Ministério da Agricultura barra comercialização de 14 marcas de cafés
O Ministério da Agricultura barrou a comercialização de 14 marcas de cafés em todo o país após encontrar inconsistências e impurezas nos produtos. A informação foi divulgada em nota na noite de sexta-feira, 28.
Segundo a pasta, os produtos foram apreendidos para análise durante a Operação Valoriza, realizada entre os dias 18 e 28 de março. Na época, foram colhidas 168 amostras de cafés em diversos estados do país.
“Os produtos considerados impróprios para consumo deverão ser recolhidos pelas empresas responsáveis. A ação está respaldada pelo artigo 29-A do Decreto 6.268/2007, que prevê a aplicação do recolhimento em casos de risco à saúde pública, adulteração, fraude ou falsificação de produtos”, disse a pasta, em nota.
O ministério ainda orientou os consumidores a não consumirem os produtos e solicitar a devolução dos valores ou a troca caso o produto esteja lacrado. Em caso de venda, a pasta orienta a denúncia pelo Fala.BR.
“O Mapa reforça seu compromisso com a segurança dos alimentos e a qualidade dos produtos oferecidos aos consumidores, e continuará atuando de forma vigilante em todo o Brasil para coibir irregularidades observadas em café torrado e moído, para garantir a integridade e a confiança dos consumidores na indústria de café”, concluiu
Veja a lista de cafés barrados pelo Ministério da Agricultura:
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O governo federal informou hoje que avançou no diálogo com lideranças do povo Xavante da Terra Indígena Marechal Rondon sobre a construção de um trecho de 80 quilômetros da Ferrovia de Integração Centro-Oeste (Fico), prevista para chegar até Lucas do Rio Verde. As reuniões ocorreram ontem e hoje, em Brasília, sob liderança do Ministério dos Transportes com a participação do ministério dos Povos Indígenas (MPI), da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e da Infra S.A.
Foram condenados à pena máxima na noite desta quarta-feira (25), após julgamento em júri popular, os três acusados pelo assassinato de Sara Freitas. São eles, o ex-marido da cantora, Ederlan Santos Mariano, apontado como mandante do crime, condenado a 34 anos em regime fechado; Weslen Pablo Correia de Jesus, conhecido como bispo Zadoque, condenado a 28 anos e Victor Gabriel Oliveira Neves, condenado a 33 anos.
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