Primavera do Leste / MT - Sábado, 21 de Fevereiro de 2026

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Mauro Mendes diz que Jayme tem preferência na disputa ao governo com fusão União-PP



Mauro Jayme Campos O governador Mauro Mendes afirmou que, pela sua trajetória política, o senador Jayme Campos tem preferência para ser o candidato do União Progressista, sigla que nasce da fusão entre o União Brasil e o Partido Progressistas. No entanto, ele ressaltou que os debates sobre as eleições de 2026 ainda são prematuros e deixou espaço aberto para outros nomes que queiram se lançar. “Ele certamente tem preferência, pela trajetória que possui. Como já disse, essa é a minha opinião, manifestada de forma clara. Ele, assim como qualquer outro filiado ao partido que esteja em pleno gozo dos seus direitos políticos, pode se apresentar como candidato e o debate será feito. As decisões serão tomadas no ano que vem”, disse à imprensa nesta quarta-feira (30).

As especulações sobre quais serão os candidatos em 2026 se intensificam à medida que as disputas internas dentro do União Brasil já estavam acirradas. Mendes já disse publicamente que irá apoiar a candidatura de seu vice, Otaviano Pivetta (Republicanos), que deseja alcançar a sucessão do Palácio Paiaguás.

Ao mesmo tempo, Jayme, que é do grupo do chefe do Executivo Estadual, cogita concorrer a mesma cadeira. Agora, diante da oficialização da federação entre o partido com o PP, o debate deve ser ampliado.

Articulações e diálogo 

Na última semana, Mauro esteve com Jayme em uma confraternização do União Brasil e destacou que o encontro entre ele e outros correligionários foi uma reunião informal para falar de “política, fofocas, cenários atuais e política nacional e um pouco de 2026”. Entretanto, opinou que vem evitando “gastar muita energia” para 2026, pois tem direcionado para os problemas presentes.

Figura de destaque nacional no União Brasil e presidente do diretório estadual da sigla, Mauro participou da oficialização da federação na terça-feira (29), em Brasília (DF). Ele destacou que, entre as primeiras ações para organizar a federação União Progressista no Estado, está a manutenção do diálogo. No entanto, acredita que a criação da federação não deve gerar mudanças significativas.

“A política demanda diálogo, compreender as diferenças que existem na sociedade e dentro dos partidos. Você tem pessoas que apresentam vários segmentos e pensamentos dentro dessa sociedade e dentro do partido político. Vamos ampliar isso agora com novos prefeitos que estão dentro dessa federação. Vamos dialogar com os deputados e líderes do Partido Progressista, embora nós já fizéssemos isso. Não vejo grandes mudanças porque o diálogo e a boa convivência, nós já praticamos há muito tempo”, concluiu.



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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