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Mais de mil exames realizados em um dia: Mutirão reforça compromisso da Prefeitura com a saúde pública



Coordenadoria de Comunicação – 25/05/2025

 

Mais de mil exames realizados em um dia: Mutirão reforça compromisso da Prefeitura com a saúde pública

Com foco na redução das filas de espera por procedimentos do Sistema Único de Saúde (SUS), a Prefeitura de Primavera do Leste promoveu neste sábado (24) um mutirão de exames laboratoriais, em parceria com laboratórios credenciados ao município. A ação ampliou em 50% a capacidade de atendimento da rede pública, com a realização de mais de mil exames em um único dia.

 

A iniciativa faz parte do plano estratégico da Secretaria Municipal de Saúde para acelerar diagnósticos e garantir o início mais rápido de tratamentos aos pacientes que aguardam por exames. O Dia “D” dos exames reafirma o compromisso da gestão municipal com uma saúde pública mais ágil, eficiente e humanizada.

 

Para o prefeito Sérgio Machnic, o mutirão evidencia que a saúde está no centro das prioridades da administração “Estamos tratando a redução das filas como uma política permanente, não como medida pontual. Esse mutirão é resultado de uma gestão comprometida em garantir que a população tenha acesso rápido aos exames, diagnósticos e ao tratamento. É isso que a comunidade espera de nós, e é isso que estamos entregando”, destacou.

 

A secretária municipal de saúde, Laura Leandra, enfatizou que a ação contribui diretamente para desafogar a rede pública, otimizando recursos e fortalecendo parcerias. “Esse mutirão só foi possível graças à união de esforços e à ampliação da parceria com laboratórios conveniados. Estamos fazendo mais em menos tempo, com qualidade e respeito ao cidadão. Nossa meta é reduzir drasticamente a fila de exames e ampliar ainda mais o acesso aos serviços”, afirmou.

 

De acordo com Laura, o mutirão integra um conjunto de medidas que a Secretaria tem implementado para tornar o sistema de saúde mais resolutivo, com foco tanto na atenção básica quanto na especializada.



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Punição da Sefaz: Secretário multa servidora em 50% da remuneração por não cumprir lei


O secretário de Fazenda (Sefaz-MT) Rogério Gallo multou em 50% da remuneração a servidora pública Gisele Barco de Matos, que respondia a um Processo Administrativo Disciplinar (PAD), desde de 2024.

A punição foi aplicada como medida alternativa da suspensão por 90 dias da servidora, como estabelece o Estatuto dos Servidores Públicos do Estado de Mato Grosso. A servidora está afastada da sua função há dois anos para tratar de interesse pessoa

A pena de suspensão não faria sentido de forma correta.

A punição foi aplicada como medida alternativa da suspensão por 90 dias da servidora, como estabelece o Estatuto dos Servidores Públicos do Estado de Mato Grosso. A servidora está afastada da sua função há dois anos para tratar de interesse pessoal A pena de suspensão não faria sentido de forma

 

A penalidade à servidora foi aplicada porque ela violou a dever do funcionário público, de ler conduta de moralidade administrativa, e pela proibição de realizar atividade incompatível com a função e horário de trabalho que exerce na secretaria

 

A Sefaz MT informou que o caso está em sigilo e não pode comentar mais detalhes sobre o processo disciplinar da servidora

 

Explique melhor “A penalidade à servidora foi aplicada porque ela violou o dever do funcionário público, de ter conduta de moralidade administrativa, e pela proibição de realizar atividade incompatível com a função e horário de trabalho que exerce na secretaria.”

 

Essa frase resume os fundamentos jurídicos e éticos que levaram à punição da servidora. No Direito Administrativo brasileiro, o servidor público não responde apenas pelo que faz “no papel”, mas também por como se comporta e como gere seu tempo.

Aqui está o desdobramento desses três pontos principais:

 

1. Violação do Dever de Moralidade Administrativa A moralidade administrativa vai além da legalidade (seguir a lei). Ela exige que o servidor atue com honestidade, decoro e boa-fé. O que significa na prática: Não basta que o ato seja legal; ele precisa ser ético. Se a conduta da servidora foi considerada “imoral” para a administração, entende-se que ela feriu a imagem da instituição ou agiu de forma a privilegiar interesses que não são os públicos.

 

2. Realização de Atividade Incompatível com a Função

Todo cargo público possui restrições para evitar conflitos de interesse. O conflito: Um servidor da Secretaria de Fazenda (Sefaz), que lida com impostos, fiscalização e dinheiro público, geralmente é proibido de exercer atividades privadas que possam gerar influência indevida ou onde ele possa usar informações privilegiadas.

 

Exemplo: Um fiscal de tributos não pode ser consultor de empresas que ele mesmo deveria fiscalizar.

3. Incompatibilidade com o Horário de Trabalho

 

Este é um ponto objetivo sobre a jornada de trabalho. Dedicação: O Estado paga pelo tempo do servidor. Se ficou comprovado que ela exercia outra atividade (seja comercial, advocatícia, etc.) durante o período em que deveria estar cumprindo sua carga horária na Sefaz, isso configura abandono de função ou má prestação de serviço.

 

Por que isso é grave?

Para a administração pública, quando um servidor une esses três fatores, ele quebra a relação de confiança com o Estado. A punição (que pode variar de advertência e suspensão até demissão) serve para reafirmar que o interesse público deve prevalecer sobre o interesse privado do funcionário.

 

No caso citado, a decisão do secretário Rogério Gallo sinaliza que a conduta de Gisele Barco de Matos ultrapassou os limites aceitáveis para alguém que ocupa um cargo na estrutura fazendária.

Fonte: Mídia News

 


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