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Prefeitos apoiam reforma da Previdência, mas sem mudança no BPC e na aposentadoria rural



BRASILIA, DF, BRASIL, 07-01-2019, 12h00: O presidente Jair Bolsonaro, ao lado dos ministros Onyx Lorenzoni (Casa Civil) e Paulo Guedes (Economia) e do vice presidente General Hamilton Mourão, durante solenidade de posse dos novos presidentes do Banco do Brasil, Rubens Novaes, da Caixa, Pedro Guimarães e do BNDES, Joaquim Levy, no Palácio do Planalto. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress, PODER)

Uma das principais proposições da agenda de governo de Jair Bolsonaro, a reforma da Previdência deve ganhar apoio de diversos prefeitos que estão na capital federal para a Marcha a Brasília em defesa dos Municípios. Nesta terça-feira, às 14h, o painel “Compromissos + Brasil” terá a presença do Ministro Paulo Guedes e debaterá temáticas econômicas, incluindo as novas regras de aposentadorias, consideradas fundamentais “para que o país possa voltar a crescer economicamente e socialmente”, conforme o presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Glademir Aroldi. Contudo, ele destaque que são necessárias mudanças no texto.

Conforme o ex-prefeito de Saldanha Marinho, no ano passado, a instituição apoiou em ofício a proposta do então presidente Michel Temer, porque entendia sua importância para os Entes federativos e o ajuste das contas públicas. Hoje, também há expectativa da leitura do parecer do relator da reforma da Previdência na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), deputado Marcelo Freitas (PSL-MG). Ele vai apresentar seu relatório sobre a constitucionalidade da proposta de emenda à Constituição. Ele já afirmou ainda que manterá na íntegra o texto enviado pelo governo federal, sem as prováveis alterações nas regras propostas para o pagamento do Benefício de Prestação Continuada (BPC) e na aposentadoria rural.

Os dois itens, segundo o próprio presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), deverão ser excluídos pelos deputados ao longo da tramitação, pois não há consenso. São também pontos a serem ajustados para o apoio de grande parte dos prefeitos, garante Aroldi. “Evidentemente, precisamos tratar de um ou outro ponto, principalmente no que diz respeito ao trabalhador rural e à agricultura familiar, que impacta o BPC. No final de semana, eu vi uma proposta do ministro Paulo Guedes que eu achei interessante, deixar para o cidadão optar se ele vai querer participar pelas regras atuais ou futuras”, afirmou.

Guedes pode tornar públicas essas alternativas durante sua fala na Marcha, mas, até o momento, o que se sabe é que as mudanças apresentadas no texto da PEC incidem sobre dois aspectos. Primeiro, o aumento para a idade mínima de garantia integral do benefício de 65 anos para 70 anos, e desvinculação do valor do o salário mínimo. Atualmente, o benefício, no valor de um piso nacional, é pago mensalmente à pessoa com deficiência e ao idoso com 65 anos ou mais que comprove não possuir meios de se sustentar nem de ter auxílio da família.

O presidente da CNM também tem expectativas no avanço do Comitê de Revisão da Dívida Previdenciária Municipal (CRDPM). Ele foi criado por decreto assinado em novembro do ano passado por Temer, mas não saiu do papel. Os municípios reconhecem que têm dívida de R$ 50 bilhões com o Regime Geral de Previdência Social (RGPS), valor que abate os descontos em juros e multas dados pela última renegociação aprovada pelo Congresso. Os prefeitos, no entanto, alegam que têm créditos a receber da União.

“Precisamos instalar de uma vez por todas o Comitê que vai tratar do encontro de contas. Nós temos uma dívida e queremos pagar, mas também precisamos buscar o nosso crédito”, frisa Aroldi. O trabalho poderia render um abatimento adicional de 35% a 40% da dívida atual (R$ 16,8 bilhões a R$ 19,2 bilhões). A CNM já tem os nomes dos representantes dos municípios para compor o grupo, faltam os indicados do governo federal. “Temos a esperança de que o presidente Bolsonaro faça essa nomeação durante a Marcha”, finaliza.

 



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Defesa Civil Municipal intensifica monitoramento e orienta população diante da previsão de chuvas intensas


Município reforça ações preventivas e emite orientações de segurança à população diante do risco de alagamentos, ventos fortes e descargas elétricas

Defesa civil

A Defesa Civil Municipal de Primavera do Leste está em alerta e intensificou o monitoramento das áreas de risco do município diante da previsão de chuvas significativas para os próximos dias. As ações incluem medidas preventivas, acionamento de autoridades e secretarias, além da comunicação direta com o prefeito e os meios de comunicação, com o objetivo de evitar transtornos e garantir a segurança da população.

 

De acordo com informações dos órgãos de monitoramento meteorológico INMET e CEMADEN, o cenário exige atenção redobrada, principalmente devido ao risco de alagamentos, ventos fortes e descargas elétricas.

 

Orientações de segurança à população.

Para reduzir riscos e evitar acidentes, a Defesa Civil orienta que a população adote algumas medidas preventivas:

• Mantenha as calhas limpas, verificando se não há folhas ou lixo que possam obstruir a passagem da água;

• Não suba em telhados sem o uso de EPIs. Caso necessário, chame um profissional qualificado;

• Durante tempestades com raios, retire aparelhos eletrônicos das tomadas;

• Moradores de áreas próximas a morros ou encostas devem ficar atentos a rachaduras em paredes ou movimentação de terra e sair do local imediatamente ao identificar qualquer sinal de risco;

 

• Evite áreas alagadas e nunca tente atravessar ruas inundadas a pé ou com veículos;

 

• No trânsito sob chuva intensa, reduza a velocidade, mantenha distância do veículo à frente e, se a visibilidade estiver comprometida, estacione em local seguro;

 

• Evite estacionar sob árvores, torres de transmissão ou placas de propaganda, devido ao risco de queda e descargas elétricas;

 

• Em áreas abertas, procure abrigo e não permaneça em campos, piscinas, lagos ou durante atividades ao ar livre;

 

• Ao identificar fios elétricos caídos, não se aproxime e isole a área.

 

A coordenadora municipal de Proteção e Defesa Civil (COMPDEC), Cris Correia, destaca que o município já está atuando de forma preventiva.

 

“Já tomei medidas preventivas, acionando todas as autoridades de segurança pública, bem como os secretários e seus recursos, caso haja alguma intercorrência devido à chuva. Neste momento, a gente faz esse trabalho preventivo, em ação com todas as secretarias, informando o nosso prefeito, bem como as mídias da cidade, e seguimos monitorando e fazendo o possível para que nada aconteça”, destacou.

 

Previsão meteorológica – 21 a 23 de janeiro de 2026

Segundo dados do INPE, algumas regiões do estado podem registrar volumes de chuva variando entre 10 e 110 milímetros, com núcleos de maior intensidade concentrados nas regiões Sudeste, Norte e Noroeste, além da possibilidade de eventos localizados de forte precipitação.

A Defesa Civil reforça que segue em monitoramento contínuo e orienta a população a manter atenção às atualizações e aos comunicados oficiais.


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