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Motorista que se envolveu em acidente com jovem paga fiança de 100 mil e é liberado



O motorista responsável pelo acidente que resultou na morte da jovem Larissa Marcário, na Avenida Campo Grande  na quarta feira (13) em Primavera do Leste, pagou fiança e foi liberado em audiência de custódia,  Luiz Carlos Bravin, 56 anos, dirigia uma caminhonete e de acordo com o registro policial, ficou no local do acidente para prestar socorro à vítima. Ele foi encaminhado para delegacia e se negou a realizar o teste do bafômetro, porém, disse aos policiais que havia consumido uma taça de vinho.

Ele ficou detido até a realização da audiência de custódia, que ocorreu na sexta-feira (15). O Juiz Alexandre Pampado arbitrou fiança no valor de R$ 100 mil.

Larissa Marcário de 21 anos, estava em uma motocicleta e seguia pela Avenida Campo Grande quando foi atingida por uma caminhonete que não teria respeitado a preferencial, ela chegou a ser socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – Samu, ainda com vida, mas não resistiu aos ferimentos e morreu horas depois de dar entrada na Unidade de Pronto Atendimento.

Com informações F5



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MPMT requer interdição de cadeia pública feminina de Cáceres


O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Cáceres, requereu no final da tarde desta quinta-feira (22) a interdição da cadeia feminina do município. A medida foi tomada em razão da existência de infiltrações estruturais e alto risco de incêndio na unidade prisional. O pedido foi direcionado à 1ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres.

De acordo com o MPMT, a cadeia feminina do município não possui Alvará de Segurança Contra Incêndio e Pânico (ASCIP) do Corpo de Bombeiros. Inspeções realizadas no local demonstram uma série de problemas estruturais na unidade, como falta de sistemas de hidrante, de saídas de emergência, de alarme de incêndio, entre outros.

Conforme laudo técnico das instalações elétricas do edifício, encaminhado ao Ministério Público pelo Conselho de Segurança, as “instalações estão em péssimas condições de conservação, com risco gravíssimo de acidentes à população carcerária e aos profissionais da segurança pública responsáveis pelo local, proporcionando alto grau de risco de incêndio a qualquer momento”.

Segundo o promotor de Justiça Marcelo Linhares Ferreira, o Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça do MPMT também realizou inspeção técnica na unidade prisional, constatando inconformidades em toda a edificação que interferem diretamente na segurança dos usuários.

“O quadro existente no estabelecimento prisional fere os mais básicos direitos fundamentais do homem, sendo que a medida de interdição visa a resguardar a dignidade da pessoa humana e a proteção de risco à vida e à integridade física das presas”, destacou o promotor de Justiça.

por CLÊNIA GORETH

 

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