Como custa caro fazer o certo
Economia dos gastos, transparência e seriedade nos projetos tramitados na Câmara de Primavera gera difamações, calunias e ameaças tudo visando o poder.
Como dizia o ex-presidente Lula, “nunca antes na historia deste país” parafraseando ele digo, nunca antes na historia política de Primavera do Leste houve tantos ataques baixos na busca pelo poder como vem ocorrendo nos dias atuais. Passando de desmaio protagonizado por ex presidente a era da informação com os crimes virtuais.
No atual momento um grupo comandado por candidatos derrotados, possíveis candidatos e um ex-servidor condenado em PAD – Processo Administrativo Disciplinar, e por isso deixou o quadro de servidores da Casa de Leis, todos os procedimentos sempre realizados ou corriqueiros é jogado como crime para sociedade primaverense e todo mundo através da internet. O avanço da tecnologia e acesso a informação é um ponto positivo, porém um terreno fértil para proliferar inverdades.
Os vereadores de Primavera do Leste estão há 10 meses sem serem ressarcidos dos seus gastos na atividade parlamentar, devido a uma ação civil publica promovida por uma candidato derrotado e ex-secretário do então prefeito Getulio Viana, Jacó Pedro Scheuer e o advogado e ex-servidor Sandro Almeida. Curioso que durante todo tempo que advogado trabalhou na Câmara de Primavera do Leste não tinha nada de errado quanto ao rito do projeto que regulamentava a verba. Outra questão que o todos os órgão públicos do Brasil ressarci seus servidores, exemplo a AL de Mato Grosso ultrapassando os 65 mil reais por mês.
Juntando todos este do grupo das calunias e difamações tem o Sr Welton vulgo Camaro, este tem a responsabilidade de espalhar as noticias falsas, acusar e tentar desestabilizar parte dos atuais vereares de Primavera do Leste. Em vários áudio Camaro sita que tem advogado e um patrão mandou e em suas mensagens ficam claras que partes delas são encaminhadas de outro contato. Nem mesmo o promotor escapa de tamanha difamação. Ouça este áudio.
O grupo do mal organiza churrasco e reuniões diárias para traçarem como difamar a próxima vítima, os encontros acontecem em uma oficina ou na residência do Camaro regados a cerveja e coca cola talvez estragada, quem sabe pode ser um dos motivos para escreverem ou falarem tantas asneiras.
Observem os absurdos, o dinheiro economizado e devolvido pela Câmara de Vereadores é alvo de criticas. Vai entender se gasta tudo ou desvia teria um bom motivo para criticar, economizando e investindo em melhorias é criticado.
Diante de tantas calunias e ameaças sofridas, na semana passada protocolei um pedido de investigação junto ao Ministério Publico exigindo que estas pessoas apresentem as provas de possíveis crime praticado por mim e os colegas vereadores para devidas providencias, sugerindo inclusive a minha quebra de sigilos bancário e telefônico para elucidar os crimes imputados contra minha pessoa tendo também como alvo quem encaminha as informações e quem compartilha podendo ser rastreada pelo aplicativo.
Na internet de acusam, julgam e condenam sem direito de defesa.
Agora a frustração é tamanha quando ao real motivo de ser um político, pois ao meu ver e meu sentimento é a política pensando no coletivo e não em beneficiar A ou B. Ou legislar em interesses de vinganças pessoais.
Luis Costa / opinião / Com A Palavra









O presidente estadual do PL em Mato Grosso, Ananias Filho, confirmou nesta quarta-feira (22), durante a abertura da convenção estadual da sigla, que uma eventual composição com o MDB para a disputa ao Senado está descartada. Segundo ele, o veto parte do deputado federal José Medeiros (PL), homologado pelo partido como candidato ao Senado ao lado de Wellington Fagundes (PL), que concorre ao governo do Estado.
Durante a convenção partidária do PL realizada nesta quarta-feira (22), em Cuiabá, o presidente estadual da sigla, Ananias Filho, afirmou que o partido vem sendo atacado pelo Judiciário ao proibirem a comunicação de Jair Bolsonaro por meio de cartas. Ele ainda direcionou críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), afirmando que ele não tinha tal restrição porque “não sabe escrever”.
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