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Mulher é presa transportando maconha em Primavera



Uma traficante foi flagrada transportando cerca de 2,5 quilos de maconha para Primavera do Leste. Ela foi presa pela Polícia Judiciária Civil, na tarde de segunda-feira (25.09). Leila Daiane Rodrigues Vidas, 31, conhecida como “Baleia Azul” foi autuada em flagrante por tráfico de drogas.

A ação foi realizada por policiais da Delegacia Regional e Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Primavera do Leste com apoio da Polícia Rodoviária Federal.

Durante investigações, os investigadores receberam informações de que uma mulher se deslocava da cidade Rondonópolis para Primavera do Leste transportando certa quantidade de entorpecentes. Diante do levantamento, os policiais montaram barreira no posto da PRF e abordaram a van em que a suspeita estava.

A traficante estava usando o nome de Daiane, que na verdade é o seu segundo nome. Em revista na bagagem de mão da suspeita, os policiais encontraram porções de maconha, que juntas pesavam aproximadamente 2, 5 quilos.

Diante da situação, a acusada foi conduzida a Delegacia, onde após ser interrogada foi autuada em flagrante pelo crime de tráfico de drogas.

Com Informações Folhamax



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Região

MPMT requer interdição de cadeia pública feminina de Cáceres


O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Cáceres, requereu no final da tarde desta quinta-feira (22) a interdição da cadeia feminina do município. A medida foi tomada em razão da existência de infiltrações estruturais e alto risco de incêndio na unidade prisional. O pedido foi direcionado à 1ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres.

De acordo com o MPMT, a cadeia feminina do município não possui Alvará de Segurança Contra Incêndio e Pânico (ASCIP) do Corpo de Bombeiros. Inspeções realizadas no local demonstram uma série de problemas estruturais na unidade, como falta de sistemas de hidrante, de saídas de emergência, de alarme de incêndio, entre outros.

Conforme laudo técnico das instalações elétricas do edifício, encaminhado ao Ministério Público pelo Conselho de Segurança, as “instalações estão em péssimas condições de conservação, com risco gravíssimo de acidentes à população carcerária e aos profissionais da segurança pública responsáveis pelo local, proporcionando alto grau de risco de incêndio a qualquer momento”.

Segundo o promotor de Justiça Marcelo Linhares Ferreira, o Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça do MPMT também realizou inspeção técnica na unidade prisional, constatando inconformidades em toda a edificação que interferem diretamente na segurança dos usuários.

“O quadro existente no estabelecimento prisional fere os mais básicos direitos fundamentais do homem, sendo que a medida de interdição visa a resguardar a dignidade da pessoa humana e a proteção de risco à vida e à integridade física das presas”, destacou o promotor de Justiça.

por CLÊNIA GORETH

 

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