Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 30 de Abril de 2026

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Polícia

Policia Civil de Nova Xavantina prende suspeito de atirar em detenta



A prisão ocorreu durante operação em um ponto de venda de drogas.

Delegado de policia Dr. Raphael Diniz

Polícia Civil de Nova Xavantina( 554 km de Cuiabá) prendeu várias pessoas em operação comandada pelo delegado de  Dr. Raphael Diniz na manhã desta quarta feira (16), visando apurar crimes de furto qualificado ocorrido no final do ano de 2023 e início de 2024.

 

Durante as investigações foi descoberto uma chácara na beira do Rio das Mortes que estava sendo utilizada por meliantes foragidos da justiça envolvidos nos delitos ocorrido no final do ano 2023 e no início deste ano, o local e também servia como esconderijo de entorpecentes, armas e munições.

 

Foram aprendido três motocicletas , maconha, pasta base, cocaína, balança de precisão, plástico filme para embalagem, dinheiro em espécie em notas trocadas e outros itens os quais o morador não soube dizer a origem.

Todos os presentes na residência foram conduzidos para a delegacia.

 

Informações do delegado  Raphael Diniz, que através das investigações entre os presos, está o suspeito de ter participado da tentativa de homicídio contra uma detenta que estava no semiaberto trabalhando em uma praça no município de Nova Xavantina, e foi alvejada por disparos de arma de fogo, as investigações continuam.



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Opinião - política

Diárias oficiais coincidem com evento político em Cuiabá e levantam questionamentos


Relatórios apontam viagens institucionais, mas datas coincidem com lançamento de campanha eleitoral; ausência em programa de saúde local também chama atenção

Viagens oficiais com destino a Cuiabá, justificadas como cumprimento de agenda institucional, têm levantado questionamentos após análise de documentos públicos. Relatórios assinados por assessores e servidores indicam participação em reuniões na Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), com retorno ao município no dia seguinte.

No entanto, as datas dessas viagens coincidem com o período do lançamento da campanha de Léo, realizado na capital. A sobreposição entre compromissos oficialmente descritos como institucionais e um evento político levanta dúvidas sobre a real natureza das agendas cumpridas.

Os documentos registram pagamentos de diárias, incluindo R$ 1.500,00 destinados a Gisely Fernanda Pereira da Silva e R$ 250,00 para Elnatan Oliveira Reis Medeiros, além de outros valores vinculados a deslocamentos com roteiro semelhante: ida à capital, participação em reunião e retorno no dia seguinte.

Relatórios assinados por Gustavo Saint Clair Ferreira Caldeira e Valmislei Alves dos Santos reforçam a justificativa de “cumprimento de agenda parlamentar”, enquanto registros adicionais indicam participação de Gisele Ferreira Ferraz em reuniões na AMM e no INCRA.

Do ponto de vista formal, a documentação apresenta todos os elementos exigidos: declarações de comparecimento, assinaturas e descrição das atividades realizadas.

Ainda assim, a coincidência com um evento político relevante levanta questionamentos sobre o uso de recursos públicos para deslocamentos que podem não ter caráter exclusivamente institucional.

Contraste com agenda local de saúde

Outro ponto que chama atenção é o contraste entre essas agendas na capital e a atuação local dos envolvidos.

Parte dos nomes associados às viagens aparece com frequência em críticas à situação da saúde pública em Primavera do Leste. No entanto, não há registro de presença de alguns desses críticos no lançamento do programa “Vira Saúde”, iniciativa voltada à melhoria do atendimento à população no próprio município.

A ausência em um evento diretamente ligado à saúde pública local reforça o debate sobre prioridades e coerência entre discurso e prática.

Transparência e resultado

Embora os documentos estejam formalmente corretos, especialistas em gestão pública destacam que a transparência não se limita à comprovação de deslocamentos e reuniões, mas também envolve a demonstração de resultados concretos dessas agendas.

Até o momento, não há detalhamento público sobre os impactos diretos dessas viagens para a população.

Diante disso, permanecem as perguntas:

Qual foi o retorno efetivo dessas agendas?
E qual o limite entre compromisso institucional e participação em atividades de natureza política?


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