Primavera do Leste / MT - Sábado, 21 de Fevereiro de 2026

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Deixa o povo trabalhar: Prefeitura prorroga por mais 90 dias prazo para ambulantes regularizarem sua situação



Prefeitura prorroga por mais 90 dias prazo para ambulantes regularizarem sua situação

A Prefeitura Municipal de Primavera do Leste comunica que decidiu prorrogar por mais 90 (noventa) dias o prazo para vendedores ambulantes que estão irregularmente ocupando de forma permanente vias públicas possam regularizar sua situação. A decisão foi tomada após reunião com os ambulantes ocorrida nessa terça-feira (27) na Câmara Municipal e atendendo a pedido dos próprios ambulantes e vereadores.

 

Durante a reunião, que contou com a presença de dezenas de ambulantes, dos vereadores e do Secretário Municipal de Fazenda Vanderlei Tolfo, os pequenos empreendedores falaram das suas dificuldades e ouviram que se trata de uma questão legal que e os ditos ambulantes precisam se adequar ao previsto na Lei Orgânica do Município e à lei municipal 1820/19, que somente permite o uso das vias e passeios públicos com autorização do poder público municipal e nos horários determinados, sendo vedado o uso de forma permanente dos espaços públicos.

 

Ao final, a pedido dos vereadores, ficou acordado que o prazo para a regularização da situação dos ambulantes que ainda estão irregulares será prorrogado por mais 90 dias a contar da data de hoje (27). A partir de então, quem não se adequar à lei ficará sujeito às penalidades legais, que são multas e recolhimentos dos trailers e carrinhos.

 

Esses ambulantes, que trabalham com o comércio de alimentos em trailers e carrinhos, já foram notificados nos dias 13 e 14 de março passado por conta de estarem deixando essas estruturas de forma permanente nas vias públicas, em desacordo com o estabelecido no ato de emissão dos seus alvarás de funcionamento.

 

Depois de notificados, a grande maioria dos ambulantes já regularizou a sua situação, mas ainda há um grupo que alega dificuldades para desocuparem os espaços públicos nos horários em que não estão trabalhando.

 

Estavam presentes na reunião o presidente da Câmara Marco Aurélio Sales e os vereadores Eraldo Fortes, Valdecir Alventino, o Vado, Joélio Moraes, Karla da Saúde, Rafael Abreu, Irmão Rogério, Gislaine Yamashita, Uberdan Moesch e Sérgio Crocodilo.



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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