Primavera do Leste / MT - Domingo, 18 de Janeiro de 2026

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Primavera III terá eventos culturais todo mês, garante prefeito durante o Quero Mais Cultura



Cultura pva 3

“Cultura, segurança e inclusão para todos” – foi com essa proposta que o 7º Quero Mais Cultura tomou conta da Praça Dito Eletricista, no bairro Primavera III, no último sábado (17). E não foi apenas um evento festivo: o encontro marcou o início de um novo capítulo para a comunidade, que recebeu das mãos do prefeito Sérgio Machnic um compromisso que promete transformar a rotina dos moradores.

Diante de uma multidão animada, com famílias reunidas, crianças brincando e artistas levando alegria ao palco, o prefeito anunciou que ações culturais diversas serão levadas ao bairro pelo menos uma vez por mês. A decisão é fruto de um olhar atento à população que, por muito tempo, esteve à margem das grandes ações públicas.

Segundo o prefeito Sérgio Machnic, “nosso objetivo é descentralizar as ações e fazer parcerias para que toda a população possa ganhar com conhecimento, lazer, cultura e esporte. Estamos preparados para deixar nossa cidade cada dia melhor, mais inclusiva e para todos”, destacou.

Durante o evento, o vereador Rafael Abreu também ressaltou a importância de ações que cheguem a todos os bairros. “Estou feliz em poder viver isso ao lado dos moradores do meu bairro. Quero agradecer ao senhor, prefeito, e reafirmar, diante da população: confiamos na gestão. Um evento por mês é o que precisamos, e esse compromisso foi assumido aqui hoje”, comentou.

Cultura que acolhe e transforma

O evento, realizado em parceria com o Instituto Leverger e a Federação dos Conselhos Municipais de Segurança Pública (Feconseg), uniu cultura e segurança pública de forma inovadora. O público pôde conhecer de perto o trabalho da Polícia Ambiental, o armamento da Força Tática e as ações educativas do Programa Proerd, voltado para a prevenção ao uso de drogas entre crianças e adolescentes.

A dupla Nico e Lau levou ao palco o humor e as tradições mato-grossenses, arrancando risos e aplausos com uma apresentação que reafirma o valor da cultura regional. Além do show principal, o público desfrutou de apresentações culturais locais, comidas típicas, barracas educativas e atrações gratuitas para as crianças, como pipoca e algodão-doce.

Para o secretário municipal de Cultura, Leopoldino André, o sucesso do evento é reflexo de uma gestão que acredita no poder da cultura como instrumento de transformação social.“Essa foi uma ação pensada para as famílias, com atrações para todas as idades. Seguimos as diretrizes de uma gestão humanizada, como propõem o prefeito Sérgio e a vice-prefeita Iva. Já estamos planejando outros projetos para a região, como o Acorde PVA, o bailinho, com muito forró, entre outros”, afirmou.

Segurança pública de mãos dadas com a comunidade

Representando o Conselho de Segurança Pública, Thiago Didomenico reforçou que eventos como este fortalecem a prevenção e o vínculo entre comunidade e instituições. “O Conseg é parceiro em todas as ações que trabalham a prevenção, antes mesmo que o crime aconteça”, pontuou.

Danilo Moraes, presidente da Feconseg, agradeceu à gestão municipal pela abertura e apoio: “Sem o envolvimento da prefeitura, nada disso seria possível. Esse acolhimento nos mostra o quanto é possível fazer mais pelas pessoas, principalmente com ações preventivas e educativas”. Ele ainda parabenizou a gestão por ter esse entendimento.

O tenente Luiz, do 11º Comando Regional da Polícia Militar, reforçou a importância de integrar as crianças e famílias em ações comunitárias: “Estamos aqui para mostrar que segurança pública também se faz com informação e presença. Preparar nossas crianças para dizer não às drogas e ao crime é o caminho para um futuro melhor”.

Compromisso com o presente e o futuro

Para o secretário de cultura, Leopoldino André, o foco é plantar cultura, lazer e cidadania em todos os cantos da cidade. “Esse é mais do que um objetivo: é um compromisso de gestão. E, no bairro Primavera III, reafirmamos o nosso papel como agente de transformação, ouvindo, acolhendo e levando oportunidades para todos. Porque cultura é direito. E ela agora tem endereço certo: o coração da comunidade”, comentou.



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Punição da Sefaz: Secretário multa servidora em 50% da remuneração por não cumprir lei


O secretário de Fazenda (Sefaz-MT) Rogério Gallo multou em 50% da remuneração a servidora pública Gisele Barco de Matos, que respondia a um Processo Administrativo Disciplinar (PAD), desde de 2024.

A punição foi aplicada como medida alternativa da suspensão por 90 dias da servidora, como estabelece o Estatuto dos Servidores Públicos do Estado de Mato Grosso. A servidora está afastada da sua função há dois anos para tratar de interesse pessoa

A pena de suspensão não faria sentido de forma correta.

A punição foi aplicada como medida alternativa da suspensão por 90 dias da servidora, como estabelece o Estatuto dos Servidores Públicos do Estado de Mato Grosso. A servidora está afastada da sua função há dois anos para tratar de interesse pessoal A pena de suspensão não faria sentido de forma

 

A penalidade à servidora foi aplicada porque ela violou a dever do funcionário público, de ler conduta de moralidade administrativa, e pela proibição de realizar atividade incompatível com a função e horário de trabalho que exerce na secretaria

 

A Sefaz MT informou que o caso está em sigilo e não pode comentar mais detalhes sobre o processo disciplinar da servidora

 

Explique melhor “A penalidade à servidora foi aplicada porque ela violou o dever do funcionário público, de ter conduta de moralidade administrativa, e pela proibição de realizar atividade incompatível com a função e horário de trabalho que exerce na secretaria.”

 

Essa frase resume os fundamentos jurídicos e éticos que levaram à punição da servidora. No Direito Administrativo brasileiro, o servidor público não responde apenas pelo que faz “no papel”, mas também por como se comporta e como gere seu tempo.

Aqui está o desdobramento desses três pontos principais:

 

1. Violação do Dever de Moralidade Administrativa A moralidade administrativa vai além da legalidade (seguir a lei). Ela exige que o servidor atue com honestidade, decoro e boa-fé. O que significa na prática: Não basta que o ato seja legal; ele precisa ser ético. Se a conduta da servidora foi considerada “imoral” para a administração, entende-se que ela feriu a imagem da instituição ou agiu de forma a privilegiar interesses que não são os públicos.

 

2. Realização de Atividade Incompatível com a Função

Todo cargo público possui restrições para evitar conflitos de interesse. O conflito: Um servidor da Secretaria de Fazenda (Sefaz), que lida com impostos, fiscalização e dinheiro público, geralmente é proibido de exercer atividades privadas que possam gerar influência indevida ou onde ele possa usar informações privilegiadas.

 

Exemplo: Um fiscal de tributos não pode ser consultor de empresas que ele mesmo deveria fiscalizar.

3. Incompatibilidade com o Horário de Trabalho

 

Este é um ponto objetivo sobre a jornada de trabalho. Dedicação: O Estado paga pelo tempo do servidor. Se ficou comprovado que ela exercia outra atividade (seja comercial, advocatícia, etc.) durante o período em que deveria estar cumprindo sua carga horária na Sefaz, isso configura abandono de função ou má prestação de serviço.

 

Por que isso é grave?

Para a administração pública, quando um servidor une esses três fatores, ele quebra a relação de confiança com o Estado. A punição (que pode variar de advertência e suspensão até demissão) serve para reafirmar que o interesse público deve prevalecer sobre o interesse privado do funcionário.

 

No caso citado, a decisão do secretário Rogério Gallo sinaliza que a conduta de Gisele Barco de Matos ultrapassou os limites aceitáveis para alguém que ocupa um cargo na estrutura fazendária.

Fonte: Mídia News

 


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