“Eduardo Bolsonaro perdeu a chance de se calar”, diz Malafaia

O pastor evangélico Silas Malafaia repreendeu neste sábado (02/03) o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). “O filho do presidente Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro, perdeu uma ótima oportunidade de ficar de boca fechada na questão que envolve o funeral do neto de Lula”, criticou o religioso em sua conta no Twitter.
“O sábio Salomão já dizia que até o tolo quando se cala, se passa por sábio. Falta compaixão!”, completou Malafaia.
Líder da igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo, o religioso, de 60 anos, conhece Jair Bolsonaro há mais de 10 anos e fez campanha pela eleição dele à Presidência.
No dia anterior, Eduardo afirmara que a liberação do ex-presidente da prisão em Curitiba para ir ao velório do neto de sete anos, só coloca o petista “em voga posando de coitado”.
Silas Malafaia
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@PastorMalafaia
O filho do presidente Bolsonaro , Eduardo Bolsonaro , perdeu uma ótima oportunidade de ficar de boca fechada na questão que envolve o funeral do neto de Lula.O sábio Salomão já dizia q até o tolo quando se cala, se passa por sábio. A FALTA COMPAIXÃO !
A opinião – postada por Eduardo Bolsonaro antes de a Justiça ter autorizado a liberação temporária de Lula – gerou duras críticas, inclusive de partidários do filho do presidente, que foi chamado, entre outras coisas, de insensível e acusado de explorar politicamente o episódio.
Na manhã deste sábado, o deputado federal tentou relativizar sua crítica, complementando o tuíte do dia anterior com uma postagem ponderando ser “lamentável e indesejável” a morte do menino.
“Perguntado se Lula deveria sair da cadeia respondi que não – até por uma questão de isonomia com os demais presos. Agora, sobre a morte da criança, é óbvio que é um fato lamentável e indesejável. Isso independe de ideologia. Não misturem as coisas”, pediu o político.










O presidente estadual do PL em Mato Grosso, Ananias Filho, confirmou nesta quarta-feira (22), durante a abertura da convenção estadual da sigla, que uma eventual composição com o MDB para a disputa ao Senado está descartada. Segundo ele, o veto parte do deputado federal José Medeiros (PL), homologado pelo partido como candidato ao Senado ao lado de Wellington Fagundes (PL), que concorre ao governo do Estado.
Durante a convenção partidária do PL realizada nesta quarta-feira (22), em Cuiabá, o presidente estadual da sigla, Ananias Filho, afirmou que o partido vem sendo atacado pelo Judiciário ao proibirem a comunicação de Jair Bolsonaro por meio de cartas. Ele ainda direcionou críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), afirmando que ele não tinha tal restrição porque “não sabe escrever”.
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