Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 16 de Julho de 2026

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Brasil

Horas antes de ser presa, acusada incentivou seguidores a ‘jogar sem medo’



A influenciadora Mariany Dias, 20, fez diversas publicações temporárias em rede social divulgando jogos, horas antes de ser presa pela Operação Quéfren, nesta quarta-feira (2). Ela é alvo de uma investigação que apura a promoção de plataformas de apostas ilegais no Brasil, como o “Jogo do Tigrinho”.

Na gravação, a influencer aparece empolgada e sorridente para falar de uma das plataformas. No vídeo, ela incentiva os seguidores a “jogar sem medo” com a promessa de conseguir ganhos exorbitantes.

“Eu não preciso falar mais é nada dessa plataforma. Está surreal mesmo, quem quer dinheiro alto, é só jogar sem medo. Olha, mamãe, eu fico tão feliz. Vocês não têm noção”, incentiva.

 

 

Conforme apurou a reportagem do , Mariany foi presa em casa, no condomínio Florais da Mata, em Várzea Grande. No Instagram, com 36,1 mil seguidores, ela divulga jogos da plataforma e ainda comentários de quem conseguiu, supostamente, lucrar com os jogos.

 

Além de influencer, ela também é estudante de odontologia da Univag. Na casa, os investigadores da Delegacia Especializada de Estelionato e Outras Fraudes de Cuiabá apreenderam celular e notebook da investigada. Já a outra influenciadora, Emilly Souza, conta com 95 mil seguidores e não foi encontrada pela polícia. Ela segue foragida.

 

Operação

A Operação Quéfren, coordenada pela Polícia Civil do Ceará, cumpriu cerca de 70 mandados contra agentes de plataformas e influenciadores digitais envolvidos na promoção de jogos de azar e suspeita de lavagem de dinheiro.

 

Ao todo foram expedidos pelo juízo do 1º Núcleo de Custódia/Garantias da Comarca de Juazeiro do Norte (CE), 13 mandados de prisão, 17 de busca e apreensão, 23 de busca veicular, 15 de bloqueio de bens e valores, entre outras medidas cautelares.

 

Os alvos das ordens judiciais são das cidades de Juazeiro do Norte, Fortaleza, Itaitinga e Eusébio (CE), São Paulo, Embú das Artes e Santana de Parnaíba (SP), Cuiabá e Várzea Grande (MT) e Marabá (PA).



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Polícia

Operação “Elo Oculto”: Vereador é preso por suspeita de ligação com execução de jovem em Poxoréu


Polícia Civil investiga o assassinato de uma mulher de 20 anos, ocorrido em maio; crime teria sido ordenado por facção criminosa após a vítima ser apontada erroneamente como informante.

Investigações apontaram que o crime foi cometido a mando de uma facção criminosa.

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta terça-feira (14.7), a Operação Elo Oculto, para cumprir oito ordens judiciais relacionadas à investigação do homicídio de uma jovem, de 20 anos, ocorrido na madrugada de 10 de maio de 2026, em uma casa noturna localizada às margens da Rodovia MT-130, em Poxoréu.

 

A vítima estava no interior do estabelecimento quando um homem armado entrou no local e efetuou diversos disparos. A jovem foi atingida em regiões vitais e morreu no local.

 

As investigações, realizadas pela Delegacia de Poxoréu, apontaram que o crime foi ordenado por membros de uma facção criminosa atuante na região.

 

A motivação seria que a mãe da jovem trabalhava na base da Polícia Militar do município e, às vezes, a vítima a ajudava. Por estar presente na unidade policial, os suspeitos decidiram que ela estava sendo informante da polícia e decretaram seu homicídio.

 

 

Operação Elo Oculto

A operação, coordenada pela Delegacia de Poxoréu, com apoio das Delegacias da Regional de Primavera do Leste, tem como alvos sete pessoas relacionadas às linhas investigativas desenvolvidas no inquérito policial.

 

Foram expedidos sete mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão temporária, totalizando oito ordens judiciais.

 

As ordens estão sendo cumpridas simultaneamente


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