Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 22 de Outubro de 2026

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APOIO TUCANO: HUMBERTO NOGUEIRA DE PONTE BRANCA DECLARA APOIO PARA JAYME CAMPOS



MESMO SENDO PREFEITO DO PSDB, HUMBERTO NOGUEIRA SINALIZA QUE VOTAR EM JAYME CAMPOS É UM ATO CONSCIENTE EM BUSCA DE UM MATO GROSSO MELHOR

Candidato ao Senado pela Coligação Prá Mudar Mato Grosso, Jayme Campos 251 recebeu a declaração de apoio do prefeito de Ponte Branca, Humberto Nogueira (PSDB) pela sua caminhada para mais um mandato.

“Votar em Jayme Campos é assegurar que Mato Grosso terá uma firme posição no Senado da República e que os municípios serão ouvidos e atendidos em suas solicitações”, disse o prefeito Humberto Nogueira sinalizando que Jayme Campos já deu mais do que demonstrações de estar pronto para continuar trabalhando pelo engrandecimento do Estado.

Prefeito de Ponte Branca, 534 km de Cuiabá, e que faz parte do Vale do Araguaia, o prefeito Humberto Nogueira, disse que a cidade apesar de estar organizada e avançando é carente de investimentos públicos em áreas essenciais como saúde, educação, obras, geração de emprego e renda.

“É muito importante você ter um defensor intransigente de mudanças no atual sistema de partilha dos recursos públicos, pois a União fica com mais de 64%, os Estados com 24% e os municípios com 12%, quando na realidade é a cidades que moram as pessoas e estão os problemas a serem resolvidos”, disse o prefeito sinalizando que o voto dele para senador é de Jayme Campos por confiança e certeza de que o mesmo vai desempenhar, como desempenhou no passado um trabalho eficiente em prol de Mato Grosso, sua gente e seus municípios.

“Assumi com o prefeito de Ponte Branca, Humberto Nogueira, o compromisso que estou assumindo com a população, ou seja, de muito trabalho e determinação na busca da solução dos problemas que Mato Grosso enfrenta e que começaram a ser solucionados a partir de janeiro de 2019”, ponderou Jayme Campos argumentando que tem esperança e determinação em fazer um grande trabalho em prol do Estado e de sua gente.



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TSE estuda desativar canais políticos no WhatsApp 48h antes da eleição


Proposta foi escrita pelo vice-presidente da Corte, André Mendonça

TSE faz últimos preparativos para o primeiro turno nas Eleições 2018

Uma minuta de resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) prevê que canais de WhatsApp com teor político e mais de 200 mil seguidores sejam desativados nas 48 horas anteriores e 24 horas posteriores ao segundo turno da eleição, marcado para o próximo domingo (25). 

Caso aprovada pelo plenário do TSE, a medida entraria em vigor de imediato, conforme o texto da minuta obtida pela Agência Brasil.

A minuta com a proposta passou a circular entre os ministros do TSE após o tema ser debatido em reuniões informais realizadas na sexta-feira (16) e na terça-feira (20). O texto foi redigido pelo ministro André Mendonça, vice-presidente da Corte Eleitoral.

Em nota à imprensa, o gabinete de Mendonça informou não se tratar de uma iniciativa pessoal do ministro, mas que coube a ele a autoria da minuta por ser tradição que as normas eleitorais sejam redigidas pelo vice-presidente do TSE.

“O objetivo discutido é proteger a integridade do pleito nas horas que antecedem e sucedem a votação, quando não há tempo hábil para resposta ou correção de conteúdos ilícitos”, diz a nota do gabinete de Mendonça.

A nota acrescenta ainda que o texto foi redigido a partir de um consenso interno, e que “os critérios em análise são objetivos e impessoais e valem igualmente para todos os canais de natureza político-eleitoral de grande alcance, qualquer que seja o candidato, o partido ou a orientação política”.

Caso seja aprovada, a iniciativa deve atingir o canal “Exército do Lula”, que atingiu nesta quarta (21) a marca de 7 milhões de inscritos no aplicativo de mensagens WhatsApp. Também seria desativado o canal “Tropa do Flávio”, que possui 2 milhões de inscritos.

Proposta

O texto da minuta aplica aos canais de transmissão de natureza político-eleitoral com mais de 200 mil seguidores as mesmas restrições que já vigoram sobre o conteúdo impulsionado de campanha, aquele cujo alcance é potencializado mediante pagamento às plataformas.

O texto também considera haver “alcance desproporcional de canais com grande audiência na difusão de conteúdos ilícitos”.

Em outro trecho, a proposta diz ainda que “o período compreendido entre as 48 (quarenta e oito) horas antes e as 24 (vinte e quatro) horas depois da eleição concentra o maior risco de dano irreversível à formação livre da vontade do eleitorado, por não haver tempo hábil para resposta, esclarecimento ou tutela jurisdicional efetiva”.

Controvérsia

A proposta surge após uma disputa de liminares em torno do canal “Exército do Lula”. Na semana passada, o canal foi retirado do ar pelo ministro Kássio Nunes Marques, presidente do TSE, após pedido da campanha do presidenciável Flávio Bolsonaro, que alegou disseminação de desinformação.

Logo em seguida, porém, o corregedor-nacional da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, restabeleceu o canal. Ele afirmou não haver elementos que justificassem a medida e que Nunes Marques não poderia ter suspendido o canal por via administrativa, como fez, uma vez que o caso já tramitava pela via judicial em processo relatado pelo próprio corregedor.

Pouco depois, porém, Nunes Marques voltou a suspender o canal, alegando que mesmo sendo administrado por um apoiador, o deputado André Janones (Rede-MG), a ferramenta teria vínculo com a campanha oficial, e portanto deveria estar registrado no TSE como tal.

Por fim, o Exército do Lula acabou sendo liberado pelo presidente do TSE, após o registro ter sido feito pela campanha oficial.

Felipe Pontes – repórter da Agência Brasil


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