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APOIO TUCANO: HUMBERTO NOGUEIRA DE PONTE BRANCA DECLARA APOIO PARA JAYME CAMPOS



MESMO SENDO PREFEITO DO PSDB, HUMBERTO NOGUEIRA SINALIZA QUE VOTAR EM JAYME CAMPOS É UM ATO CONSCIENTE EM BUSCA DE UM MATO GROSSO MELHOR

Candidato ao Senado pela Coligação Prá Mudar Mato Grosso, Jayme Campos 251 recebeu a declaração de apoio do prefeito de Ponte Branca, Humberto Nogueira (PSDB) pela sua caminhada para mais um mandato.

“Votar em Jayme Campos é assegurar que Mato Grosso terá uma firme posição no Senado da República e que os municípios serão ouvidos e atendidos em suas solicitações”, disse o prefeito Humberto Nogueira sinalizando que Jayme Campos já deu mais do que demonstrações de estar pronto para continuar trabalhando pelo engrandecimento do Estado.

Prefeito de Ponte Branca, 534 km de Cuiabá, e que faz parte do Vale do Araguaia, o prefeito Humberto Nogueira, disse que a cidade apesar de estar organizada e avançando é carente de investimentos públicos em áreas essenciais como saúde, educação, obras, geração de emprego e renda.

“É muito importante você ter um defensor intransigente de mudanças no atual sistema de partilha dos recursos públicos, pois a União fica com mais de 64%, os Estados com 24% e os municípios com 12%, quando na realidade é a cidades que moram as pessoas e estão os problemas a serem resolvidos”, disse o prefeito sinalizando que o voto dele para senador é de Jayme Campos por confiança e certeza de que o mesmo vai desempenhar, como desempenhou no passado um trabalho eficiente em prol de Mato Grosso, sua gente e seus municípios.

“Assumi com o prefeito de Ponte Branca, Humberto Nogueira, o compromisso que estou assumindo com a população, ou seja, de muito trabalho e determinação na busca da solução dos problemas que Mato Grosso enfrenta e que começaram a ser solucionados a partir de janeiro de 2019”, ponderou Jayme Campos argumentando que tem esperança e determinação em fazer um grande trabalho em prol do Estado e de sua gente.



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Brasil - Polícia

Bilhetes com ordens do PCC mostram ligação de Deolane com facção


Investigação aponta relação com outras vertentes do crime organizado

Bilhetes que continham ordens internas dos integrantes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) apreendidos em 2019 em um presídio em Presidente Venceslau, no interior de São Paulo, levaram a polícia a abrir a investigação que culminou na Operação Vérnix, deflagrada nesta quinta-feira (21) pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e pela Polícia Civil.

Segundo as informações da Secretaria de Segurança Pública do estado de São Paulo (SSP-SP), os bilhetes não mencionavam o nome da influenciadora e advogada Deolane Bezerra, presa hoje na operação, mas foram o pontapé inicial para as investigações mostrarem que ela recebia valores provenientes de uma transportadora criada pelo PCC, com sede em Presidente Venceslau.

O dinheiro era repassado para outras contas para dificultar o rastreio. Duas dessas contas estão em nome de Deolane, que, segundo as investigações, fazia a lavagem do dinheiro.

Também foram alvo da operação Marco Herbas Camacho, o Marcola, chefe do PCC, que está preso na Penitenciária Federal de Brasília; Alejandro Camacho, irmão de Marcola, também preso em Brasília e notificado sobre a nova ordem de prisão; Paloma Sanches Herbas Camacho, sobrinha de Marcola e apontada como intermediária nos negócios da família, foragida na Espanha; e Leonardo Alexsander Ribeiro Herbas Camacho, sobrinho de Marcola e apontado como o destinatário do dinheiro lavado da família, que estaria na Bolívia.

Interpol

A Polícia Federal e o Ministério Público auxiliam nas buscas internacionais e os investigados entraram na Lista Vermelha da Interpol. Foram expedidos seis mandados de prisões preventivas, além do bloqueio de valores superiores a R$ 327 milhões e apreensão de 17 veículos de luxo e quatro imóveis.

De acordo com o Promotor de Justiça do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e membro do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), Lincoln Gakiya, as investigações terem chegado até Marcola e seu irmão Alejandro é importante porque mostram que, apesar de presos, ambos deixaram ordens pendentes e comunicações fora da cadeia.

Gokiya ressalta que as cartas encontradas na penitenciária em 2019 levaram as investigações até a transportadora.

“A empresa pertencia de fato à família Camacho, onde foi lavado esse dinheiro. O Marcola tem mais de 300 anos de pena para cumprir e ele certamente responderá a um novo processo, provavelmente sofrendo condenação nesse caso”, disse.

O promotor ressaltou que certamente haverá desdobramentos da Operação Vérnix, com o envolvimento de Deolane com outras pessoas e também com empresas ligadas a apostas – as bets.

“Nesse período de sete anos, mas principalmente de 2022 em diante, ela teve um aumento muito grande em seu faturamento. Inclusive sem correlação com o trabalho prestado. Então, isso vai gerar sonegação fiscal, vai gerar outras lavagens”, explicou.

Segundo o procurador-geral de Justiça de São Paulo, Paulo Sérgio de Oliveira e Costa, com a abertura dos sigilos bancário e fiscal, a investigação descobriu que Deolane mantém relacionamento com outras vertentes do crime organizado. As investigações revelaram que a influenciadora funciona como uma espécie de caixa do crime organizado.

Costa explica que, pelo poder econômico que a advogada adquiriu ao longo do tempo e influência, o crime organizado deposita esses valores nessa figura pública, e esse dinheiro acaba se misturando com o dinheiro de outras atividades.

“Quando é necessário, esses recursos retornam para o crime organizado. A prisão de uma influencer como essa, com mais de 20 milhões de seguidores, tem caráter pedagógico. Esperamos que cause um efeito de inibição”, afirmou o procurador.

Flávia Albuquerque – Repórter da Agência Brasil


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