Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 30 de Abril de 2026

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Cuiabano reaparece e diz que sumiu para fugir do casamento



O cuiabano Maycon Massao da Costa Kunni, 36, dado como desaparecido na município de Registro, no Estado de São Paulo, copmpareceu a uma delegacia da Polícia Civil após entrar em contato com o irmão. O rapaz, que recentemenete retornou do Japão, alegou em boletim de ocorrência que sumiu “espontaneamente” por não querer viver com sua esposa.

O sumiço completaria 7 dias e gerou um alerta de amigos e familiares que compartilharam nas redes sociais fotos e informações do rapaz.

Uma publicação do irmão, na rede social, garante que o irmão passa bem e que agora deve receber o apoio de familiares. “Ele estava tentando entrar em contato comigo mas não conseguia, mas graças a Deus Ele conseguiu entrar em contato e finalmente nos encontramos…e estamos indo pra casa…e como ele teve uma filha com essa mulher a neném não vamos deixar desamparada financeiramente…todos da minha família vão ajudar”, descreveu em postagem.

Maycon mora há 11 meses na cidade de Registro, em São Paulo. A Polícia Civil local já registrou a ocorrência.

Na rede social, os amigos do rapaz publicaram mensagens de alívio e desejam força para os familiares.

O desaparecimento dado com exclusividade pelo site Folha Max, resultou em diversos compartilhamentos. A esposa do rapaz entrou em contato com a redação ameaçando a reportagem por divulgar o sumiço dele.

Folha Max 



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Opinião - política

Diárias oficiais coincidem com evento político em Cuiabá e levantam questionamentos


Relatórios apontam viagens institucionais, mas datas coincidem com lançamento de campanha eleitoral; ausência em programa de saúde local também chama atenção

Viagens oficiais com destino a Cuiabá, justificadas como cumprimento de agenda institucional, têm levantado questionamentos após análise de documentos públicos. Relatórios assinados por assessores e servidores indicam participação em reuniões na Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), com retorno ao município no dia seguinte.

No entanto, as datas dessas viagens coincidem com o período do lançamento da campanha de Léo, realizado na capital. A sobreposição entre compromissos oficialmente descritos como institucionais e um evento político levanta dúvidas sobre a real natureza das agendas cumpridas.

Os documentos registram pagamentos de diárias, incluindo R$ 1.500,00 destinados a Gisely Fernanda Pereira da Silva e R$ 250,00 para Elnatan Oliveira Reis Medeiros, além de outros valores vinculados a deslocamentos com roteiro semelhante: ida à capital, participação em reunião e retorno no dia seguinte.

Relatórios assinados por Gustavo Saint Clair Ferreira Caldeira e Valmislei Alves dos Santos reforçam a justificativa de “cumprimento de agenda parlamentar”, enquanto registros adicionais indicam participação de Gisele Ferreira Ferraz em reuniões na AMM e no INCRA.

Do ponto de vista formal, a documentação apresenta todos os elementos exigidos: declarações de comparecimento, assinaturas e descrição das atividades realizadas.

Ainda assim, a coincidência com um evento político relevante levanta questionamentos sobre o uso de recursos públicos para deslocamentos que podem não ter caráter exclusivamente institucional.

Contraste com agenda local de saúde

Outro ponto que chama atenção é o contraste entre essas agendas na capital e a atuação local dos envolvidos.

Parte dos nomes associados às viagens aparece com frequência em críticas à situação da saúde pública em Primavera do Leste. No entanto, não há registro de presença de alguns desses críticos no lançamento do programa “Vira Saúde”, iniciativa voltada à melhoria do atendimento à população no próprio município.

A ausência em um evento diretamente ligado à saúde pública local reforça o debate sobre prioridades e coerência entre discurso e prática.

Transparência e resultado

Embora os documentos estejam formalmente corretos, especialistas em gestão pública destacam que a transparência não se limita à comprovação de deslocamentos e reuniões, mas também envolve a demonstração de resultados concretos dessas agendas.

Até o momento, não há detalhamento público sobre os impactos diretos dessas viagens para a população.

Diante disso, permanecem as perguntas:

Qual foi o retorno efetivo dessas agendas?
E qual o limite entre compromisso institucional e participação em atividades de natureza política?


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