Primavera do Leste / MT - Sábado, 18 de Abril de 2026

HOME / NOTÍCIAS

geral

Mato Grosso registra 14.973 casos de dengue e seis mortes em três meses



Andressa Monalisa morreu vítima de dengue.

Boletim Epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde aponta que Mato Grosso registrou seis mortes por dengue neste ano. A confirmação se deu por meio de critério laboratorial. Os dados foram colhidos entre o dia 29 de dezembro de 2019 e o dia 21 de março de 2020.

A estudante de fisioterapia Andressa Monalisa de Oliveira, de 24 anos, foi uma das vítimas da dengue. Ela morreu em Lucas do Rio Verde (a 360 quilômetros de Cuiabá), no dia 11 de março. A confirmação ocorreu no dia 21. A estudante estava sendo acompanhada pelos médicos do hospital, mas o quadro dela se agravou e ela não resistiu.

Ainda conforme Boletim Epidemiológico, foram 14.973 registros de dengue, 311 de chikungunya e 135 de zica vírus. No país foram registradas somente três óbitos por chikungunya, sendo um deles em Mato Grosso, cuja vítima se encaixa na faixa etária de 20 a 29 anos. Os outros dois foram na Bahia (faixa etária: 50 a 59 anos) e Rio de Janeiro (faixa etária: menor de 1 ano). Não houve mortes por zica vírus.

Já sobre casos de febre amarela, o estado fez quatro notificações ao Ministério da Saúde, sendo que duas foram descartadas e duas continuam sob investigação. Durante o monitoramento 2019/2020, foram notificados 683 casos em humanos suspeitos, de todas as regiões do país, dos quais 96 permanecem em investigação.

Nesse contexto, conforme o Ministério da Saúde, os meios de comunicação desempenham papel fundamental na divulgação de alertas e das recomendações à população, favorecendo a adesão às medidas de prevenção.

Assistência

As Unidades Básicas de Saúde (UBS) devem ser a principal porta de entrada, ou seja, o primeiro local que as pessoas suspeitas de dengue, chikungunya ou zika vírus devem procurar para garantir o acesso em tempo oportuno ao diagnóstico, à classificação de risco e ao tratamento, caso necessário.

Assim, a Atenção Primaria à Saúde (APS), especificamente, deve estar preparada para o acolhimento e atendimento dos casos agudos, mesmo fora de situações de epidemia. A APS deve, ainda, mapear as vulnerabilidades e a gestão dos riscos, a partir do uso de ferramentas de reconhecimento e organização do território, além de intensificar o combate ao mosquito Aedes aegypti, incluindo visitas aos domicílios e atos de eliminação de focos de larvas com ações de mobilização da população.

Olhar Direto.



COMENTÁRIOS

0 Comentários

Deixe o seu comentário!





*

HOME / NOTÍCIAS

Região

Caos após chuva: muro desaba e empresas ficam alagadas em Primavera do Leste


Na tarde desta sexta-feira (17), uma forte chuva atingiu o município de Primavera do Leste (MT), causando diversos pontos de alagamento na cidade. Um dos casos mais graves foi registrado nas proximidades da BR-070, onde a força da água derrubou o muro de um comércio de implementos agrícolas.

O incidente também resultou em alagamentos em estabelecimentos vizinhos, incluindo um motel da região, a transportadora Carvalima e uma empresa de revenda de maquinário agrícola. Os prejuízos ainda estão sendo levantados pelos empresários afetados.

O secretário municipal de Obras, Vitor Diniz, divulgou um vídeo relatando a situação e afirmando que a gestão municipal irá atuar para resolver o problema. Segundo ele, a causa do incidente pode estar relacionada a uma intervenção irregular no curso d’água localizado nos fundos das empresas.

De acordo com o secretário, o proprietário de uma fazenda próxima teria realizado uma obra sem o devido planejamento, com o objetivo de proteger sua lavoura. A intervenção incluiu a instalação de uma tubulação considerada insuficiente para suportar o volume de água das chuvas, o que comprometeu o escoamento natural.

Com o fluxo bloqueado, a água acabou sendo represada na área rural, acumulando-se até atingir um nível crítico. A pressão provocou o rompimento da contenção e do muro nos fundos das empresas, fazendo com que a água avançasse de forma repentina e com força, invadindo os estabelecimentos.

“Infelizmente, por falta de planejamento e por uma obra irregular, empresários estão sofrendo consequências graves”, destacou Vitor Diniz. Ele ainda ressaltou que o problema não teve origem diretamente às margens da BR-070, mas sim na intervenção realizada na área rural próxima.

A Prefeitura informou que deve tomar as medidas necessárias para solucionar a situação e evitar novos transtornos.

Da Redação


Antenado News