Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 22 de Outubro de 2026

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Primavera do Leste irá ampliar o projeto de Equoterapia



Da Redação

Vereador Luis Costa e secretário de educação com pais e professora equoterapia

Desde 2013 o projeto “Sela do Saber” que desenvolve a equoterapia, tem atendido 15 crianças com necessidades especiais, por meio de uma parceria entre Sindicato Rural e Secretaria de Educação que a frente do projeto está à professora Ana Barbara. A equoterapia é um método terapêutico e educacional, que utiliza o cavalo dentro de uma abordagem multidisciplinar e interdisciplinar, nas áreas de saúde, educação e equitação, buscando o desenvolvimento biopsicossocial de pessoas com deficiências ou necessidades especiais.

Recentemente o projeto deu uma pausa nas suas atividades, e agora irá voltar a atender as crianças em um novo endereço, já nos próximos dias.  A professora Ana Barbara, que tem se dedicado ao longo desses anos, irá continuar o seu trabalho que é sinônimo de amor e carinho, em um espaço cedido por um empresário da cidade. Todos os alunos que estavam no projeto, continuarão nos próximos dias, as atividades, mas agora em um novo espaço.

Também como forma de atender mais crianças que precisam de um acompanhamento profissional, em que estimule o desenvolvimento seja educacional ou terapêutico, o Sindicato Rural irá por meio de uma comissão, que faz parte da diretoria, junto com a secretaria de saúde, dispor de mais 15 vagas para atender crianças por meio da equoterapia. O Sindicato Rural irá recomeçar nesta segunda, 13, a equoterapia com novos profissionais, em parceria das secretarias de saúde, educação e CTG Querência Distante que cedeu o local, o projeto será ampliado atendendo em dois lugares.

Sendo assim, teremos mais vagas para que as nossas crianças sejam beneficiadas. É importante ressaltar que o projeto que beneficia nossa comunidade, foi uma iniciativa da professora Ana Barbara, com o apoio da secretaria de educação e Sindicato Rural, e hoje com o resultado que a equoterapia tem proporcionado a nossas crianças, o projeto será ampliado, possibilitando mais vagas para o atendimento

 



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política

TSE estuda desativar canais políticos no WhatsApp 48h antes da eleição


Proposta foi escrita pelo vice-presidente da Corte, André Mendonça

TSE faz últimos preparativos para o primeiro turno nas Eleições 2018

Uma minuta de resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) prevê que canais de WhatsApp com teor político e mais de 200 mil seguidores sejam desativados nas 48 horas anteriores e 24 horas posteriores ao segundo turno da eleição, marcado para o próximo domingo (25). 

Caso aprovada pelo plenário do TSE, a medida entraria em vigor de imediato, conforme o texto da minuta obtida pela Agência Brasil.

A minuta com a proposta passou a circular entre os ministros do TSE após o tema ser debatido em reuniões informais realizadas na sexta-feira (16) e na terça-feira (20). O texto foi redigido pelo ministro André Mendonça, vice-presidente da Corte Eleitoral.

Em nota à imprensa, o gabinete de Mendonça informou não se tratar de uma iniciativa pessoal do ministro, mas que coube a ele a autoria da minuta por ser tradição que as normas eleitorais sejam redigidas pelo vice-presidente do TSE.

“O objetivo discutido é proteger a integridade do pleito nas horas que antecedem e sucedem a votação, quando não há tempo hábil para resposta ou correção de conteúdos ilícitos”, diz a nota do gabinete de Mendonça.

A nota acrescenta ainda que o texto foi redigido a partir de um consenso interno, e que “os critérios em análise são objetivos e impessoais e valem igualmente para todos os canais de natureza político-eleitoral de grande alcance, qualquer que seja o candidato, o partido ou a orientação política”.

Caso seja aprovada, a iniciativa deve atingir o canal “Exército do Lula”, que atingiu nesta quarta (21) a marca de 7 milhões de inscritos no aplicativo de mensagens WhatsApp. Também seria desativado o canal “Tropa do Flávio”, que possui 2 milhões de inscritos.

Proposta

O texto da minuta aplica aos canais de transmissão de natureza político-eleitoral com mais de 200 mil seguidores as mesmas restrições que já vigoram sobre o conteúdo impulsionado de campanha, aquele cujo alcance é potencializado mediante pagamento às plataformas.

O texto também considera haver “alcance desproporcional de canais com grande audiência na difusão de conteúdos ilícitos”.

Em outro trecho, a proposta diz ainda que “o período compreendido entre as 48 (quarenta e oito) horas antes e as 24 (vinte e quatro) horas depois da eleição concentra o maior risco de dano irreversível à formação livre da vontade do eleitorado, por não haver tempo hábil para resposta, esclarecimento ou tutela jurisdicional efetiva”.

Controvérsia

A proposta surge após uma disputa de liminares em torno do canal “Exército do Lula”. Na semana passada, o canal foi retirado do ar pelo ministro Kássio Nunes Marques, presidente do TSE, após pedido da campanha do presidenciável Flávio Bolsonaro, que alegou disseminação de desinformação.

Logo em seguida, porém, o corregedor-nacional da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, restabeleceu o canal. Ele afirmou não haver elementos que justificassem a medida e que Nunes Marques não poderia ter suspendido o canal por via administrativa, como fez, uma vez que o caso já tramitava pela via judicial em processo relatado pelo próprio corregedor.

Pouco depois, porém, Nunes Marques voltou a suspender o canal, alegando que mesmo sendo administrado por um apoiador, o deputado André Janones (Rede-MG), a ferramenta teria vínculo com a campanha oficial, e portanto deveria estar registrado no TSE como tal.

Por fim, o Exército do Lula acabou sendo liberado pelo presidente do TSE, após o registro ter sido feito pela campanha oficial.

Felipe Pontes – repórter da Agência Brasil


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