Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 30 de Abril de 2026

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Polícia

Idoso morre após bater a cabeça em meio-fio ao ser agredido durante briga com rapaz em MT; veja vídeo



Idoso e suspeito tinham discutido momentos antes em um mercado no bairro. Suspeito fugiu em uma motocicleta e não foi localizado pela polícia.

Um idoso morreu nesse domingo (27) depois de ser agredido por um rapaz em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá. Segundo a Polícia Militar, Salvador Ferreira Leal, de 63 anos, discutiu com um rapaz em um mercado momentos antes da agressão. Eles brigaram e Salvador morreu ao bater a cabeça no meio-fio de uma rua.

 

A briga foi registrada por câmeras de segurança de uma empresa. (veja no vídeo abaixo)

A situação ocorreu às 16h30 no bairro Jardim Atlântico.

 

De acordo com a PM, o suspeito é Leonardo Davince Rodrigues Vieira, de 31 anos. Ele fugiu e não foi localizado.

Nas imagens de uma câmera de segurança é possível ver o homem indo em direção do idoso com socos e empurrões. A vítima, aparentemente na tentativa de se defender, se abaixa para pegar uma pedra e vai em direção do homem.

 

O suspeito reage com socos e derruba o idoso no chão. O suspeito monta em uma motocicleta e foge do local.

 

A polícia chegou a ir na casa do suspeito, mas ele ainda não foi preso. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi chamado, mas o idoso já estava sem vida.

G1 / MT



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Opinião - política

Diárias oficiais coincidem com evento político em Cuiabá e levantam questionamentos


Relatórios apontam viagens institucionais, mas datas coincidem com lançamento de campanha eleitoral; ausência em programa de saúde local também chama atenção

Viagens oficiais com destino a Cuiabá, justificadas como cumprimento de agenda institucional, têm levantado questionamentos após análise de documentos públicos. Relatórios assinados por assessores e servidores indicam participação em reuniões na Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), com retorno ao município no dia seguinte.

No entanto, as datas dessas viagens coincidem com o período do lançamento da campanha de Léo, realizado na capital. A sobreposição entre compromissos oficialmente descritos como institucionais e um evento político levanta dúvidas sobre a real natureza das agendas cumpridas.

Os documentos registram pagamentos de diárias, incluindo R$ 1.500,00 destinados a Gisely Fernanda Pereira da Silva e R$ 250,00 para Elnatan Oliveira Reis Medeiros, além de outros valores vinculados a deslocamentos com roteiro semelhante: ida à capital, participação em reunião e retorno no dia seguinte.

Relatórios assinados por Gustavo Saint Clair Ferreira Caldeira e Valmislei Alves dos Santos reforçam a justificativa de “cumprimento de agenda parlamentar”, enquanto registros adicionais indicam participação de Gisele Ferreira Ferraz em reuniões na AMM e no INCRA.

Do ponto de vista formal, a documentação apresenta todos os elementos exigidos: declarações de comparecimento, assinaturas e descrição das atividades realizadas.

Ainda assim, a coincidência com um evento político relevante levanta questionamentos sobre o uso de recursos públicos para deslocamentos que podem não ter caráter exclusivamente institucional.

Contraste com agenda local de saúde

Outro ponto que chama atenção é o contraste entre essas agendas na capital e a atuação local dos envolvidos.

Parte dos nomes associados às viagens aparece com frequência em críticas à situação da saúde pública em Primavera do Leste. No entanto, não há registro de presença de alguns desses críticos no lançamento do programa “Vira Saúde”, iniciativa voltada à melhoria do atendimento à população no próprio município.

A ausência em um evento diretamente ligado à saúde pública local reforça o debate sobre prioridades e coerência entre discurso e prática.

Transparência e resultado

Embora os documentos estejam formalmente corretos, especialistas em gestão pública destacam que a transparência não se limita à comprovação de deslocamentos e reuniões, mas também envolve a demonstração de resultados concretos dessas agendas.

Até o momento, não há detalhamento público sobre os impactos diretos dessas viagens para a população.

Diante disso, permanecem as perguntas:

Qual foi o retorno efetivo dessas agendas?
E qual o limite entre compromisso institucional e participação em atividades de natureza política?


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