Primavera do Leste / MT - Domingo, 22 de Fevereiro de 2026

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Devolução de dinheiro para prefeitura de Primavera na gestão do vereador Manoel Mazzutti, onde foram gastos os milhões?



No total foram devolvidos mais de 6 milhões de reais, porém não sabemos onde foi  aplicado

No dia 1 de janeiro de 2021, vereador Manoel Mazzutti(MDB), assumiu a presidência da Câmara de Primavera do Leste, com discurso de economicidade, trabalhar pela Casa de Leis e sociedade, “Nós queremos que a população saiba que o poder legislativo de Primavera do Leste não será um puxadinho de outros poderes, nós teremos autonomia para contribuir com crescimento do município”. Disse em seu primeiro discurso.

A devolução do duodécimo é um importante mecanismo de transparência e responsabilidade fiscal que evidencia a gestão criteriosa dos recursos públicos, demonstrando que o Legislativo operou dentro de seus limites orçamentários, sem exceder suas necessidades financeiras ao longo do ano, e durante: Gestão Mazzutti, foram devolvidos ANO 2021 – R$ 4.518.788,14, ANO 2022 – R$ 1.834.619,19.

Vereador Manoel durante sua gestão começou a obra do anexo da Câmara de Vereadores com previsão inicial de 2.171.500,00 (Dois milhões cento e setenta e um mil e quinhentos reais), obra que apresentou algumas falhas no projeto e foi adequado na gestão do atual presidente Vado(MDB). Conforme assessoria de imprensa da Câmara de Vereadores as irregularidades foram sanadas e está tudo de acordo. Ainda a assessoria afirma que os valores devolvidos por Mazzutti, cabe a prefeitura explicar onde foram gastos o duodécimo devolvido.

Redação.



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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