Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 15 de Janeiro de 2026

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APOIO TUCANO: HUMBERTO NOGUEIRA DE PONTE BRANCA DECLARA APOIO PARA JAYME CAMPOS



MESMO SENDO PREFEITO DO PSDB, HUMBERTO NOGUEIRA SINALIZA QUE VOTAR EM JAYME CAMPOS É UM ATO CONSCIENTE EM BUSCA DE UM MATO GROSSO MELHOR

Candidato ao Senado pela Coligação Prá Mudar Mato Grosso, Jayme Campos 251 recebeu a declaração de apoio do prefeito de Ponte Branca, Humberto Nogueira (PSDB) pela sua caminhada para mais um mandato.

“Votar em Jayme Campos é assegurar que Mato Grosso terá uma firme posição no Senado da República e que os municípios serão ouvidos e atendidos em suas solicitações”, disse o prefeito Humberto Nogueira sinalizando que Jayme Campos já deu mais do que demonstrações de estar pronto para continuar trabalhando pelo engrandecimento do Estado.

Prefeito de Ponte Branca, 534 km de Cuiabá, e que faz parte do Vale do Araguaia, o prefeito Humberto Nogueira, disse que a cidade apesar de estar organizada e avançando é carente de investimentos públicos em áreas essenciais como saúde, educação, obras, geração de emprego e renda.

“É muito importante você ter um defensor intransigente de mudanças no atual sistema de partilha dos recursos públicos, pois a União fica com mais de 64%, os Estados com 24% e os municípios com 12%, quando na realidade é a cidades que moram as pessoas e estão os problemas a serem resolvidos”, disse o prefeito sinalizando que o voto dele para senador é de Jayme Campos por confiança e certeza de que o mesmo vai desempenhar, como desempenhou no passado um trabalho eficiente em prol de Mato Grosso, sua gente e seus municípios.

“Assumi com o prefeito de Ponte Branca, Humberto Nogueira, o compromisso que estou assumindo com a população, ou seja, de muito trabalho e determinação na busca da solução dos problemas que Mato Grosso enfrenta e que começaram a ser solucionados a partir de janeiro de 2019”, ponderou Jayme Campos argumentando que tem esperança e determinação em fazer um grande trabalho em prol do Estado e de sua gente.



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PISCICULTURA: Deputado Nininho mobiliza Assembleia Legislativa, Governo do Estado e agricultores para fomentar produção de peixe em Mato Grosso


Com recursos do Banco Mundial, deputado trabalha para organizar cadeia produtiva, implantar cooperativas e fortalecer piscicultura em Mato Grosso; iniciativa prevê projeto piloto na Baixada Cuiabana

O deputado estadual Ondanir Bortolini – Nininho (Republicanos) está mobilizando a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o governo estadual e o setor produtivo para reestruturar a piscicultura em Mato Grosso, com foco na Baixada Cuiabana. O parlamentar defende a integração de políticas públicas e a formação de cooperativas para absorver parte dos US$ 100 milhões garantidos junto ao Banco Mundial para a agricultura de pequena escala. A estratégia aponta para a verticalização da produção para retomar o protagonismo do Estado, que atualmente ocupa o sétimo lugar no ranking nacional.

 

Segundo Nininho, a Baixada Cuiabana possui características geográficas que favorecem o pequeno produtor em detrimento da agricultura de larga escala. “A aptidão das áreas aqui é mais voltada para a agricultura familiar e pequena propriedade. Não tem aptidão, muitas vezes, para a agricultura de grande escala. Precisamos achar uma maneira de fomentar essa atividade”, afirma Nininho.

 

A proposta do deputado envolve um consórcio entre a Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), a Empaer e universidades. O objetivo é criar uma estrutura que reduza custos operacionais, incluindo a produção regional de alevinos e a instalação de fábricas de ração próprias. “Nós vamos agregar mais valor no nosso produto e diminuir o custo dos insumos, o que faz com que a rentabilidade e a margem de lucro fiquem maiores para os nossos produtores”, explica Nininho.

CRÉDITO E COOPERATIVAS

Um dos pilares do projeto de Nininho visa o acesso a recursos internacionais. De acordo com a Seaf, os investimentos do Banco Mundial serão aplicados nos próximos cinco anos, priorizando ações sustentáveis. Para o deputado, a organização em cooperativas é a chave para que o pequeno piscicultor acesse esses fundos. “Nosso objetivo é estruturar toda essa cadeia. A ideia é criarmos cooperativas para incluir no programa do Banco Mundial, buscando recursos a fundo perdido para apoiar o pequeno produtor”, destaca.

 

A industrialização também está no radar do parlamentar. O parlamentar defende a criação de frigoríficos com certificação federal (Sisp/Sif) para que o peixe mato-grossense alcance novos mercados. “Essa cooperativa vai tirar o selo para poder ter a inspeção federal e vender esse pescado lá fora, não somente no mercado interno, mas no externo também”, projeta Nininho.

 

INTEGRAÇÃO TÉCNICA

 

A viabilidade do plano conta com o suporte da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), que propõe um diagnóstico de 800 propriedades para identificar gargalos tecnológicos. “O estudo vai permitir compreender as necessidades dos produtores, aprimorar a compra de insumos e desenvolver tecnologias adequadas à realidade local. O sucesso depende da integração entre pesquisa e produção”, explica o professor Márcio Hoshiba, da UFMT e integrante do Núcleo de Estudos em Pesca e Aquicultura (Nepes).

 

O presidente da Associação Mato-grossense dos Aquicultores (Aquamat), Darci Fornari, defende a integração e a verticalização da produção para aumentar a competitividade. “Temos potencial para sermos o maior produtor de peixe do Brasil. O desafio é fortalecer as cooperativas e reduzir a atuação isolada dos pequenos produtores, que representam 80% do setor. Queremos aplicar o modelo de sucesso das grandes operações também aos pequenos”, comenta.

 

 

 

PROTAGONISMO

 

Mato Grosso produziu 44,5 toneladas de peixe em 2024, com receita estimada em R$ 600 milhões, ocupando atualmente a sétima posição no ranking nacional. Para Nininho, o Estado reúne condições para recuperar o protagonismo no setor, desde que haja planejamento e políticas contínuas de apoio à produção.

 

“Mato Grosso tem os ativos necessários, água e tecnologia, mas carece de gestão integrada. Temos água em abundância e profissionais qualificados. Falta apenas organização e incentivo para retomarmos a liderança”, conclui o parlamentar.

Redação: Sérgio Ober


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