Primavera do Leste / MT - Domingo, 22 de Fevereiro de 2026

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Lei Geral do Esporte consolida conquistas e traz avanços, diz senador



O senador Wellington Fagundes (PL-MT) comemorou a aprovação no Senado do Projeto que cria a nova Lei Geral do Esporte (LGE).

O texto, sob relatoria da senadora Leila Barros (PDT-DF), foi votado nesta terça-feira (09.05) e, agora, segue para sanção presidencial.

Para Fagundes, a legislação traz uma série de avanços para as práticas esportivas no país, ao abordar temas muito importantes que vão desde o combate a práticas discriminatórias até o financiamento do setor.
“A aprovação do relatório da senadora Leila em plenário é motivo de muitas
alegrias. A Lei Geral do Esporte trará uma série de avanços para as práticas
esportivas no país. A nova legislação aborda questões muito importantes, como o combate ao racismo e à xenofobia nos estádios, os direitos trabalhistas dos  atletas, entre outros temas”, ressaltou o senador mato-grossense ao tratar do assunto.

Fagundes, líder do Bloco Vanguarda, atuou na articulação com os demais
senadores para garantir a aprovação de um texto que assegurasse a
manutenção de uma série de avanços nas leis que tratam do esporte e que
foram aprovadas ao longo dos anos. O substitutivo, conforme aprovado pelo
Senado, tem mais de 200 artigos e traz um novo marco regulatório para a
área.

Um dos pontos mantidos na nova legislação é o limite de 7% para que pessoas físicas possam deduzir do Imposto de Renda caso doem estes recursos para projetos esportivos ou paradesportivos, conquista obtida em julho do ano passado. No caso das empresas, houve um avanço no percentual dedutível, que passa de 3% para 4%.

Relatora do projeto, Leila agradeceu o apoio de Fagundes e dos demais
senadores na aprovação da matéria. Ela destacou que a LGE cria novas
diretrizes para o esporte. “Estamos dando um horizonte que certamente vai
impactar muito na promoção da cidadania. O esporte faz parte de um tripé
necessário, com a educação e acultura”.
Presidente da Federação das Associações de Atletas Profissionais, Julio Lírio
também ressaltou o marco histórico criado com a aprovação da LGE. “São dois anos de muita luta”.
Na mesma linha, o ex-presidente da Confederação Nacional dos Municípios
(CNM), Glaudemir Aroldi, lembrou que o financiamento das políticas esportivas impactará positivamente as administrações municipais. “Quero agradecer ao senador pelo empenho que sempre dedicou ao esporte de Mato Grosso e ao Brasil”.

Fonte / Folhamax



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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