Primavera do Leste / MT - Domingo, 22 de Fevereiro de 2026

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Com suspeita de desvios de recursos da Covid-19, relator não entrega relatório final de CPI em Nova Xavantina



Procuração assinada para o investigado defender o relator da CPI

Uma CPI – Comissão Parlamentar de Inquérito, criada em 2021 pela Câmara Municipal de Vereadores de Nova Xavantina MT, 658,4 km de Cuiabá, para apurar possíveis desvios de verbas enviadas há época pelo presidente Bolsonaro (PL), aos municípios, é no município de Nova Xavantina houve denúncias de possíveis desvios, foram feitas pelo cidadão Valteri Araújo da Silva, o requerimento pede para investigar e verificar a forma e destinação das verbas federais e estaduais destinadas ao combate do COVID 19 no município, com o propósito de se especificar com que foram efetivamente aplicadas, nos exercícios 2019 e 2020, na gestão do ex-prefeito João Batista Vaz da Silva (Cebola).

O escolhido para relatar a CPI foi o vereador Ednaldo Fragas (PSD), porém segundo informações apuradas, ele não entrega o relatório final para ir a plenário, procurado pela reportagem Ednaldo não respondeu, já o ex-prefeito João Batista pediu que conversasse com o vereador Ednaldo sobre o processo.

Interessante que chegou à redação do site uma procuração assinada pelo vereador Ednaldo para o investigado ex-prefeito Cebola, que é advogado, o defender em processo como seu advogado.

A redação continua à disposição das partes para trazer todos os lados da notícia que envolve dinheiro público com possíveis desvios.

 



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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