Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 23 de Abril de 2026

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Barbudo diz que somente familiares são confiáveis para gerir dinheiro do PSL-MT



O deputado federal Nelson Barbudo afirmou que não vê nenhuma irregularidade no fato de ter o marido da senadora  Selma Arruda e a própria filha para tomarem conta da  Tesouraria do PSL de Mato Grosso. O parlamentar declarou que o caso não se  trata de “nepotismo partidário” e os escolheu por considerá-los  de extrema confiança.

Barbudo assumiu a presidência  do PSL em Mato Grosso em 1º de janeiro, junto com a senadora Selma Arruda. A senadora   é vice-presidente estadual da sigla do presidente da República Jair Bolsonaro.

Para tomar conta das finanças da Tesouraria e administrar os R$ 3 milhões que agremiação receberá do Fundo Partidário neste ano, o deputado federal escolheu o marido de Selma,  o policial rodoviário federal aposentado Norberto Arruda, para a função de tesoureiro-geral da sigla. Já sua filha Nara Nelma Previdente  é a primeira-tesoureira do PSL mato-grossense.

As escolhas dos parentes foram classificadas por alguns como “nepotismo partidário”. Barbudo rechaça qualquer alegação de irregularidade no fato.

“Quer que eu coloque quem? O pessoal do PT? A minha filha trabalhou na campanha comigo e está desenvolvendo o PSL em 50 municípios do Estado. Ela tem um histórico ilibado. Você colocaria um estranho na sua casa para ficar de guarda da sua mulher? Não colocaria. Você precisa de uma pessoa de sua confiança”, disse o parlamentar, assegurando que não há nada que possa desabonar a filha para assumir tal função nem Norberto Arruda.

Ele declarou ter consultado a Executiva Nacional do PSL, que o autorizou a nomear a filha e também permitiu que Selma escolhesse o marido para ocuparem funções na legenda regional. De acordo com o parlamentar, Norberto e Nara assinarão cheques em conjunto. “Vão ser sempre os dois, para que haja uma conferência”, explicou ao site.

Quer que eu coloque quem? O pessoal do PT? A minha filha trabalhou na campanha comigo e está desenvolvendo o PSL em 50 municípios do Estado

Apesar das críticas, Barbudo assegurou que a filha dele e o marido de Selma permanecerão em suas funções no partido, por considerá-los “pessoas de extrema confiança”. Para justificar o fato, afirmou que a gestão anterior da agremiação deixou dívidas no Estado.

“Quando o PSL foi tocado por outras pessoas, sobraram R$ 140 mil de rombo, que o partido vai ter que pagar. Mas não pode ser pago com dinheiro que vem de Brasilia. Vão ter que fazer doações e parcelamento. Além disso, duas ou três pessoas que tocaram o PSL anteriormente fizeram dois CNPJs do partido e agora estou tendo que entrar na Justiça para arrumar”, afirmou.

As falhas ocorreram na gestão do ex-deputado federal Victório Galli, hoje líder do diretório da sigla em Cuiabá e do vereador Wilson Kero Kero. “Não digo que houve roubo, mas ficaram R$ 140 mil em dívidas para o partido pagar. Por isso, coloquei pessoas de minha confiança, para não acontecer o que aconteceu”, justificou.

Por fim, ele ressaltou que o responsável por administrar o PSL em todo o Estado é Carlos Hayashida, que lidera a Secretária-Geral do partido. “Ele é meu homem de confiança, porque conduziu o PSL durante a campanha e tenho plena confiança nele”, disse o deputado federal.

RD News / Vinícius Lemos e Jacques Gosch



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Irmãs do Tigrinho ostentam viagens internacionais com maridos, carrões e mansões; fotos


Apontados como líderes de um esquema de fraudes milionárias e lavagem de dinheiro envolvendo o “Jogo do Tigrinho”, o empresário Wilton Vagner Vasconcelos Magalhães e sua esposa, Jéssica Orben Vasconcelos Magalhães, ostentam uma vida de luxo nas redes sociais. Irmã de Jéssica, a inflluenciadora Lili Vasconcelos, e seu marido, Erison Coutinho, também foram alvos da PJC.

Viagens para o exterior, carros de luxo e imóveis de alto padrão fazem parte das postagens dos dois casais nas internet.

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Lili Vasconcelos e Erison Coutinho

Jéssica e Lili são apontadas como digitais influencers. Elas possuem,

que os valores obtidos eram dissimulados por meio de empresas, movimentações financeiras fracionadas e aquisição de bens de alto valor, incluindo imóveis de luxo, veículos importados, como BMW, Land Rover e Porsche, e outros patrimônios incompatíveis com a renda declarada.

 

Há indícios ainda de uso de “laranjas” e empresas de fachada, bem como transações simuladas para dificultar o rastreamento financeiro. Relatórios técnicos produzidos ao longo da investigação evidenciaram movimentações milionárias, divergências fiscais e vínculos com outras pessoas investigadas por crimes semelhantes, além de conexões com plataformas e contatos internacionais associados a fraudes digitais.

 

Segundo a Polícia Civil, o alto padrão de vida ostentado pelos investigados, considerado incompatível com a renda formal declarada, foi um dos pontos que chamou a atenção nas investigações.

 

Durante cumprimento de mandado numa mansão, os policiais encontraram um Porsche vermelho e uma caminhonete Dodge RAM. Em outro local, foi encontrado um veículo da marca Jaguar e um Haval.

As imagens das mansões também impressionam.

Uma pistola 9mm com 50 munições foi apreendida com Wilton Magalhães. Ele foi preso em flagrante e passará por audiência de custódia no Fórum de Cuiabá.

 

INVESTIGAÇÕES

 

Os elementos apurados apontaram que os investigados utilizavam redes sociais para promover os jogos, atraindo participantes com promessas de ganhos fáceis e elevados. O modelo de funcionamento apresentava características típicas de pirâmide financeira, em que os rendimentos dependiam da entrada de novos usuários.

 

Apontado como principal articulador do esquema, o alvo principal exercia papel central na movimentação financeira e na ocultação dos valores ilícitos ganhos com a divulgação dos jogos de azar, utilizando empresas e bens de alto valor para dar aparência de legalidade aos recursos.

 

As investigações também apontaram que os valores obtidos eram dissimulados por meio de empresas, movimentações financeiras fracionadas e aquisição de bens de alto valor, incluindo imóveis de luxo, veículos importados, como BMW, Land Rover e Porsche, e outros patrimônios incompatíveis com a renda declarada.

 

Há indícios ainda de uso de “laranjas” e empresas de fachada, bem como transações simuladas para dificultar o rastreamento financeiro. Relatórios técnicos produzidos ao longo da investigação evidenciaram movimentações milionárias, divergências fiscais e vínculos com outras pessoas investigadas por crimes semelhantes, além de conexões com plataformas e contatos internacionais associados a fraudes digitais.

 

As investigações também apontaram o papel central da esposa e da cunhada do principal investigado, que atuavam como influenciadoras digitais no esquema criminoso e utilizavam suas redes sociais para promover plataformas ilegais de apostas, atraindo seguidores com promessas de ganhos fáceis e elevados.

 

Por meio de postagens frequentes, ostentação de resultados e divulgação de links para acesso aos jogos, as investigadas ampliavam o alcance das plataformas, muitas vezes utilizando contas demonstrativas para simular lucros. Além de fomentar a adesão de novos usuários, essa atuação contribuía diretamente para a geração de receitas ilícitas, posteriormente inseridas no sistema financeiro por meio de mecanismos de ocultação e dissimulação.

Fonte: Midiajur

 

 


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