Primavera do Leste / MT - Domingo, 31 de Maio de 2026

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Brasil

Menina de 13 anos morre afogada na Cachoeirinha



No local chamado de Cachoeirinha, ao lado do perímetro urbano e da Vila José Cândido Vieira, em Iporá, morreu na tarde desta sexta-feira, 17, Yasmim Oliveira Duarte, de 13 anos.

Ela morreu afogada quando tomava banho na Cachoeirinha, acompanhada de outras duas colegas. Yasmim compareceu ontem no local onde estuda e na portaria da Escola Dom Bosco, no início da tarde, disse que não poderia assistir aula pois tinha que cuidar do irmãozinho. Hoje ela não apareceu na escola.

Estava na Cachoeirinha com as colegas, enquanto a mãe supunha que a menina estava estudando. Yasmim é filha de Vanusse de Oliveira Duarte.

Após o afogamento e morte, o corpo de Yasmim foi levado para o Instituto Médico Legal (IML), e está sendo velado para sepultamento neste sábado.

Yasmim é conhecida na cidade de Primavera do Leste, porque o pai seu Gilson, faz trabalho de vendedor ambulante de mel e realiza trabalhos missionários aqui no município, a família é evangélicos da CCB, e por isso sempre participam de encontros em Primavera do Leste.

Com informações Oeste Goiano



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Polícia

Acusado de falsidade ideológica em MT ao ser pego utilizando nome falso por uma década é preso


Uma ação conjunta entre policiais civis e federais prendeu ontem, em Pontes e Lacerda (443 quilômetros a Oeste de Cuiabá), um homem, de 51 anos, que estava vivendo com um nome falso há 10 anos. O caso teve início após denúncias da própria PF e, acompanhada de agentes do órgão, a equipe da delegacia municipal foi até uma oficina mecânica no bairro Nossa Senhora Aparecida, onde o suspeito estava trabalhando.

A princípio, ele informou o nome falso, com o qual ele até mesmo já cumpria uma pena em regime aberto por tráfico de drogas, e entregou uma Carteira de Habilitação com esses dados. Porém, quando os policiais falaram sobre sua real identidade, ele confirmou a falsidade e disse que o motivo era que possuía pendências na Justiça (também por tráfico) com o nome real e, por isso, recorreu ao uso da documentação falsa.

O investigado não informou onde conseguiu confeccioná-lo, mas afirmou ter sido em Teresina (PI) e que pagou, à época, R$ 15 mil. O homem, bem como os materiais vinculados, foram encaminhados à Polícia Civil para as providências cabíveis.


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