Primavera do Leste / MT - Segunda-Feira, 13 de Abril de 2026

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Meninas tentam salvar irmã de 5 anos de afogamento e as 3 morrem afogadas em MT



Quatro irmãs se afogaram no rio, três delas morreram e o pai conseguiu salvar a caçula. O pai disse à PM que atendeu o pedido das filhas para que as levasse para tomar banho de rio.

Três crianças, de 9, 10 e 13 anos, morreram afogadas no Rio São João nesse domingo (5), em Nova Bandeirantes, a 980 km de Cuiabá.

De acordo com a Polícia Militar, a irmã caçula delas, de 5 anos, foi a primeira que se afogou. As três vítimas morreram afogadas tentaram salvá-la, mas morreram afogadas.

Segundo a PM, os pais e as crianças tomavam banho na região conhecida como Prainha. O local é frequentemente usado por moradores para momentos de lazer nos finais de semana.

As testemunhas disseram que a menina de 5 anos começou a se afogar e as mais velhas tentaram salvá-la. No entanto, nenhuma delas conseguiu retornar à superfície e o pai delas conseguiu salvar a caçula.

Ele ainda tentou salvar as outras filhas, mas não conseguiu pela dificuldade. O local do afogamento tem aproximadamente 4 metros de profundidade e é uma espécie de ‘poço’.

A cidade de Nova Bandeirantes não conta com uma equipe de bombeiros. O quartel mais próximo fica em Alta Floresta, a 800 km de Cuiabá.

Pescador se ofereceu para encontrar as vítimas e usou o barco dele nas buscas (Foto: Polícia Militar de MT)

Pescador se ofereceu para encontrar as vítimas e usou o barco dele nas buscas (Foto: Polícia Militar de MT)

Os bombeiros dessa região foram chamados para o resgate mas, durante o trajeto, receberam a informação que os corpos já foram encontrados.

Resgate

Um pescador se ofereceu para encontrar as vítimas no rio enquanto uma ambulância da cidade não chegava. Depois de 30 minutos, o primeiro corpo foi encontrado. Tratava-se da menina de 9 anos. Dois policiais militares fizeram massagem cardíaca, mas a menina já estava morta.

G1 / MT



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‘Pouca Sombra’ é preso suspeito de integrar quadrilha que fez o maior assalto de MT


Suspeito é apontado como chefe da logística de mega-assalto em Confresa, sendo uma peça-chave na organização do crime que aterrorizou a cidade em 2023

A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu um dos principais suspeitos de integrar a organização criminosa responsável pelo maior roubo da história do Estado, ocorrido em abril de 2023, no município de Confresa.

 

A prisão ocorreu na quarta-feira (8), em Marabá (PA), durante a terceira fase da Operação Pentágono.

Segundo o portal Marabá em Foco, o suspeito conhecido como ‘Pouca Sombra’, Pablo Henrique de Sousa Franco, foi apontado como chefe da logística do ataque.

Na mesma ação, também foi preso Josivan Pereira da Silva, outro investigado por participação no crime.

 

Segundo as investigações, ‘Pouca Sombra’ teria atuado diretamente na estrutura logística da quadrilha, responsável por garantir transporte, rotas de fuga e suporte operacional para a execução do assalto.

 

A Polícia Civil não detalhou, até o momento, todas as atribuições individuais dos suspeitos.

 

Ação em cinco estados

A ofensiva policial cumpre ao todo 97 ordens judiciais em cinco estados, incluindo 27 mandados de prisão, 30 de busca e apreensão e o bloqueio de 40 contas bancárias. As medidas foram autorizadas pela 3ª Vara Criminal de Barra do Garças.

 

De acordo com a Gerência de Combate ao Crime Organizado, o grupo tinha atuação interestadual e estrutura altamente organizada, com divisão em núcleos que incluíam comando financeiro, planejamento, execução e apoio logístico em diferentes regiões do país.

 

As investigações apontam que pelo menos 50 pessoas participaram direta ou indiretamente do crime, que seguiu o modelo conhecido como ‘domínio de cidades’, quando criminosos cercam o município, atacam forças de segurança e causam pânico para facilitar a ação principal.

Confresa foi sitiada

O ataque aconteceu em 9 de abril de 2023, quando cerca de 20 criminosos fortemente armados sitiaram Confresa, a mais de mil quilômetros de Cuiabá. Parte do grupo invadiu o quartel da Polícia Militar, rendeu agentes e incendiou o prédio, enquanto outros destruíam veículos e espalhavam terror pela cidade.

 

O alvo principal era a transportadora de valores Brink’s. Apesar do uso de explosivos de alta potência, o grupo não conseguiu acessar o cofre e acabou fugindo, abandonando veículos e equipamentos utilizados na ação.

 

Segundo o delegado da GCCO, Gustavo Belão, esta fase da operação representa um avanço importante ao atingir integrantes dos núcleos de comando, financiamento e logística, considerados essenciais para a execução do crime.

 

As investigações também revelaram que os recursos movimentados pela organização têm origem em outros roubos de grande porte realizados no país, além de crimes menores usados para lavagem de dinheiro.

 

Após o ataque, 18 suspeitos morreram em confrontos com forças de segurança durante buscas realizadas no Tocantins. Outros envolvidos já haviam sido presos em fases anteriores da operação.

 

A Operação Pentágono integra a estratégia estadual de combate ao crime organizado e conta com apoio de forças policiais de diversos estados, reforçando a atuação conjunta para desarticular quadrilhas com atuação nacional.

Fonte MidiaMax

 


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