva, da 14ª Vara Criminal de Cuiabá.


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política

Deputado sugere economizar em parque para comprar Santa Casa


O deputado Júlio Campos (União) foi taxativo ao mostrar solução para que o governo do Estado compre a Santa Casa: reduza investimentos no Parque Novo Mato Grosso.

A solução foi publicada em sua rede social, na sexta-feira (29), um dia após o prazo de propostas para a compra do hospital terminar sem sequer uma oferta. Agora, um novo edital será publicado e o Estado avalia a compra, apesar de Mauro Mendes (União) alegar que não há dinheiro para oferta.

O parque promete ser o maior da América Latina e é objeto de grande apreço pelo governador.


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Polícia

Briga por dívida de cartão: Mulher é condenada a 16 anos por matar marido com facada no peito em Primavera


O Tribunal do Júri da 1ª Vara Criminal de Primavera do Leste (231 km ao sul de Cuiabá) condenou Patrícia Sarmanho Garcia a 16 anos, 6 meses e 15 dias de reclusão em regime fechado por assassinar Bruno Nazareno Fernandes do Nascimento com uma facada no peito. O julgamento foi realizado essa semana.

 

De acordo com a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), Patrícia e Bruno eram conviventes e já apresentavam histórico de agressões. O crime ocorreu no dia 2 de junho de 2023, por volta das 22h, no conjunto de quitinetes do bairro Poncho Verde, em Primavera.

 

A ré discutiu com a vítima sobre a cobrança de um cartão bancário, o agrediu fisicamente e, em seguida, desferiu uma facada no peito da vítima no corredor que dá acesso à residência.

 

Ferido, o rapaz voltou para a parte da frente do conjunto de quitinetes e caiu na calçada da casa de uma vizinha. Apesar de ter sido socorrido, ele não resistiu aos ferimentos.

 

A promotora de Justiça Tessaline Higuchi, da 1ª Promotoria Criminal de Primavera do Leste, apontou que o crime foi cometido por motivo fútil e mediante dissimulação, dificultando a defesa da vítima. Durante o julgamento, o Conselho de Sentença confirmou a autoria e a materialidade do homicídio e rejeitou o pedido de absolvição.

Fonte Gazeta Digital 


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