Primavera do Leste / MT - Quarta-Feira, 04 de Novembro de 2026

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Brasil

Embrapa enfrenta sua maior crise em 45 anos



Instituição pública tem seu orçamento de R$ 3,5 bilhões ameaçado por um corte de 20%

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) enfrenta uma crise política, orçamentária e científica sem precedentes em seus quase 45 anos de história, a serem completados em abril. Maior instituição pública de pesquisa do País e responsável pela tropicalização de culturas como a soja, a Embrapa tem seu orçamento de R$ 3,5 bilhões ameaçado por um corte estimado em mais de 20% em 2018.

Cerca de 85% do orçamento é consumido com pagamento de salários e benefícios dos 9,6 mil funcionários. As despesas com pesquisa (R$ 66,8 milhões) representaram 2% dos gastos da estatal em 2017.

O valor é o menor desde 2010 e está 31% abaixo dos R$ 96,9 milhões investidos na área em 2016. Os contingenciamentos promovidos pelo governo federal, segundo a Embrapa, explicam a queda.

Recentemente, a estatal passou a ser criticada internamente por pesquisadores e até pelo ministro da Agricultura, Blairo Maggi. Ele costuma dizer que a Embrapa “vive dos louros do passado”. A crise interna se tornou pública, no início do mês, no artigo “Por favor, Embrapa: acorde!”, do sociólogo rural Zander Navarro. O texto, publicado no Estado, em 5 de janeiro, provocou a demissão de Navarro, pesquisador da Embrapa.

A saída para a crise também é polêmica e passa por uma reestruturação completa na empresa. Estão previstas desde medidas simples, como a redução de linhas de ônibus destinadas ao transporte de funcionários em sua sede, em Brasília, às mais radicais, como o fim de unidades, redução de centros de pesquisas e um Programa de Desligamento Incentivado (PDI) para reduzir em até 20% gastos com pessoal.

Com o PDI, a Embrapa pretende reduzir a folha de pagamento, mas manter o número de funcionários. A ideia é trocar empregados com altos salários que aderirem ao programa por funcionários contratados por concursos futuros e vencimentos mais baixos.

Algumas mudanças estruturais já começaram. As 15 unidades centrais foram transformadas em cinco secretarias. Os 46 centros de pesquisas espalhados pelo Brasil foram reduzidos para 42. A unidade de algodão, em Campina Grande (PB), está entre as que devem ser fechadas.

Paralelamente, um projeto de lei para a criação da EmbrapaTec está na Câmara dos Deputados desde 2015. A proposta prevê a criação de uma subsidiária privada da Embrapa para operar no mercado de inovação, facilitar parcerias em pesquisas e até sociedades com outras empresas. O projeto enfrentou resistência no Legislativo e só começou a tramitação em comissões no final do ano passado.

No cargo desde 2012, Maurício Antônio Lopes, o mais longevo presidente da Embrapa, defende as mudanças idealizadas no seu mandato. Ele garante que “a grande maioria dos pesquisadores foi consultada”, em comunidades virtuais da companhia e em videoconferências. “É uma falácia dizer que Embrapa não é aberta ao diálogo”, disse ele, rebatendo as críticas a sua gestão. “São críticas da era da transparência radical e das mídias sociais. É ótima essa transparência, desde que não coloque a instituição no caos.”

Para ele, o comprometimento acima de 80% do orçamento com a folha de pagamento não pode ser tratado como um custo. “Não podemos cair no discurso de que salário em instituição de ciência é custo. O principal pilar da (Embrapa) é o cérebro do pesquisador e temos de desmistificar isso”.

O Sindicato Nacional dos Trabalhadores de Instituições de Pesquisa Agropecuária e Florestal (Sinpaf) rebate Lopes. Edson Somensi, vice-presidente da entidade, diz que não há debate com os servidores da estatal.

O Estadão / Broadcast conversou na última semana com pesquisadores da Embrapa sobre a crise interna da empresa. O clima é de medo com possíveis represálias. Sem se identificar, muitos deles comparam a Embrapa a universidades públicas. “A Embrapa não demanda pesquisadores; os pesquisadores têm suas próprias demandas. Isso é para a universidade e não pode ocorrer em uma empresa que precisa dar resultados”, disse um dos pesquisadores, que participou da fundação da Embrapa. “A crise é brutal.”

A diretoria prega que a reforma na estatal desenhará a Embrapa do futuro, com o foco em inovação e pesquisas em áreas nas quais grandes companhias não atuam. “Não faz sentido que Embrapa cumpra o papel do setor privado cumpre muito bem”, diz o presidente. Com informações do Estadão Conteúdo.

Ao Minuto.



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Mundo

Terremoto de magnitude 5,6 atinge a Colômbia


Um terremoto de magnitude 5,6 atingiu vasta área do centro e oeste da Colômbia na madrugada desta terça-feira (3), ferindo pelo menos uma pessoa e causando danos, segundo autoridades.

Moradores correram para as ruas ao sentirem o tremor no departamento de Tolima, como mostram vídeos postados nas redes sociais.

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O terremoto ocorreu a uma profundidade de cerca de 19 km na cidade de Chaparral, segundo o Serviço Geológico da Colômbia.

Uma pessoa ficou ferida pela queda de uma parede em uma residência em Chaparral, e parte da estrutura de uma igreja desabou em uma região próxima, sem causar feridos, informou a Unidade Nacional de Gestão de Riscos de Desastres (UNGRD).

Na capital Bogotá, a mais de 150 km do local do terremoto, foram relatadas retiradas em alguns complexos residenciais, acrescentou a UNGRD.

Após o primeiro tremor, foram registrados vários outros secundários com magnitudes de até 3,5, segundo a autoridade geológica.

A Colômbia foi atingida em agosto por um terremoto de magnitude 7,4, um dos desastres naturais mais devastadores da história do país, que deixou 335 mortos e mais de 4.500 feridos.

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Mundo

Manifestantes ocupam praças em Portugal por direito à moradia


O aumento do custo de vida e, principalmente, do preço dos aluguéis e de imóveis para venda em Portugal gerou uma onda de manifestações no país. Os protestos começaram com a ocupação de uma praça na cidade do Porto, há três semanas, onde os manifestantes montaram tendas.

Dias depois, uma ocupação semelhante foi iniciada na Praça do Rossio, conhecido ponto turístico da capital portuguesa, Lisboa. As chamadas “acampadas” geraram reações violentas da polícia, que fizeram operações para desmontar à força os acampamentos, sob a alegação de que eles estavam instalados ilegalmente em área pública.

Relatos divulgados nas redes sociais e por parlamentares portugueses denunciam lesões sofridas por alguns manifestantes.

Isso não impediu que as tendas fossem remontadas depois de cada investida da força policial portuguesa. Nesse fim de semana, o Tribunal Administrativo de Lisboa autorizou a permanência da ocupação da Praça do Rossio até o dia 24 de novembro.

Comerciantes de Lisboa demonstram preocupação com os impactos no comércio da região e também com a realização de um mercado de Natal, que está previsto para ser montado na Praça do Rossio, a partir do dia 14 de novembro.

Custo da moradia

De acordo com o portal Pordata, mantido pela Fundação Francisco Manuel dos Santos, o custo da habitação em Portugal subiu 41,5% de 2020 a 2025. Foi o maior aumento de toda a União Europeia, que teve uma alta média de 3,2% no período. A Grécia, que aparece em segundo lugar, no ranking do Pordata, por exemplo, teve um aumento de preços de 37,8%.

Um relatório divulgado pelo Conselho Europeu, em parceria com o Deustche Bank, no final do ano passado, mostrou que o aluguel de um imóvel em Lisboa custa em média 116% do salário médio de um habitante da capital portuguesa. É a única das 22 cidades pesquisadas (incluindo várias capitais, como Paris, Roma, Madri e Berlim) onde um rendimento médio é insuficiente para pagar aluguel.

De acordo com o mesmo estudo, o ideal é que os aluguéis representem, no máximo, 30% dos salários.

A ativista brasileira Priscila Valadão, que também é cidadã portuguesa, é uma das porta-vozes do movimento das acampadas. Ela emigrou para Portugal há 12 anos e sentiu na pele a dificuldade de encaixar o aluguel no orçamento mensal.

“No centro de Lisboa, você não consegue encontrar um apartamento tipo loft, que a gente chama aqui de T0, por menos de 1.500 euros, sendo que é o salário mínimo português é 920 euros. Então, é simplesmente impossível uma pessoa morar na cidade”, destaca.

Mesmo hoje, depois de mais de uma década em Portugal, Priscila ainda precisa lançar mão de estratégias para conseguir pagar a locação. Atualmente, ela vive longe do centro de Lisboa, onde divide um imóvel com outra pessoa.

“A grande maioria das pessoas acaba indo morar num quarto. Não existe outra maneira de você viver em Lisboa. Isso também se estende para a periferia da cidade. Posso dar o meu exemplo. Eu moro hoje com uma menina jovem. Eu tenho que dividir casa porque não tenho condição de pagar uma casa sozinha. E, mesmo assim, moro na periferia da cidade, na região metropolitana.”

Segundo ela, os brasileiros, assim como muitos imigrantes, acabam tendo mais dificuldades do que os próprios portugueses de conseguir uma moradia.

“Doze anos atrás, eu já via pessoas falarem que os donos dos imóveis, quando ouviam pelo telefone, que [o potencial locatário] era um brasileiro, desligavam o telefone e falavam que o apartamento já estava alugado. E era mentira”, conta.

“Também ouvia relatos de que uma das condições [para alugar para brasileiros] era pedir 12 rendas [aluguéis] adiantadas para que conseguisse dar entrada no apartamento. E está cada vez pior, com a crescente xenofobia e racismo que têm acontecido no nosso dia a dia”, ressalta Priscila, que tem recebido inúmeras ameaças por seu envolvimento com as manifestações.

Segundo a Agência para a Integração, Migrações e Asilo (Aima) portuguesa, os brasileiros são a maior comunidade estrangeira naquele país, com 493 mil pessoas, ou seja, um terço do total de imigrantes em Portugal e 4% da população total do país (11,4 milhões).

Esse número não considera aqueles com dupla nacionalidade, portanto o total de brasileiros vivendo no país europeu é ainda maior. A Embaixada do Brasil em Lisboa informou que “acompanha atentamente as manifestações”.

Priscila Valadão explica que, entre os motivos para o aumento do custo com habitação em Portugal, estão a especulação imobiliária, principalmente relacionada com fundos de investimento estrangeiros, e a destinação de imóveis a hospedagens temporárias para turistas.

Investidores brasileiros, aliás, fazem parte do problema da especulação imobiliária, segundo Priscila. A restrição à compra de imóveis por fundos imobiliários é uma das demandas dos participantes dos protestos.

Os manifestantes também criticam a nova lei sobre aluguéis (chamados de “rendas” ou “arrendamentos” em Portugal), que está em tramitação no Parlamento e que pode tornar ainda mais difícil a vida de quem precisa alugar imóvel para ter onde morar.

Entre as mudanças propostas pelo Novo Regime de Arrendamento Urbano estão a redução do tempo para despejos, o fim do limite de 2% para reajustes nos contratos, o aumento do valor do depósito-caução e a possibilidade de recusa, pelo proprietário, de uma renovação automática do contrato.

Os manifestantes pedem também ampliação da oferta de habitação pública (construída e oferecida pelo Estado português) e a transformação de prédios públicos e privados vazios em moradias populares.

Há ainda reivindicações sobre controle da inflação e aumentos de salários.

Segundo o primeiro-ministro de Portugal, Luís Montenegro, o governo tem um plano de investimento em habitações públicas e de “dinamização” de imóveis privados.

O total de investimentos previstos para o setor é de 10 bilhões de euros. Entre as políticas anunciadas por Montenegro está a construção de 133 mil residências, financiadas pelo orçamento da República e pelo Banco Europeu de Investimentos.

No fim de outubro, ele disse que a lei das rendas tem que ser boa para os proprietários e para os inquilinos. “Um justo equilíbrio que exige coragem, exige alteração, modificação. É isso que estamos a fazer. Acredito que estas novas regras, uma vez entradas todas em vigor e em funcionamento, vão promover maior capacidade de as pessoas verem o seu problema resolvido.”

Também no fim de outubro, o ministro da Presidência, António Leitão Amaro, afirmou que o governo está executando “o maior programa de habitação das últimas décadas”, que combina apoios à compra e à locação de imóveis, com incentivos à construção e medidas destinadas a colocar no mercado casas atualmente vazias.


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esporte

Presidente do Cuiabá diz que clube vai encerrar ano sem prejuízo e prevê mais investimentos em 2027


O presidente do Cuiabá Esporte Clube, Cristiano Dresch, reconheceu que o clube não conseguiu atingir o principal objetivo da temporada, que era conquistar o acesso à Série A do Campeonato Brasileiro. Em entrevista após a derrota para o São Bernardo neste final de semana, o dirigente destacou as dificuldades financeiras enfrentadas durante a disputa da Série B e afirmou que a equipe deverá iniciar 2027 em uma condição econômica melhor, com possibilidade de ampliar os investimentos no elenco.

“Nós tínhamos um objetivo, sim, de subir. A gente não conseguiu”, afirmou Dresch, ao avaliar a campanha. Segundo ele, o clube adotou uma política de controle financeiro durante o ano, começando a temporada com uma folha salarial de aproximadamente R$ 500 mil e chegando ao máximo de R$ 1,7 milhão durante a Série B.

O presidente também ressaltou a utilização de jogadores formados nas categorias de base e afirmou que o Cuiabá foi a equipe que mais aproveitou atletas próprios durante a competição. “Eu entendo a expectativa do torcedor. O torcedor quer ganhar sempre, a gente também quer. Só que tem momentos que a gente bate contra alguns desafios”, declarou.

Dresch ainda mencionou valores que o clube tem a receber de outras equipes. Segundo ele, são quase R$ 50 milhões em dívidas de diferentes clubes, situação que, conforme o dirigente, impacta diretamente o planejamento financeiro e obriga o Cuiabá a negociar jogadores. “O Cuiabá vai encerrar o ano sem prejuízo. Você terminar uma competição igual à Série B sem prejuízo, meu amigo, é muito difícil”, afirmou.

Sobre a próxima temporada, Cristiano Dresch demonstrou otimismo e afirmou que o clube deverá contar com melhores condições financeiras, tanto pela expectativa de recebimento de valores pendentes quanto pela negociação de atletas. “Eu tenho certeza que a partir do ano que vem a gente vai começar a receber desses caloteiros. E aí a gente vai começar a ter mais dinheiro no caixa”, declarou.

O dirigente citou Corinthians, Santos e Sport entre as equipes que possuem valores pendentes com o Cuiabá. Segundo ele, o Corinthians pagou apenas uma parcela de R$ 800 mil neste ano.

Além disso, o presidente mencionou a valorização de jogadores do elenco e destacou a convocação de Lorenzo e a negociação de Airan com o Flamengo. Para Dresch, a formação de atletas será fundamental para manter a sustentabilidade financeira do clube. “A gente tem que ter aqui uma máquina que não para de formar. Se sair um, entra outro. Isso a gente tem que fazer como? Continuar o investimento”, pontuou.

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esporte

Sinopense é campeão brasileiro de rally


O navegador Waldomiro dos Anjos (Miro) e o piloto Allan Enz sagraram-se campeões do Rally dos Sertões categoria Ultimate SP e também o conquistaram o brasileiro de rally de velocidade da CBA. É o primeiro título nacional do sinopense que foi o único de Mato Grosso a competir.

Inicialmente, eles competiram no Rally Sertões, por 9 dias, saindo de Goiânia e percorrendo mais de 4 mil km passando por Bahia, Tocantins, deserto do Jalapão e retornando a Goiânia. “Fomos bem nos primeiros 4 dias e no prólogo e na nossa categoria chegamos em primeiro lugar, pontuamos nas quatro primeiras etapas também e chegamos a ficar em 3° lugar na geral, em aproximadamente 32 carros. Conseguimos pontuar em primeiro lugar da nossa categoria. Mas, nos últimos dias, quebramos e ficamos mal. Mas nos recuperamos e ficamos em 2º na geral e chegamos em 14º na geral. A gente havia até descartado competir no rally dos sertões nessa última etapa porque achávamos que tínhamos perdido. Mas para a pontuação do campeonato valiam as quatro primeiras etapas e prólogo, então estávamos bem. Fomos competir no Sertões e na somatória fomos campeões na nossa categoria e ficamos em 10º no geral”, descreveu Miro, ao Só Notícias.

“Agora, nos Sertões conseguimos chegar em primeiro e também conquistar o brasileiro”, comemorou Miro, que organizou por mais de 10 anos o Rally da Selva, em Sinop e região.

A premiação será em março do ano que vem em São Paulo definiu a Confederação Brasileira de Automobilismo.

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política

PF apura ameaças e ataques racistas contra deputada Talíria Petrone


A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta terça-feira (3) uma operação para apurar crimes de ameaça, injúria racial, racismo e violência política contra a deputada federal Talíria Petrone (PSOL-RJ) por meio da internet.

“A investigação teve início em agosto de 2026, após o envio de mensagens eletrônicas contendo ameaças de morte e ataques de cunho racista e misógino direcionados à parlamentar e à sua família, além da divulgação não autorizada de dados pessoais da vítima”, informou a PF.

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Durante a operação, foi cumprido um mandado de busca e apreensão no município de Teresópolis, no Rio de Janeiro, expedido pela Justiça Eleitoral do Distrito Federal.

Além disso, a Polícia Federal identificou um suspeito de autoria das mensagens, que havia sido preso em Teresópolis por suspeita de envolvimento em outro crime.

A operação, batizada de Mahin, também investiga a pratica dos mesmos crimes contra familiares de Talíria. A PF disse ainda que as diligências buscam reunir novos elementos para esclarecer as circunstâncias dos fatos e aprofundar a apuração das condutas investigadas.

A assessoria de Talíria Petrone disse à Agência Brasil que ainda não dispõe de todas as informações relativas à operação e que as ameaças recebidas pela parlamentar, ao longo do tempo, foram “devidamente registradas junto às autoridades competentes.”


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política

Lula vai a São Paulo para fazer exames de rotina nesta terça-feira


O presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva viajará a São Paulo no final da tarde desta terça-feira (3) para fazer exames de rotina. A informação foi confirmada nesta tarde pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.

Em comunicado à imprensa, a secretaria informou que os exames já estavam pré-agendados para serem realizados logo após a eleição. A previsão é que sejam realizados na noite de hoje, sob a coordenação dos médicos Roberto Kalil Filho e Ana Helena Germoglio.

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Lula deve retornar a Brasília na manhã de quarta-feira (4), seguindo com sua agenda normal de trabalho.

Em abril deste ano, Lula passou por uma cirurgia para retirar uma lesão no couro cabeludo, um carcinoma basocelular. É considerado o tipo mais comum de câncer de pele, já que responde por cerca de 80% dos casos, e o menos agressivo – na maioria das vezes, tem crescimento lento e raramente se dissemina para outras partes do corpo. Em maio, passou por sessões de radioterapia preventiva. 


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Agro

Eleição do Sindicato Rural de Sinop terá chapa única; Bustamente será presidente


O Sindicato Rural de Sinop realiza, na próxima segunda-feira, as eleições para a escolha da nova diretoria que estará à frente da entidade durante o triênio 2027/29. A votação será realizada na sede do Sindicato Rural de Sinop, das 7h às 17h, sem intervalo para o almoço. O processo eleitoral contará com chapa única, tendo como candidato à presidência João Marcos Rosa Bustamante e à vice-presidência Albino Galvan Neto. A composição da diretoria também inclui Ilson José Redivo, como primeiro tesoureiro; Bárbara Fortuna Silva, segunda tesoureira; Mário Goulart Bacha Bustamante, primeiro secretário; e Rogério Luiz Rodrigues, segundo secretário, além dos integrantes do Conselho Fiscal.

A entidade reforçou a importância da participação dos produtores rurais associados, titulares e agregados, no processo eleitoral. “Mesmo com a apresentação de chapa única, o comparecimento às urnas representa um importante exercício de participação, fortalecimento institucional e compromisso com a representatividade do setor produtivo para continuarmos as ações com um agro atuante nas escolas, projetos, eventos e com a sociedade em geral”, explicou Ilson Redivo, atual presidente do Sindicato.

Na mesma oportunidade, os produtores poderão participar da votação da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), que também contará com chapa única para o processo eleitoral. A chapa tem como candidato à presidência Luiz Pedro Bier e à vice-presidência Diego Bertuol, reforçando o compromisso com a representação e a defesa dos interesses dos produtores rurais.

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Agro

Soja disponível em Mato Grosso tem nova queda


A soja disponível em Mato Grosso fechou a semana com baixa de 0,37% frente à semana passada e, na última sexta-feira, ficou em R$ 133,78/saca, informa o IMEA que aponta reflexo do recuo nos preços na CME. O indicador do CEPEA aponta que houve alta de 2,99% na cotação ficando a saca em R$ 157,39.

A paridade de exportação para março de 20207 teve aumento de 5,89% frente à semana passada, resultado influenciado pela valorização do dólar durante o período.


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política

Bombeiros encontram corpo de homem afogado em balneário de MT

Vítima desapareceu enquanto nadava no rio acompanhada de um amigo e foi localizada após sete horas de buscas intensas na região da cachoeira.


O Corpo de Bombeiros resgatou, na manhã desta segunda-feira, o corpo de Bruno Joaquim de Lima, de 30 anos, vítima de afogamento no Balneário Oásis, situado em Aripuanã, a 998 km de Cuiabá. O homem havia desaparecido nas águas enquanto aproveitava o local na companhia de um amigo.

Operação de busca e resgate

Após um trabalho que se estendeu por mais de sete horas, as equipes de mergulhadores conseguiram localizar o corpo da vítima. O cadáver estava posicionado na região central da cachoeira, sendo removido da água logo após a localização pelos militares.

Investigação sobre o afogamento

Até o momento, as circunstâncias exatas que levaram ao afogamento permanecem desconhecidas. A Polícia Civil e a Politec foram acionadas para realizar os procedimentos periciais necessários e dar início às investigações sobre o ocorrido no balneário mato-grossense.


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política

Sinop recebe mil doses extras de vacina contra bactéria Hib

Imunização é voltada a pacientes com diabetes ou doenças crônicas no coração e pulmão que ainda não foram vacinados após os 12 meses.


A prefeitura de Sinop iniciou uma ação de reforço na imunização contra a bactéria Haemophilus influenzae tipo b (Hib) após receber um lote excepcional de mil doses. O público-alvo da campanha são pessoas com cardiopatias crônicas, pneumopatias crônicas ou diabetes mellitus, que devem procurar uma unidade de saúde a partir desta quinta-feira (5) para passar por uma avaliação técnica.

Critérios para a vacinação

A aplicação das doses seguirá rigorosamente as diretrizes do Ministério da Saúde. O imunizante é destinado exclusivamente a pacientes dos grupos mencionados que não tenham recebido nenhuma dose da vacina contra a Hib após completarem um ano de vida. A equipe de saúde local será responsável por verificar a elegibilidade de cada cidadão antes da administração do fármaco.

Importância da proteção contra a bactéria Hib

O coordenador de Imunização da Secretaria de Saúde, João Gustavo Breganó, ressaltou que a chegada desse lote é uma chance estratégica de proteger pacientes vulneráveis contra quadros clínicos severos. “A vacina contra o Haemophilus influenzae tipo b (Hib) é importante porque essa bactéria pode causar doenças graves, como meningite, pneumonia e septicemia. Recebemos esse quantitativo excedente para atender à população com cardiopatias crônicas, pneumopatias crônicas e diabetes mellitus. Por isso, orientamos que essas pessoas procurem a unidade de saúde mais próxima para verificar se estão aptas a receber a dose”, explica.

Disponibilidade e rede de atendimento

É fundamental que os interessados busquem o atendimento dentro do período estabelecido, uma vez que se trata de um envio pontual sem previsão de novas remessas similares. Vale lembrar que o imunizante Hib, essencial no combate a infecções bacterianas, é oferecido exclusivamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e não é encontrado na rede privada.

Histórico da vacina

O imunizante já faz parte do calendário básico da infância, sendo aplicado via pentavalente aos 2, 4 e 6 meses de vida. Além disso, o acesso para grupos especiais ocorre habitualmente por meio dos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE).


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