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Adolescentes são detidos em festa e dizem ter pagado cota para comprar álcool e droga



Os adolescentes apreendidos têm idade entre 13 e 17 anos, segundo a polícia. Dois maiores de idade responsáveis pela festa também foram presos.

Sete adolescentes foram detidos na madrugada deste domingo (8) bairro Novo Mato Grosso, em Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá, em uma festa. Segundo a Polícia Militar, os menores afirmaram que pagaram cota para comprar álcool e droga. Dois maiores de idade responsáveis pelo local foram presos.

Os adolescentes apreendidos têm idade entre 13 e 17 anos.

A polícia foi acionada por vizinhos da residência. Ao chegar no local, segundo a polícia, várias pessoas que estava na casa fugiram.

Os que foram abordados, de acordo com o boletim de ocorrência, “se portaram com rispidez, ofendendo com palavras agressivas como: seus bostas, bando de porcos, dentre outras ofensas”.

Na casa, os policiais encontraram garrafas de vidro, latinha de cerveja, vodca e narguilés.

Os menores contaram que estavam no local a convite do dono da residência e que ele teria cobrado cotara para realizar a festa.

Todos os detidos foram encaminhados para a delegacia. Um deles, Cristiano Sérgio Rodrigues de Aquino, desferiu socos e chutes na tentativa de fugir, mas foi contido.

Ainda segundo a polícia, Cristiano é monitorado por tornozeleira eletrônica. O site G1 não conseguiu localizar a defesa dele.

G1 / MT



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Região

MPMT requer interdição de cadeia pública feminina de Cáceres


O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Cáceres, requereu no final da tarde desta quinta-feira (22) a interdição da cadeia feminina do município. A medida foi tomada em razão da existência de infiltrações estruturais e alto risco de incêndio na unidade prisional. O pedido foi direcionado à 1ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres.

De acordo com o MPMT, a cadeia feminina do município não possui Alvará de Segurança Contra Incêndio e Pânico (ASCIP) do Corpo de Bombeiros. Inspeções realizadas no local demonstram uma série de problemas estruturais na unidade, como falta de sistemas de hidrante, de saídas de emergência, de alarme de incêndio, entre outros.

Conforme laudo técnico das instalações elétricas do edifício, encaminhado ao Ministério Público pelo Conselho de Segurança, as “instalações estão em péssimas condições de conservação, com risco gravíssimo de acidentes à população carcerária e aos profissionais da segurança pública responsáveis pelo local, proporcionando alto grau de risco de incêndio a qualquer momento”.

Segundo o promotor de Justiça Marcelo Linhares Ferreira, o Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça do MPMT também realizou inspeção técnica na unidade prisional, constatando inconformidades em toda a edificação que interferem diretamente na segurança dos usuários.

“O quadro existente no estabelecimento prisional fere os mais básicos direitos fundamentais do homem, sendo que a medida de interdição visa a resguardar a dignidade da pessoa humana e a proteção de risco à vida e à integridade física das presas”, destacou o promotor de Justiça.

por CLÊNIA GORETH

 

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