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Ao todo, 800 testes de etilômetro foram feitos durante a operação Independência. No feriado prolongado, 34 pessoas ficaram feridas e quatro pessoas morreram em acidentes.
Cinco motoristas foram presos por dirigirem embriagados em rodovias federais de Mato Grosso no feriado prolongado. As prisões foram feitas durante os quatro dias da operação Independência da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
A operação teve início na quinta-feira (6) e foi encerrada no domingo (10).
Ao todo, 800 testes de etilômetro, que também resultaram em 17 autuações de motoristas que apresentaram concentração de álcool superior a 0.34 mg/l, o que é considerado crime pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
Outras seis pessoas foram detidas por crimes diversos, entre eles tráfico e mandado de prisão em aberto e uso de documento falso.
Os radares móveis capturaram 1.426 imagens de veículos trafegando em velocidade superior a máxima permitida na via. Outros 71 condutores fizeram ultrapassagens indevidas e foram autuados.
Ainda durante a operação, 29 acidentes foram registrados. O número é 27,5% menor em relação ao mesmo período do ano passado, quando 40 acidentes foram registrados.
No feriado prolongado, 34 pessoas ficaram feridas e quatro pessoas morreram.
Na noite de sexta (7), uma pessoa morreu após colisão frontal entre caminhão e veículo de passeio na BR-163, em Guarantã do Norte, a 721 km de Cuiabá.
Ja no sábado (8), uma colisão frontal entre duas motocicletas deixou dois mortos na BR-070, em Campo Verde, a 139 km de Cuiabá.
Na noite do domingo (9), o motorista de um caminhão morreu após sair de pista e tombar na BR-070, em Poconé.
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Relatórios apontam viagens institucionais, mas datas coincidem com lançamento de campanha eleitoral; ausência em programa de saúde local também chama atenção

Viagens oficiais com destino a Cuiabá, justificadas como cumprimento de agenda institucional, têm levantado questionamentos após análise de documentos públicos. Relatórios assinados por assessores e servidores indicam participação em reuniões na Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), com retorno ao município no dia seguinte.
No entanto, as datas dessas viagens coincidem com o período do lançamento da campanha de Léo, realizado na capital. A sobreposição entre compromissos oficialmente descritos como institucionais e um evento político levanta dúvidas sobre a real natureza das agendas cumpridas.
Os documentos registram pagamentos de diárias, incluindo R$ 1.500,00 destinados a Gisely Fernanda Pereira da Silva e R$ 250,00 para Elnatan Oliveira Reis Medeiros, além de outros valores vinculados a deslocamentos com roteiro semelhante: ida à capital, participação em reunião e retorno no dia seguinte.
Relatórios assinados por Gustavo Saint Clair Ferreira Caldeira e Valmislei Alves dos Santos reforçam a justificativa de “cumprimento de agenda parlamentar”, enquanto registros adicionais indicam participação de Gisele Ferreira Ferraz em reuniões na AMM e no INCRA.
Do ponto de vista formal, a documentação apresenta todos os elementos exigidos: declarações de comparecimento, assinaturas e descrição das atividades realizadas.
Ainda assim, a coincidência com um evento político relevante levanta questionamentos sobre o uso de recursos públicos para deslocamentos que podem não ter caráter exclusivamente institucional.
Outro ponto que chama atenção é o contraste entre essas agendas na capital e a atuação local dos envolvidos.
Parte dos nomes associados às viagens aparece com frequência em críticas à situação da saúde pública em Primavera do Leste. No entanto, não há registro de presença de alguns desses críticos no lançamento do programa “Vira Saúde”, iniciativa voltada à melhoria do atendimento à população no próprio município.
A ausência em um evento diretamente ligado à saúde pública local reforça o debate sobre prioridades e coerência entre discurso e prática.
Embora os documentos estejam formalmente corretos, especialistas em gestão pública destacam que a transparência não se limita à comprovação de deslocamentos e reuniões, mas também envolve a demonstração de resultados concretos dessas agendas.
Até o momento, não há detalhamento público sobre os impactos diretos dessas viagens para a população.
Diante disso, permanecem as perguntas:
Qual foi o retorno efetivo dessas agendas?
E qual o limite entre compromisso institucional e participação em atividades de natureza política?


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