Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 30 de Abril de 2026

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A Palavra - Opinião

Com a palavra: PSD declara apoio ao prefeito Léo, ops ou melhor pastor Abrão da Assembleia de Deus Madureira declara apoio a Léo



Com as eleições municipais de 2020 as articulações andam de vento em popa. No dia (8) o representante do governo de Mato Grosso em Brasília e presidente estadual do Partido Social Democrático (PSD), Carlos Fávaro esteve na cidade e declarou apoio ao atual chefe do Poder Executivo local, o prefeito Léo Bortolin.

O motivo que levou Fávaro a cidade foi o evento que empossou a nova executiva do partido em Primavera do Leste. Como presidente do PSD na cidade foi nomeado o pastor Abraão Borges, indicado pelo pastor Ary Dantas, considerado grande líder para o seguimento religioso da cidade.

A igreja Assembleia de Deus Madureira em Primavera do Leste através de seu líder pastor Ary, sempre participou do cenário politico estadual e ativamente no município.

Aqui pastor recebendo candidatos ao governo, senado, deputado federal e estadual apadrinhados pelo prefeito Léo, veja o vídeo.

 

 

Aqui Léo até saúda os irmãos com a “Paz do Senhor” e recebe elogios do pastor e presidente do PSD Abraão Borges durante congresso Play, veja no vídeo.

 

Amizade e parcerias da igreja com o poder vêm de longas dadas, em projetos importantes para o município como a Creche Talyta, que atendia centenas de crianças, recebendo até ano de 2018 mais de meio milhão de reais por ano para pagamentos de funcionários escolhidos  pela igreja. Proposta de causar inveja em muitos que fazem seletivo ou concurso público.

Com os empregos ofertados pela igreja e o repasse da prefeitura, a igreja faz o social e uma boa ação para população.

A creche funcionou até final de 2018, por escolha do pastor Ary, interrompeu o atendimento para construção e ampliação do templo conforme conversa com prefeito e vereadores.

Acabou a parceria com a creche, mas a parceria com os pastores não, conforme o combinado na reunião do PSD – Partido Social Democrático, em Primavera do Leste. Alias partido que antes era comandado no município pelo ex-vereador, vice-prefeito, secretario e hoje suplente de vereado e fundador do partido Eraldo Fortes, nome muito articulado politicamente em Primavera do Leste, mas não contavam com a astúcia do pastor Ary, e acabou perdendo o controle do partido no município para uma indicação do pastor Ary, agora será que a sigla vai se firmar e conseguir nomes para disputar e conseguir uma vaga?  Vaga  já visado logicamente para o candidato da igreja, que ficou sem representante nas ultimas eleições, mesmo eu frequentando a igreja desde o ano de 2005, não sou considerado vereador do grupo, por defender ideias diferentes dos pensamentos deles e manter um mandato independente.

Este apoio ao prefeito Léo agora, já demostra a continuidade da parceria. Por outro lado à parceria com membros da igreja com pretensões politicas não andam boas, por exemplo, hoje em Primavera do Leste o nome do empresário Ubiratan Ferreira é cogitado para ser também um possível candidato a prefeito. O nome Luis Costa também, vixi o meu não tinha esperança de apoio do líder mesmo, agora o Bira há ai é outra historia.

Os votos e representatividade do pastor sempre foram respeitados por políticos e ex-políticos até pegos em algum possível esquema de corrupção, como é o nome Pedro Henry dentre outros. Já outro politico com bastante prestigio na igreja é o deputado estadual Sebastião Rezende (PSC), o filho mais velho Salatiel Oliveira, trabalhou um bom período lotado na cota do deputado, mesmo prestando assessoria em Primavera do Leste. Seu outro filho Elnatã Oliveira Reis Medeiros foi assessor parlamentar no período que o vereador da igreja assumiu a cadeira na Câmara de Primavera do Leste, senhor Vado, e  atualmente exerce cargo de confiança na função de Chefe de Equipe de Apoio Administrativo na Prefeitura de Primavera do Leste.

E nisso tudo oque tem de errado? Não sei, os acordos políticos são comuns em toda esfera politica, mas qual é o preço disso? Não somente por ser igreja ou qualquer outro seguimento, dizer sim para o prefeito em tudo para continuar a parceria? Ou fiscalizar e votar de acordo com justiça, sempre pensado no coletivo ou defender as ideias do meu grupo?  Penso que o maior grupo tem sempre que ser nosso povo.

Ao escrever este artigo de opinião muitos vão estar lendo e pensando ou dizendo, “está ferrado, tocou no ungido”, usando referência bíblica de quando Davi teve oportunidade de matar Saul na época rei, e hoje comparado por alguns como líder igual os pastores, outros devotos vão dizer, “está atacando nosso pastor”, e vão falar muito mau de mim, mais do que já falam? Opa pequei, julguei né? Mas é isso que vivo há muito tempo, ou seja, eu peco por pensar que falam de mim, eles pecam por julgar, fofocar, e até torcer para que meu mandato dê errado, porque o candidato da igreja vem forte para próxima eleição, ops será Deus? Pequei de novo. Nisso tudo aprendo que estamos todos aqui nas mesmas condições, somos todos iguais perante Deus, com pecados diferentes, todavia não melhor que ninguém, estou em construção todos os dias, as informações contidas aqui estão nos portais da transparência. Mostro dados simplesmente para mostrar e esclarecer quanto aos acordos feitos em troca de votos, orientar ou expressar opinião sobre candidato A ou B, perfeitamente faz parte, está na lei, agora trocar por cargos ou parceria que grupo sai ganhando, isso não é bom, mas deixo claro é minha opinião. Tenho direito na bíblia e na lei para expressar minha opinião e exercer minha profissão.

 

Com a Palavra Luis Costa



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Opinião - política

Diárias oficiais coincidem com evento político em Cuiabá e levantam questionamentos


Relatórios apontam viagens institucionais, mas datas coincidem com lançamento de campanha eleitoral; ausência em programa de saúde local também chama atenção

Viagens oficiais com destino a Cuiabá, justificadas como cumprimento de agenda institucional, têm levantado questionamentos após análise de documentos públicos. Relatórios assinados por assessores e servidores indicam participação em reuniões na Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), com retorno ao município no dia seguinte.

No entanto, as datas dessas viagens coincidem com o período do lançamento da campanha de Léo, realizado na capital. A sobreposição entre compromissos oficialmente descritos como institucionais e um evento político levanta dúvidas sobre a real natureza das agendas cumpridas.

Os documentos registram pagamentos de diárias, incluindo R$ 1.500,00 destinados a Gisely Fernanda Pereira da Silva e R$ 250,00 para Elnatan Oliveira Reis Medeiros, além de outros valores vinculados a deslocamentos com roteiro semelhante: ida à capital, participação em reunião e retorno no dia seguinte.

Relatórios assinados por Gustavo Saint Clair Ferreira Caldeira e Valmislei Alves dos Santos reforçam a justificativa de “cumprimento de agenda parlamentar”, enquanto registros adicionais indicam participação de Gisele Ferreira Ferraz em reuniões na AMM e no INCRA.

Do ponto de vista formal, a documentação apresenta todos os elementos exigidos: declarações de comparecimento, assinaturas e descrição das atividades realizadas.

Ainda assim, a coincidência com um evento político relevante levanta questionamentos sobre o uso de recursos públicos para deslocamentos que podem não ter caráter exclusivamente institucional.

Contraste com agenda local de saúde

Outro ponto que chama atenção é o contraste entre essas agendas na capital e a atuação local dos envolvidos.

Parte dos nomes associados às viagens aparece com frequência em críticas à situação da saúde pública em Primavera do Leste. No entanto, não há registro de presença de alguns desses críticos no lançamento do programa “Vira Saúde”, iniciativa voltada à melhoria do atendimento à população no próprio município.

A ausência em um evento diretamente ligado à saúde pública local reforça o debate sobre prioridades e coerência entre discurso e prática.

Transparência e resultado

Embora os documentos estejam formalmente corretos, especialistas em gestão pública destacam que a transparência não se limita à comprovação de deslocamentos e reuniões, mas também envolve a demonstração de resultados concretos dessas agendas.

Até o momento, não há detalhamento público sobre os impactos diretos dessas viagens para a população.

Diante disso, permanecem as perguntas:

Qual foi o retorno efetivo dessas agendas?
E qual o limite entre compromisso institucional e participação em atividades de natureza política?


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