Primavera do Leste / MT - Sábado, 21 de Fevereiro de 2026

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PF desarticula associação criminosa voltada para o tráfico em MT e PI



A Polícia Federal deflagrou, nesta segunda-feira (24), a Operação Aereus, com o objetivo de combater o tráfico de drogas interestadual praticado por um grupo criminoso com atuação nos estados de Mato Grosso e Piauí.

Policiais federais cumprem 5 mandados judiciais nos municípios de Teresina/PI e Cáceres/MT, sendo 3 de prisão preventiva (dois em Cáceres e um em Teresina) e dois de busca e apreensão (Cáceres). Todos os mandados foram expedidos pela Central de Inquéritos de Teresina.

A investigação teve início após a prisão de um homem que desembarcou em voo comercial no aeroporto da capital piauiense portando mais de 3 kg de cocaína na bagagem.

Com o avanço do trabalho investigativo, foi identificada uma associação criminosa que atuava no tráfico de drogas pelo modal aéreo entre diversos estados, dentre eles, o itinerário Mato Grosso e Piauí.

Os suspeitos poderão responder pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico de drogas e outros que venham a ser identificados no decorrer da investigação.



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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