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Prefeitura de Primavera do Leste quer incluir cavalgada no calendário oficial do município



Prefeitura de Primavera do Leste quer incluir cavalgada no calendário oficial do município

Coordenadoria de Comunicação – 01/05/2025

 

 

Com o objetivo de valorizar e prestigiar as cavalgadas realizadas todos os anos na cidade, a Prefeitura Municipal de Primavera do Leste pretende incluir os eventos no seu Calendário Oficial. A proposta deve ser encaminhada para o Legislativo na forma de projeto de lei e a ideia é que além de apoiar a realização dos eventos, o Executivo municipal também possa ajudar com recursos financeiros, humanos e logísticos, engrandecendo ainda mais a tradição das cavalgadas.

 

A ideia partiu do prefeito Sérgio Machnic, que fez o anúncio durante a Cavalgada do Trabalhador, realizada nesse 1º de maio pela Comitiva Amigos da Lua Cheia com apoio da Prefeitura. “Nós precisamos transformar em lei e já começamos a conversar com as associações que organizam as cavalgadas. Nós vemos muitas crianças participando, é uma festa da família tradicional de Primavera do Leste e a tendência dela é que cresça ainda mais a cada ano”, declarou.

 

O gestor municipal contou que já há conversas nesse sentido e que pretende enviar um projeto de lei para a Câmara de vereadores nos próximos dias já prevendo a inclusão das quatro cavalgadas realizadas todos os anos na cidade no Calendário Oficial do município. “Já existe uma iniciativa nesse sentido, mas nós queremos um projeto mais aprimorado e vamos mandar o projeto para os vereadores apreciarem nos próximos dias. Eu pessoalmente gosto muito das cavalgadas e quero apoiar sempre para que se tornem cada vez melhores”, completou Machnic.

 

A ideia foi bem recebida pelo presidente da Comitiva Amigos da Lua Cheia, Carlos Debastiani, que esteve à frente da organização da Cavalgada do Trabalhador deste ano. “Essa cavalgada é muito importante pra nós, as pessoas que gostam, que tem essa cultura, que trazem seus filhos para participarem. É muito importante esse apoio da prefeitura e da Câmara também, que vai nos ajudar com esse apoio. Esse incentivo do Município é muito importante, pois se não tivermos esse apoio e ajuda do Município é difícil acontecer as cavalgadas”, externou.

 

A Cavalgada do Trabalhador é um evento tradicional realizado anualmente como forma de homenagear os trabalhadores e trabalhadoras que construíram a cidade no seu início. Essa é a 19ª edição do evento, que a cada ano se consolida e atrai mais pessoas.

 

Além da Cavalgada do Trabalhador, também devem fazer parte do Calendário Oficial da cidade a cavalgada realizada durante a Expoprima, a realizada no dia de Nossa Senhora Aparecida e a de São Cristóvão.



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política

TSE estuda desativar canais políticos no WhatsApp 48h antes da eleição


Proposta foi escrita pelo vice-presidente da Corte, André Mendonça

TSE faz últimos preparativos para o primeiro turno nas Eleições 2018

Uma minuta de resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) prevê que canais de WhatsApp com teor político e mais de 200 mil seguidores sejam desativados nas 48 horas anteriores e 24 horas posteriores ao segundo turno da eleição, marcado para o próximo domingo (25). 

Caso aprovada pelo plenário do TSE, a medida entraria em vigor de imediato, conforme o texto da minuta obtida pela Agência Brasil.

A minuta com a proposta passou a circular entre os ministros do TSE após o tema ser debatido em reuniões informais realizadas na sexta-feira (16) e na terça-feira (20). O texto foi redigido pelo ministro André Mendonça, vice-presidente da Corte Eleitoral.

Em nota à imprensa, o gabinete de Mendonça informou não se tratar de uma iniciativa pessoal do ministro, mas que coube a ele a autoria da minuta por ser tradição que as normas eleitorais sejam redigidas pelo vice-presidente do TSE.

“O objetivo discutido é proteger a integridade do pleito nas horas que antecedem e sucedem a votação, quando não há tempo hábil para resposta ou correção de conteúdos ilícitos”, diz a nota do gabinete de Mendonça.

A nota acrescenta ainda que o texto foi redigido a partir de um consenso interno, e que “os critérios em análise são objetivos e impessoais e valem igualmente para todos os canais de natureza político-eleitoral de grande alcance, qualquer que seja o candidato, o partido ou a orientação política”.

Caso seja aprovada, a iniciativa deve atingir o canal “Exército do Lula”, que atingiu nesta quarta (21) a marca de 7 milhões de inscritos no aplicativo de mensagens WhatsApp. Também seria desativado o canal “Tropa do Flávio”, que possui 2 milhões de inscritos.

Proposta

O texto da minuta aplica aos canais de transmissão de natureza político-eleitoral com mais de 200 mil seguidores as mesmas restrições que já vigoram sobre o conteúdo impulsionado de campanha, aquele cujo alcance é potencializado mediante pagamento às plataformas.

O texto também considera haver “alcance desproporcional de canais com grande audiência na difusão de conteúdos ilícitos”.

Em outro trecho, a proposta diz ainda que “o período compreendido entre as 48 (quarenta e oito) horas antes e as 24 (vinte e quatro) horas depois da eleição concentra o maior risco de dano irreversível à formação livre da vontade do eleitorado, por não haver tempo hábil para resposta, esclarecimento ou tutela jurisdicional efetiva”.

Controvérsia

A proposta surge após uma disputa de liminares em torno do canal “Exército do Lula”. Na semana passada, o canal foi retirado do ar pelo ministro Kássio Nunes Marques, presidente do TSE, após pedido da campanha do presidenciável Flávio Bolsonaro, que alegou disseminação de desinformação.

Logo em seguida, porém, o corregedor-nacional da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, restabeleceu o canal. Ele afirmou não haver elementos que justificassem a medida e que Nunes Marques não poderia ter suspendido o canal por via administrativa, como fez, uma vez que o caso já tramitava pela via judicial em processo relatado pelo próprio corregedor.

Pouco depois, porém, Nunes Marques voltou a suspender o canal, alegando que mesmo sendo administrado por um apoiador, o deputado André Janones (Rede-MG), a ferramenta teria vínculo com a campanha oficial, e portanto deveria estar registrado no TSE como tal.

Por fim, o Exército do Lula acabou sendo liberado pelo presidente do TSE, após o registro ter sido feito pela campanha oficial.

Felipe Pontes – repórter da Agência Brasil


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