Primavera do Leste / MT

HOME / NOTÍCIAS

Polícia

Deputado, ex-chefe da Casa Civil e 4 empresários são presos em MT



O deputado estadual Mauro Savi (DEM) e o ex-secretário chefe da Casa Civil de Mato Grosso, Paulo Taques, foram presos na manhã de hoje na segunda fase da “Operação Bereré”. A ação desta quarta-feira foi deflagrada pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado) e é denominada da “Bônus”.

Além de Savi e Taques, que é primo do governador Pedro Taques (PSDB), o desembargador José Zuquim determinou a prisão preventiva de outras quatro pessoas, além de cinco mandados de busca e apreensão. Dos mandados de prisão, quatro já foram cumpridos em Cuiabá, Brasília (DF) e São Paulo (SP).

Os empresários Roque Anildo e Reinheimer e Claudemir Pereira dos Santos, conhecido como “Grilo”, também já estão presos. Eles são donos da empresa Santos Treinamento, que é uma empresa de fachada usada para os desvios no orgão que chegaram a R$ 27 milhões durante a gestão do ex-governador Silval Barbosa (sem partido).

Savi, Taques, Roque e “Grilo” já estão presos e neste momento são levados a sede do Gaeco, em Cuiabá. Eles passarão por exame de corpo de delito e, à tarde, passarão por audiência de custódia até serem levados ao sistema prisional.

De acordo com o Gaeco, a operação de hoje é baseada nos documentos apreendidos, colaborações premiadas e depoimentos colhidos na primeira fase no mês de fevereiro. Outras fases deverão ser realizadas.

O ADVOGADO

Um detalhe interessante na fase de hoje é que Paulo Taques vinha atuando justamente como advogado de defesa do parlamentar democrata. Aliás, ele chegou a acompanhar o parlamentar e parentes em depoimentos na sede do Gaeco em decorrência da primeira fase.

Esta é mais uma prisão de Taques. Ele já havia sido detido por participação no esquema de grampos ilegais no Estado.

FolhaMax



COMENTÁRIOS

0 Comentários

Deixe o seu comentário!





*

HOME / NOTÍCIAS

Polícia

Mulher confessa homicídio do esposo e mistério termina sobre desaparecimento


O delegado Flávio Leonardo, responsável pela investigação do desaparecimento de Edvan Moreira, falou sobre o homicídio e forneceu atualizações cruciais sobre o caso. O que inicialmente parecia um mistério envolvendo o sumiço de Edvan, ganhou novos contornos após intensas diligências e avanços nas investigações conduzidas pela Polícia Civil.

Edvan Moreira, residente em uma fazenda a aproximadamente 50 km do centro de Canarana, teria saído para cidade no dia 7, conforme relatos iniciais. No entanto, a descoberta da motocicleta da vítima na própria fazenda, em uma área de mata a cerca de 5 km de distância, levantou suspeitas sobre o desaparecimento.

“Localizamos a motocicleta da vítima em uma área de mata próxima à fazenda onde trabalhava. No entanto, estava claramente evidente que ela havia sido deliberadamente jogada em um rio para dificultar sua localização”, explicou o delegado Flavio Leonardo.

A reviravolta no caso ocorreu quando a esposa de Edvan, após ser submetida a uma nova entrevista como parte das investigações, confessou o homicídio. Ela admitiu ter disparado três tiros contra o marido, ocultando seu corpo e a motocicleta em locais distintos, distanciados da fazenda.

“Após a execução do homicídio, a suspeita utilizou uma máquina para transportar a motocicleta de Edvan e seu corpo para locais distantes da propriedade, em uma tentativa de dificultar a descoberta”, acrescentou o delegado.

A colaboração da esposa de Edvan foi fundamental para a identificação do local onde o corpo foi ocultado. As autoridades realizaram uma inspeção no local indicado, que foi confirmado pela Polícia Técnico-Científica como o local do crime.

Além disso, a polícia está investigando a possibilidade de que a suspeita tenha recebido ajuda para ocultar os objetos e o corpo da vítima, dadas as características do local de descarte da motocicleta.

A arma do crime, uma espingarda, foi apreendida pela polícia como parte das evidências. Agora, as autoridades conduzirão exames de DNA para confirmar a identidade do corpo encontrado e prosseguirão com as acusações de ocultação de cadáver e homicídio contra a esposa de Edvan.

O delegado Flávio Leonardo encerrou a coletiva reiterando o compromisso da Polícia Civil em buscar a verdade e garantir que a justiça seja feita para Edvan Moreira e sua família. O caso continua em andamento, com as autoridades empenhadas em esclarecer todos os detalhes e possíveis cúmplices envolvidos nesse trágico desfecho.

Araguaia FM


Antenado News