Primavera do Leste / MT - Sábado, 24 de Outubro de 2026

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Agro - política

Deputado estadual @wilsonsantosmt falou durante lançamento do Programa Solo Vivo do governo federal, sobre anexar a região da Nova Poxoréu ao município de Primavera do Leste



Mais de 7,7 mil máquinas, equipamentos, insumos, veículos e caminhões foram entregues para pequenos produtores neste período

O Governo de Mato Grosso já investiu R$ 720 milhões na agricultura familiar nos últimos seis anos. Os recursos possibilitaram a entrega de 7.709 máquinas e equipamentos, fortalecendo a produção no campo e impulsionando o uso de tecnologia para ampliar a produtividade. Os investimentos são realizados por meio da Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf).

Entre as máquinas e equipamentos cedidos ao longo da gestão, estão, por exemplo, patrulhas mecanizadas, caminhões, caminhonetes, plantadeiras, ordenhadeiras e unidades de resfriamento. O Governo ainda distribuiu 28 mil doses de sêmen e 2.875 embriões bovinos. Também, 1.894 novilhas prenhes.

Entre as entregas realizadas estão mais de 61 mil toneladas de calcário e 991,5 mil mudas de cacau, café e banana. A distribuição de mudas é feita por meio do programa MT Produtivo, que atende, entre os beneficiários, comunidades quilombolas e indígenas.

A produção em diversas regiões do Estado tem se transformado, como destaca Francisco Costa, agricultor familiar e cooperado da Cooperativa de Produtores Familiares de Várzea Grande (Coopeveg).

“Os investimentos do Governo melhoraram muito a nossa produção. Eu e minha família vivemos da agricultura familiar. A Seaf e a Empaer (Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural) são fundamentais para nós, e hoje vivemos 100% dessa maravilha”, afirmou.

A Coopeveg foi apoiada pelo Governo de Mato Grosso com a entrega de três caminhões, o que segundo os cooperados, melhorou significativamente a logística.

“A gente agradece muito o apoio e o suporte que o Governo nos dá com a Seaf e a Empaer, que não medem esforços para nos atender”, completou Francisco.

Outro destaque é o Fundo de Apoio à Agricultura Familiar (Fundaaf), que está em fase de implantação e será sustentado por dotações orçamentárias do Tesouro Estadual. Serão destinados 4% do Fethab em 2025 e 5% em 2026, com o objetivo de fomentar o desenvolvimento rural sustentável de forma contínua.

Além disso, está em fase de conclusão o programa MT Produtivo, em parceria com o Banco Mundial, que prevê mais de R$ 500 milhões em investimentos para o fortalecimento da produção sustentável de alimentos, com foco na geração de renda, inclusão produtiva e sustentabilidade.

Além da infraestrutura, a Empaer tem sido fundamental para o desenvolvimento sustentável da agricultura familiar com assistência técnica. O apoio especializado oferecido aos produtores garante mais eficiência, qualidade e renda para as famílias que vivem no campo, incluindo povos indígenas e comunidades quilombolas.

O impacto também é sentido por quem consome os produtos da agricultura familiar. “Conseguimos agregar valor ao produto e à mão de obra do produtor. Em Colniza, a produção de café está a todo vapor e o apoio do Governo fez toda a diferença”, afirmou Rogério Alexandre, consumidor e entusiasta da produção local.

Com ações integradas, o Governo de MT segue seu compromisso com o fortalecimento da agricultura familiar, promovendo inclusão social, segurança alimentar e desenvolvimento sustentável no Estado.

MidiaJur



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política

TSE estuda desativar canais políticos no WhatsApp 48h antes da eleição


Proposta foi escrita pelo vice-presidente da Corte, André Mendonça

TSE faz últimos preparativos para o primeiro turno nas Eleições 2018

Uma minuta de resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) prevê que canais de WhatsApp com teor político e mais de 200 mil seguidores sejam desativados nas 48 horas anteriores e 24 horas posteriores ao segundo turno da eleição, marcado para o próximo domingo (25). 

Caso aprovada pelo plenário do TSE, a medida entraria em vigor de imediato, conforme o texto da minuta obtida pela Agência Brasil.

A minuta com a proposta passou a circular entre os ministros do TSE após o tema ser debatido em reuniões informais realizadas na sexta-feira (16) e na terça-feira (20). O texto foi redigido pelo ministro André Mendonça, vice-presidente da Corte Eleitoral.

Em nota à imprensa, o gabinete de Mendonça informou não se tratar de uma iniciativa pessoal do ministro, mas que coube a ele a autoria da minuta por ser tradição que as normas eleitorais sejam redigidas pelo vice-presidente do TSE.

“O objetivo discutido é proteger a integridade do pleito nas horas que antecedem e sucedem a votação, quando não há tempo hábil para resposta ou correção de conteúdos ilícitos”, diz a nota do gabinete de Mendonça.

A nota acrescenta ainda que o texto foi redigido a partir de um consenso interno, e que “os critérios em análise são objetivos e impessoais e valem igualmente para todos os canais de natureza político-eleitoral de grande alcance, qualquer que seja o candidato, o partido ou a orientação política”.

Caso seja aprovada, a iniciativa deve atingir o canal “Exército do Lula”, que atingiu nesta quarta (21) a marca de 7 milhões de inscritos no aplicativo de mensagens WhatsApp. Também seria desativado o canal “Tropa do Flávio”, que possui 2 milhões de inscritos.

Proposta

O texto da minuta aplica aos canais de transmissão de natureza político-eleitoral com mais de 200 mil seguidores as mesmas restrições que já vigoram sobre o conteúdo impulsionado de campanha, aquele cujo alcance é potencializado mediante pagamento às plataformas.

O texto também considera haver “alcance desproporcional de canais com grande audiência na difusão de conteúdos ilícitos”.

Em outro trecho, a proposta diz ainda que “o período compreendido entre as 48 (quarenta e oito) horas antes e as 24 (vinte e quatro) horas depois da eleição concentra o maior risco de dano irreversível à formação livre da vontade do eleitorado, por não haver tempo hábil para resposta, esclarecimento ou tutela jurisdicional efetiva”.

Controvérsia

A proposta surge após uma disputa de liminares em torno do canal “Exército do Lula”. Na semana passada, o canal foi retirado do ar pelo ministro Kássio Nunes Marques, presidente do TSE, após pedido da campanha do presidenciável Flávio Bolsonaro, que alegou disseminação de desinformação.

Logo em seguida, porém, o corregedor-nacional da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, restabeleceu o canal. Ele afirmou não haver elementos que justificassem a medida e que Nunes Marques não poderia ter suspendido o canal por via administrativa, como fez, uma vez que o caso já tramitava pela via judicial em processo relatado pelo próprio corregedor.

Pouco depois, porém, Nunes Marques voltou a suspender o canal, alegando que mesmo sendo administrado por um apoiador, o deputado André Janones (Rede-MG), a ferramenta teria vínculo com a campanha oficial, e portanto deveria estar registrado no TSE como tal.

Por fim, o Exército do Lula acabou sendo liberado pelo presidente do TSE, após o registro ter sido feito pela campanha oficial.

Felipe Pontes – repórter da Agência Brasil


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