Primavera do Leste / MT - Domingo, 22 de Fevereiro de 2026

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Mulher é presa transportando maconha em Primavera



Uma traficante foi flagrada transportando cerca de 2,5 quilos de maconha para Primavera do Leste. Ela foi presa pela Polícia Judiciária Civil, na tarde de segunda-feira (25.09). Leila Daiane Rodrigues Vidas, 31, conhecida como “Baleia Azul” foi autuada em flagrante por tráfico de drogas.

A ação foi realizada por policiais da Delegacia Regional e Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Primavera do Leste com apoio da Polícia Rodoviária Federal.

Durante investigações, os investigadores receberam informações de que uma mulher se deslocava da cidade Rondonópolis para Primavera do Leste transportando certa quantidade de entorpecentes. Diante do levantamento, os policiais montaram barreira no posto da PRF e abordaram a van em que a suspeita estava.

A traficante estava usando o nome de Daiane, que na verdade é o seu segundo nome. Em revista na bagagem de mão da suspeita, os policiais encontraram porções de maconha, que juntas pesavam aproximadamente 2, 5 quilos.

Diante da situação, a acusada foi conduzida a Delegacia, onde após ser interrogada foi autuada em flagrante pelo crime de tráfico de drogas.

Com Informações Folhamax



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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