Primavera do Leste / MT - Segunda-Feira, 29 de Junho de 2026

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As candidatas fictícias do PSC da vereadora Carmen



As mentiras contadas pelo presidente do PSC de Primavera
O Partido Social Cristão – PSC, prega em seu sistema de ideias os ensinamentos cristãos que entre os mandamentos é não mentir, mentira que está custando caro ao partido em Mato Grosso, na capital Cuiabá dois vereadores perderam o mandato.
O juiz Gonçalo Antunes de Barros Neto, da 55ª Zona Eleitoral de Cuiabá, cassou os mandatos dos vereadores Abílio Jacques Brunini e Sargento Joelson Fernandes do Amaral (ambos do PSC), além de seus suplentes vinculados ao Partido Social Cristão (PSC), declarando nulos os votos destinados a eles na eleição municipal de 2016.


Já em Primavera do Leste a pratica do partido não fica diferente, pois o PSC que tem como presidente senhor Oziel de Oliveira, marido da vereadora e candidata a prefeita por Primavera do Leste Carmen Borges, chegaram ao absurdo de lançar a assessora da vereadora Carmen, senhora Rosa de Jesus da Silva, que renunciou dias após o registro e também a nora Gessyca Bin que obteve 2 votos nas eleições 2016 para cumprir a cota feminina obrigatória, o partido em Primavera do Leste chegou a ser investigado pelo Ministério Publico Estadual.
A mentira não combina com aquilo que o partido fala em nível nacional, tendo como presidente pastor Everaldo, que por vocação é obrigado a manter-se na verdade, porém não é o que os seus correligionários tem feito com partido Brasil a fora, e em Primavera do Leste não fica diferente, mentiras, mentiras e mentiras para chegar ao poder, estratégia muito ruim quando o nome do partido já faz referência a algo tão sagrado que é quem acredita em Deus. “cristão: diz-se de ou aquele que professa ou frequenta igreja de uma das modalidades do cristianismo. 2 diz-se de ou o que é conforme ou compatível com os princípios do cristianismo.
As informações das candidatas estão no site http://www.gazetadopovo.com.br/vida-publica/eleicoes/2016/. Deixamos o espaço para o partido se pronunciar com outro lado dos fatos.

Com A Palavra 



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Justiça agenda primeiro júri popular de envolvido na execução de ex-presidente da OAB-MT


O juiz Marcos Faleiros da Silva deferiu, nesta sexta-feira (26), a oitiva de cinco testemunhas que irão prestar depoimento no plenário do Tribunal do Júri durante o julgamento de Alex Roberto de Queiroz Silva, o primeiro réu a ter a data de julgamento marcada pela execução do advogado e ex-presidente da OAB-MT, Renato Nery.

As testemunhas foram arroladas de forma conjunta pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e pela Defensoria Pública, que assina a defesa do acusado. Entre os depoimentos confirmados para a sessão está o de Renata Moreira Gomes Nery, filha da vítima.

De acordo com os autos e com as investigações policiais, Alex teria confessado a autoria material dos disparos após ser preso em março de 2025. O crime, segundo o inquérito, teria sido executado a mando do então sargento da Polícia Militar Heron Teixeira Pena Vieira, apontado como o responsável por fornecer o armamento utilizado no homicídio.

Embora o executor já esteja com o julgamento agendado, outras quatro pessoas denunciadas pelo MPMT também devem enfrentar o júri popular, mas ainda aguardam a definição de suas respectivas datas.

A denúncia oferecida pelo Ministério Público aponta que o casal Julinere Goulart Bentos e Cesar Jorge Sechi encomendou a morte do jurista pelo valor de R$ 200 mil, motivado por um forte inconformismo diante de uma disputa judicial que envolvia mais de 12 mil hectares de terras localizadas no município de Novo São Joaquim. Para viabilizar a execução, a acusação aponta que Jackson Pereira Barbosa e Ícaro Nathan Santos Ferreira atuaram diretamente como intermediários, sendo os encarregados da articulação com os executores, do fornecimento logístico da arma e do repasse dos pagamentos em dinheiro.

Todos os envolvidos responderão por homicídio qualificado, com agravantes que incluem motivo torpe (ou mediante recompensa), emprego de meio que resultou em perigo comum e recurso que dificultou a defesa da vítima. O processo também prevê uma causa de aumento de pena em decorrência da idade da vítima, que tinha 72 anos no momento do crime.

Os desdobramentos do caso também revelaram uma suposta rede de acobertamento composta por outros policiais militares, entre eles Jorge Rodrigo Martins, Leandro Cardoso, Wailson Alesandro Medeiros e Wekcerlley Benevides de Oliveira.

Segundo o MPMT, os militares teriam simulado um confronto que resultou na morte de Walteir Lima Cabral e na tentativa de homicídio de uma segunda pessoa. A ação paralela teria o objetivo deliberado de forjar provas fictícias e criar entraves para confundir a linha de apuração e blindar os verdadeiros mandantes do assassinato.

O crime

Renato Nery, renomado ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MT), foi assassinado no dia 5 de julho de 2024. Ele foi atingido por sucessivos disparos de arma de fogo logo após chegar à calçada de seu escritório de advocacia, localizado na Avenida Fernando Corrêa da Costa, na Capital.

O advogado chegou a ser socorrido com vida por equipes de resgate e passou por um procedimento cirúrgico de emergência em um hospital privado de Cuiabá, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos e faleceu poucas horas após a intervenção médica.


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