Primavera do Leste / MT - Terca-Feira, 21 de Julho de 2026

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Sete em cada dez brasileiros acreditam em fake news sobre vacinas



Pesquisa foi feita com 2 mil pessoas nas cinco regiões do país

Dia D de mobilização da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e Sarampo.

Dez afirmações falsas recorrentes sobre vacinas foram apresentadas a mais de 2 mil entrevistados nas cinco regiões do Brasil, e o resultado preocupa a Sociedade Brasileira de Imunizações: mais de dois terços (67%) disseram que ao menos uma das informações era verdadeira.

A pesquisa foi feita pela sociedade médica em parceria com a organização não governamental Avaaz. Os questionários foram aplicados pelo Ibope entre 19 e 22 de setembro deste ano.

Entre os entrevistados, apenas 22% conseguiram identificar que as dez afirmações eram falsas. Mais 11% não souberam ou não responderam.

Para 24% dos entrevistados, “há boa possibilidade de as vacinas causarem efeitos colaterais graves”, quando, na verdade, os efeitos adversos graves são raríssimos. A segunda afirmação falsa mais recorrente foi “há boa possibilidade de as vacinas causarem a doença que dizem prevenir”, com 20% de concordância – uma em cada cinco entrevistas.

Crianças são imunizadas na tenda de vacinação instalada na Quinta da Boa Vista para a campanha contra a poliomielite e o sarampo, prorrogada até o dia 22/09 no estado do Rio de Janeiro.
Crianças são imunizadas no estado do Rio de Janeiro. – Fernando Frazão/Arquivo Agência Brasil
Apesar de as gestantes terem um calendário específico de vacinação formulado pelo Ministério da Saúde, 19% dos entrevistados concordaram com a afirmação falsa de que “mulheres grávidas não podem se vacinar”.

O presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, Juarez Cunha, chama a atenção que mesmo afirmações absurdas tiveram concordância de parcelas consideráveis dos entrevistados. Para 14%, é correto afirmar que “O governo usa vacinas como método de esterilização forçada da população pobre”, e 12% disseram que “contrair a doença é, na verdade, uma proteção mais eficaz do que se vacinar contra ela”.

Entre os entrevistados, 13% assumiram que deixaram de se vacinar ou deixaram de vacinar uma criança sob seus cuidados. Os motivos para essa ausência incluem falta de planejamento (38%) e difícil acesso aos postos de vacinação (20%), mas também foram citados o medo de ter um efeito colateral grave (24%), o medo de contrair a doença através da vacina (18%) e alertas e notícias vistos na internet (9%). Cada entrevistado citou até três motivos.

“Fica constatado que as pessoas estão recebendo muita informação inadequada, e que essa informação inadequada tem circulado com cada vez maior frequência. Com certeza, é mais um dos motivos que tem impactado as nossas coberturas vacinais”, afirma Cunha.

Agência Brasil 



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NOTA DE PESAR Lucilene Lima


A Prefeitura de Primavera do Leste manifesta profundo pesar pelo falecimento de Lucilene Lima, servidora pública e profissional de enfermagem que dedicou mais de 20 anos de sua trajetória ao serviço público na área da saúde.

 

Ao longo de sua atuação na área de urgência e emergência, Lucilene desempenhou suas funções com responsabilidade, competência e compromisso com o cuidado aos pacientes, familiares e colegas de trabalho.

 

Também atuou de forma firme na defesa da enfermagem, contribuindo para a valorização da categoria e para a busca por melhores condições de trabalho.

 

Sua dedicação, ética e compromisso deixam um legado de respeito e reconhecimento entre todos que tiveram a oportunidade de conviver com sua atuação profissional.

 

Neste momento de dor e consternação, a Prefeitura de Primavera do Leste se solidariza com os familiares, amigos e colegas de trabalho, expressando suas sinceras condolências e gratidão pela valiosa contribuição de Lucilene ao serviço público e à enfermagem.

 


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