Primavera do Leste / MT - Sábado, 30 de Agosto de 2025

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A Palavra - Opinião

Com a palavra: PSD declara apoio ao prefeito Léo, ops ou melhor pastor Abrão da Assembleia de Deus Madureira declara apoio a Léo



Com as eleições municipais de 2020 as articulações andam de vento em popa. No dia (8) o representante do governo de Mato Grosso em Brasília e presidente estadual do Partido Social Democrático (PSD), Carlos Fávaro esteve na cidade e declarou apoio ao atual chefe do Poder Executivo local, o prefeito Léo Bortolin.

O motivo que levou Fávaro a cidade foi o evento que empossou a nova executiva do partido em Primavera do Leste. Como presidente do PSD na cidade foi nomeado o pastor Abraão Borges, indicado pelo pastor Ary Dantas, considerado grande líder para o seguimento religioso da cidade.

A igreja Assembleia de Deus Madureira em Primavera do Leste através de seu líder pastor Ary, sempre participou do cenário politico estadual e ativamente no município.

Aqui pastor recebendo candidatos ao governo, senado, deputado federal e estadual apadrinhados pelo prefeito Léo, veja o vídeo.

 

 

Aqui Léo até saúda os irmãos com a “Paz do Senhor” e recebe elogios do pastor e presidente do PSD Abraão Borges durante congresso Play, veja no vídeo.

 

Amizade e parcerias da igreja com o poder vêm de longas dadas, em projetos importantes para o município como a Creche Talyta, que atendia centenas de crianças, recebendo até ano de 2018 mais de meio milhão de reais por ano para pagamentos de funcionários escolhidos  pela igreja. Proposta de causar inveja em muitos que fazem seletivo ou concurso público.

Com os empregos ofertados pela igreja e o repasse da prefeitura, a igreja faz o social e uma boa ação para população.

A creche funcionou até final de 2018, por escolha do pastor Ary, interrompeu o atendimento para construção e ampliação do templo conforme conversa com prefeito e vereadores.

Acabou a parceria com a creche, mas a parceria com os pastores não, conforme o combinado na reunião do PSD – Partido Social Democrático, em Primavera do Leste. Alias partido que antes era comandado no município pelo ex-vereador, vice-prefeito, secretario e hoje suplente de vereado e fundador do partido Eraldo Fortes, nome muito articulado politicamente em Primavera do Leste, mas não contavam com a astúcia do pastor Ary, e acabou perdendo o controle do partido no município para uma indicação do pastor Ary, agora será que a sigla vai se firmar e conseguir nomes para disputar e conseguir uma vaga?  Vaga  já visado logicamente para o candidato da igreja, que ficou sem representante nas ultimas eleições, mesmo eu frequentando a igreja desde o ano de 2005, não sou considerado vereador do grupo, por defender ideias diferentes dos pensamentos deles e manter um mandato independente.

Este apoio ao prefeito Léo agora, já demostra a continuidade da parceria. Por outro lado à parceria com membros da igreja com pretensões politicas não andam boas, por exemplo, hoje em Primavera do Leste o nome do empresário Ubiratan Ferreira é cogitado para ser também um possível candidato a prefeito. O nome Luis Costa também, vixi o meu não tinha esperança de apoio do líder mesmo, agora o Bira há ai é outra historia.

Os votos e representatividade do pastor sempre foram respeitados por políticos e ex-políticos até pegos em algum possível esquema de corrupção, como é o nome Pedro Henry dentre outros. Já outro politico com bastante prestigio na igreja é o deputado estadual Sebastião Rezende (PSC), o filho mais velho Salatiel Oliveira, trabalhou um bom período lotado na cota do deputado, mesmo prestando assessoria em Primavera do Leste. Seu outro filho Elnatã Oliveira Reis Medeiros foi assessor parlamentar no período que o vereador da igreja assumiu a cadeira na Câmara de Primavera do Leste, senhor Vado, e  atualmente exerce cargo de confiança na função de Chefe de Equipe de Apoio Administrativo na Prefeitura de Primavera do Leste.

E nisso tudo oque tem de errado? Não sei, os acordos políticos são comuns em toda esfera politica, mas qual é o preço disso? Não somente por ser igreja ou qualquer outro seguimento, dizer sim para o prefeito em tudo para continuar a parceria? Ou fiscalizar e votar de acordo com justiça, sempre pensado no coletivo ou defender as ideias do meu grupo?  Penso que o maior grupo tem sempre que ser nosso povo.

Ao escrever este artigo de opinião muitos vão estar lendo e pensando ou dizendo, “está ferrado, tocou no ungido”, usando referência bíblica de quando Davi teve oportunidade de matar Saul na época rei, e hoje comparado por alguns como líder igual os pastores, outros devotos vão dizer, “está atacando nosso pastor”, e vão falar muito mau de mim, mais do que já falam? Opa pequei, julguei né? Mas é isso que vivo há muito tempo, ou seja, eu peco por pensar que falam de mim, eles pecam por julgar, fofocar, e até torcer para que meu mandato dê errado, porque o candidato da igreja vem forte para próxima eleição, ops será Deus? Pequei de novo. Nisso tudo aprendo que estamos todos aqui nas mesmas condições, somos todos iguais perante Deus, com pecados diferentes, todavia não melhor que ninguém, estou em construção todos os dias, as informações contidas aqui estão nos portais da transparência. Mostro dados simplesmente para mostrar e esclarecer quanto aos acordos feitos em troca de votos, orientar ou expressar opinião sobre candidato A ou B, perfeitamente faz parte, está na lei, agora trocar por cargos ou parceria que grupo sai ganhando, isso não é bom, mas deixo claro é minha opinião. Tenho direito na bíblia e na lei para expressar minha opinião e exercer minha profissão.

 

Com a Palavra Luis Costa



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Brasil

Megaoperação identificou crime organizado na ‘economia real e no mercado financeiro’


Investigações identificaram pelo menos 40 fundos de investimento controlados por organizações criminosas, com patrimônio de R$ 30 bi

megaoperação deflagrada pela Receita Federal nesta quinta-feira (28) no âmbito de investigações sobre um esquema criminoso no setor de combustíveis foi a maior já realizada contra o crime organizado no Brasil. Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em cerca de 350 alvos em oito estados diferentes (São Paulo, Espírito Santo, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Rio de Janeiro e Santa Catarina).

Andrea Costa Chaves, subsecretária de fiscalização da Receita Federal, afirma que as investigações identificaram a invasão do crime organizado “na economia real e no mercado financeiro”. “A estrutura na operação nessa operação envolveu toda a cadeia na parte da economia real: importação, produção, distribuição, comercialização até o consumidor final”, explica.

Já na parte financeira, a atuação do crime organizado aconteceu na ocultação e na blindagem do patrimônio. As investigações identificaram pelo menos 40 fundos de investimento, sendo eles fundos imobiliários e de multimercado, que eram controlados por organizações criminosas. O patrimônio desses fundos era de R$ 30 bilhões.

Segundo o órgão, com esses recursos o grupo adquiriu um terminal portuário, quatro usinas produtoras de álcool (além de outras duas em parceria ou em processo de compra) e 1.600 caminhões para transporte de combustíveis.

A organização também comprou mais de 100 imóveis, entre eles seis fazendas no interior de São Paulo, avaliadas em R$ 31 milhões, e uma residência em Trancoso (BA), adquirida por R$ 13 milhões.

Fintechs e a ‘blindagem do esquema’

O dinheiro de origem ilícita era reinvestido em negócios, propriedades e outros investimentos por meio desses fundos de investimentos que recebiam recursos da fintech, dificultando sua rastreabilidade e dando a ele uma aparência de legalidade.

Perguntas e Respostas

Qual foi a operação realizada pela Receita Federal?

A Receita Federal deflagrou uma megaoperação no dia 28, que foi a maior já realizada contra o crime organizado no Brasil, focando em um esquema criminoso no setor de combustíveis. Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em cerca de 350 alvos em oito estados: São Paulo, Espírito Santo, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Rio de Janeiro e Santa Catarina.

O que foi identificado nas investigações?

As investigações identificaram a invasão do crime organizado na economia real e no mercado financeiro. A subsecretária de fiscalização da Receita Federal, Andrea Costa Chaves, explicou que a operação envolveu toda a cadeia da economia real, incluindo importação, produção, distribuição e comercialização até o consumidor final.

Como o crime organizado atuou no mercado financeiro?

No mercado financeiro, o crime organizado atuou na ocultação e blindagem do patrimônio. Foram identificados pelo menos 40 fundos de investimento, incluindo fundos imobiliários e de multimercado, controlados por organizações criminosas, com um patrimônio total de R$ 30 bilhões.

Quais foram os investimentos feitos com os recursos ilícitos?

Com os recursos obtidos, o grupo adquiriu um terminal portuário, quatro usinas produtoras de álcool (além de outras duas em parceria ou em processo de compra) e 1.600 caminhões para transporte de combustíveis. Também foram comprados mais de 100 imóveis, incluindo seis fazendas no interior de São Paulo, avaliadas em R$ 31 milhões, e uma residência em Trancoso (BA), adquirida por R$ 13 milhões.

Como o dinheiro ilícito era reinvestido?

O dinheiro de origem ilícita era reinvestido em negócios, propriedades e outros investimentos por meio dos fundos de investimento, que recebiam recursos de uma fintech. Isso dificultava a rastreabilidade do dinheiro e conferia uma aparência de legalidade às operações.

R7


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Polícia - Região

PMs serão interrogados por suposto confronto forjado para ‘sumir’ com arma que matou advogado


Por determinação do juiz Moacir Rogério Tortato, os policiais militares Jorge Rodrigo Martins, Leandro Cardoso, Wailson Alesandro Medeiros Ramos e Wekcerlley Benevides de Oliveira serão interrogados, na próxima segunda-feira (1º), às 14h, na sala de audiência da Justiça Militar, no Fórum de Cuiabá. O grupo é acusado de forjar confronto para “plantar” no local arma usada para matar o advogado Renato Nery.

 

Conforme apurou o GD, além dos militares, também devem ser ouvidas testemunhas e servidores da Polícia Civil. Os 4 PMs respondem a processo por organização criminosa, abuso de autoridade e porte ilegal de arma de fogo de uso restrito em meio ao caso de um confronto após assalto em que um veículo gol de cor branca foi levado e houve troca de tiros com os suspeitos, resultando na morte de Walteir Lima Cabral e outros dois suspeitos ficaram feridos.

 

O confronto ocorreu em 12 de julho de 2024. A arma supostamente encontrada em posse de um dos criminosos, no local do crime, foi utilizada no assassinato do advogado Renato Gomes Nery, morto em 5 de julho do mesmo ano. Laudo pericial balístico demonstrou que a pistola Glock modelo G17, calibre 9mm foi a mesma utilizada para executar o jurista.

 

Conforme noticiou o GD, o caso ficou conhecido como “Grupo do Gol Branco”, em alusão a grupo de WhatsApp em que os 4 discutiam combinação de versões, preocupação com divergências de depoimentos e indícios de obstrução da justiça, algo revelado após perícia em celulares. Segundo o Ministério Público, os elementos reunidos demonstram que não houve confronto real, mas sim uma “execução deliberada seguida de inovação artificiosa da cena do crime”.

 

No dia 12 deste mês o Conselho Permanente de Justiça, da 11ª Vara Criminal Especializada de Justiça Militar de Cuiabá, por maioria, votou pela revogação parcial das cautelares impostas aos policiais, permitindo que os réus retornem ao serviço militar com porte de arma, além da retirada da tornozeleira eletrônica. Contudo, ainda permanecem as cautelas de proibição de manter contato com vítima e familiares, bem como testemunhas do processo.

 

Eles foram afastados das funções em julho pelo comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso (PMMT), Cláudio Fernando Carneiro Tinoco. Os 4 chegaram a ficar presos preventivamente durante um período, no entanto, foram colocados em liberdade após decisão do juiz Francisco Ney Gaíva, da 14ª Vara Criminal de Cuiabá.


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política

Deputado sugere economizar em parque para comprar Santa Casa


O deputado Júlio Campos (União) foi taxativo ao mostrar solução para que o governo do Estado compre a Santa Casa: reduza investimentos no Parque Novo Mato Grosso.

A solução foi publicada em sua rede social, na sexta-feira (29), um dia após o prazo de propostas para a compra do hospital terminar sem sequer uma oferta. Agora, um novo edital será publicado e o Estado avalia a compra, apesar de Mauro Mendes (União) alegar que não há dinheiro para oferta.

O parque promete ser o maior da América Latina e é objeto de grande apreço pelo governador.


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Polícia

Briga por dívida de cartão: Mulher é condenada a 16 anos por matar marido com facada no peito em Primavera


O Tribunal do Júri da 1ª Vara Criminal de Primavera do Leste (231 km ao sul de Cuiabá) condenou Patrícia Sarmanho Garcia a 16 anos, 6 meses e 15 dias de reclusão em regime fechado por assassinar Bruno Nazareno Fernandes do Nascimento com uma facada no peito. O julgamento foi realizado essa semana.

 

De acordo com a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), Patrícia e Bruno eram conviventes e já apresentavam histórico de agressões. O crime ocorreu no dia 2 de junho de 2023, por volta das 22h, no conjunto de quitinetes do bairro Poncho Verde, em Primavera.

 

A ré discutiu com a vítima sobre a cobrança de um cartão bancário, o agrediu fisicamente e, em seguida, desferiu uma facada no peito da vítima no corredor que dá acesso à residência.

 

Ferido, o rapaz voltou para a parte da frente do conjunto de quitinetes e caiu na calçada da casa de uma vizinha. Apesar de ter sido socorrido, ele não resistiu aos ferimentos.

 

A promotora de Justiça Tessaline Higuchi, da 1ª Promotoria Criminal de Primavera do Leste, apontou que o crime foi cometido por motivo fútil e mediante dissimulação, dificultando a defesa da vítima. Durante o julgamento, o Conselho de Sentença confirmou a autoria e a materialidade do homicídio e rejeitou o pedido de absolvição.

Fonte Gazeta Digital 


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