Primavera do Leste / MT - Sábado, 24 de Outubro de 2026

HOME / NOTÍCIAS

Entretenimento - Mundo

Homem mais bonito da Índia se casa com a prima em cerimônia tradicional



Suraj Chavan e Sanjana Gophane celebram casamento tradicional com looks típicos da cultura hindu. (Foto: X)

O ator e criador de conteúdo Suraj Chavan, amplamente reconhecido como o homem mais bonito da Índia, surpreendeu seus seguidores ao revelar nas redes sociais que se casou com sua prima, Sanjana Gophane. O casamento aconteceu no dia 29 de novembro e seguiu os rituais tradicionais do hinduísmo, o que atraiu grande atenção tanto na Índia quanto fora do país. A notícia gerou uma onda de reações emocionadas e surpresas entre fãs, que o viam como um símbolo de beleza idealizada.

Suraj conquistou notoriedade após vencer a quinta edição do programa Bigg Boss Marathi, um reality show regional de grande audiência. Desde então, sua presença digital cresceu exponencialmente, fazendo com que ele acumulasse milhões de seguidores nas redes sociais. Seu carisma e aparência o tornaram uma figura constante na mídia, que passou a se referir a ele como o “homem mais bonito da Índia”, título que, embora simbólico, reflete sua popularidade.

As fotos do casamento divulgadas por Suraj mostram o casal usando trajes típicos da cultura hindu. Ele vestia uma roupa cerimonial tradicional, enquanto Sanjana usava um sari navari, adornada com joias douradas e flores nos cabelos. A estética da cerimônia encantou muitos internautas, mesmo que alguns fãs tenham expressado frustração ao ver seu “galã favorito” comprometido.

Após a celebração, o casal visitou um templo para receber bênçãos, reforçando o aspecto cultural e religioso da união. Em uma publicação, Suraj declarou que se casou com a mulher que sempre esteve em seus pensamentos, descrevendo o momento como a realização de um amor verdadeiro. A postagem viralizou rapidamente, reacendendo o interesse do público sobre sua vida pessoal e trajetória fora dos holofotes.



COMENTÁRIOS

0 Comentários

Deixe o seu comentário!





*

HOME / NOTÍCIAS

política

TSE estuda desativar canais políticos no WhatsApp 48h antes da eleição


Proposta foi escrita pelo vice-presidente da Corte, André Mendonça

TSE faz últimos preparativos para o primeiro turno nas Eleições 2018

Uma minuta de resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) prevê que canais de WhatsApp com teor político e mais de 200 mil seguidores sejam desativados nas 48 horas anteriores e 24 horas posteriores ao segundo turno da eleição, marcado para o próximo domingo (25). 

Caso aprovada pelo plenário do TSE, a medida entraria em vigor de imediato, conforme o texto da minuta obtida pela Agência Brasil.

A minuta com a proposta passou a circular entre os ministros do TSE após o tema ser debatido em reuniões informais realizadas na sexta-feira (16) e na terça-feira (20). O texto foi redigido pelo ministro André Mendonça, vice-presidente da Corte Eleitoral.

Em nota à imprensa, o gabinete de Mendonça informou não se tratar de uma iniciativa pessoal do ministro, mas que coube a ele a autoria da minuta por ser tradição que as normas eleitorais sejam redigidas pelo vice-presidente do TSE.

“O objetivo discutido é proteger a integridade do pleito nas horas que antecedem e sucedem a votação, quando não há tempo hábil para resposta ou correção de conteúdos ilícitos”, diz a nota do gabinete de Mendonça.

A nota acrescenta ainda que o texto foi redigido a partir de um consenso interno, e que “os critérios em análise são objetivos e impessoais e valem igualmente para todos os canais de natureza político-eleitoral de grande alcance, qualquer que seja o candidato, o partido ou a orientação política”.

Caso seja aprovada, a iniciativa deve atingir o canal “Exército do Lula”, que atingiu nesta quarta (21) a marca de 7 milhões de inscritos no aplicativo de mensagens WhatsApp. Também seria desativado o canal “Tropa do Flávio”, que possui 2 milhões de inscritos.

Proposta

O texto da minuta aplica aos canais de transmissão de natureza político-eleitoral com mais de 200 mil seguidores as mesmas restrições que já vigoram sobre o conteúdo impulsionado de campanha, aquele cujo alcance é potencializado mediante pagamento às plataformas.

O texto também considera haver “alcance desproporcional de canais com grande audiência na difusão de conteúdos ilícitos”.

Em outro trecho, a proposta diz ainda que “o período compreendido entre as 48 (quarenta e oito) horas antes e as 24 (vinte e quatro) horas depois da eleição concentra o maior risco de dano irreversível à formação livre da vontade do eleitorado, por não haver tempo hábil para resposta, esclarecimento ou tutela jurisdicional efetiva”.

Controvérsia

A proposta surge após uma disputa de liminares em torno do canal “Exército do Lula”. Na semana passada, o canal foi retirado do ar pelo ministro Kássio Nunes Marques, presidente do TSE, após pedido da campanha do presidenciável Flávio Bolsonaro, que alegou disseminação de desinformação.

Logo em seguida, porém, o corregedor-nacional da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, restabeleceu o canal. Ele afirmou não haver elementos que justificassem a medida e que Nunes Marques não poderia ter suspendido o canal por via administrativa, como fez, uma vez que o caso já tramitava pela via judicial em processo relatado pelo próprio corregedor.

Pouco depois, porém, Nunes Marques voltou a suspender o canal, alegando que mesmo sendo administrado por um apoiador, o deputado André Janones (Rede-MG), a ferramenta teria vínculo com a campanha oficial, e portanto deveria estar registrado no TSE como tal.

Por fim, o Exército do Lula acabou sendo liberado pelo presidente do TSE, após o registro ter sido feito pela campanha oficial.

Felipe Pontes – repórter da Agência Brasil


Antenado News