Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 19 de Marco de 2026

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Relator entrega à CCJ voto favorável à liberação do porte de armas



O senador Sergio Petecão (PSD-AC) entregou à Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) seu relatório com voto pela aprovação na íntegra do projeto (PLS 378/2017) que libera o porte de armas no país. O projeto, de autoria do senador Wilder Morais (PP-GO), entre outras medidas, revoga o atual Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826).

Porte liberado para maiores

O projeto libera o porte de armas para qualquer pessoa a partir dos 18 anos de idade, desde que o adquirente seja considerado apto psicologicamente, tenha bons antecedentes e demonstre capacidade técnica.

A aptidão psicológica fica condicionada à apresentação de um laudo emitido por um psicólogo credenciado; os bons antecedentes são atestados pela apresentação da certidão negativa criminal; e a capacidade técnica é aferida sob a apresentação de certificado de curso de tiro emitido por um instrutor.

Pela legislação em vigor, a população civil é proibida de andar armada, exceto alguns funcionários públicos e seguranças privados em serviço. O porte também é permitido para quem comprove a necessidade de possuir uma arma, como moradores de áreas rurais que precisam caçar para sobreviver. Mas é preciso ter mais de 25 anos e cumprir os requisitos psicológicos, técnicos e ter a certidão negativa criminal.

Outra mudança no Estatuto do Armamento em relação à lei em vigor é o prazo de validade do porte de arma, que aumenta de três para dez anos.

Justificativas

Para Petecão, o Estatuto do Desarmamento, em vigor desde 2003, revelou-se na prática “uma política pública fracassada”.

“Alguém acredita de fato que o desarmamento adiantou pra alguma coisa, se tivemos mais de 61 mil mortes violentas intencionais em 2016? O que os defensores do desarmamento tem a dizer pras famílias de 2.703 pessoas assassinadas somente em assaltos, muitas sem ter reagido? E para as 50 mil mulheres que foram estupradas?”, indaga o senador em seu relatório, argumentando que estas pessoas poderiam ter tido um destino diferente “se tivessem alguma chance de defesa”.

Petecão afirma que “proibir as armas porque podem matar é tão irracional quanto proibir as pessoas de dirigirem porque o trânsito também mata 50 mil por ano no país”.

O senador argumenta ainda que a proposta não significa uma “liberação indiscriminada das armas”, pois no seu entender as condicionantes tornam possível que “somente pessoas de bem, com treinamento e equilíbrio emocional” tenham o porte. Para ele, o efetivo combate à violência passa pelo robustecimento do controle às armas que entram ilegalmente no país, além de repressão a desvios e ao mercado negro, e não na diminuição do número das armas que são legalmente adquiridas.

Agência Senado 



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Região

Vice-prefeita e lideranças de Primavera participam de encontro nacional em Brasília voltado à defesa das mulheres


Evento fortalece a construção de políticas públicas, a troca de experiências e a busca por recursos para ações no município

A vice-prefeita de Primavera do Leste, Iva Viana, participou nesta quarta-feira (18), em Brasília-DF, do VI Encontro Nacional das Procuradoras da Mulher. A comitiva do município contou ainda com a secretária municipal de Assistência Social, Alexssandra Ziliotto, a secretária de Saúde, Laura Leandra, e representantes do Legislativo, como as vereadoras Karla da Saúde e Professora Rúbia.

 

Realizado no mês dedicado às mulheres, o encontro tem como principal objetivo fortalecer o diálogo entre lideranças femininas de todo o país, promovendo a troca de experiências e a construção de políticas públicas voltadas à proteção, valorização e garantia de direitos das mulheres.

A participação de Primavera do Leste no evento também busca ampliar o acesso a recursos e iniciativas que possam ser implementadas no município, reforçando o compromisso da gestão com ações concretas voltadas ao público feminino.

 

A presença das representantes do Executivo e do Legislativo evidencia a importância da atuação conjunta entre os poderes na promoção de políticas públicas mais eficazes, que atendam às necessidades das mulheres e contribuam para uma sociedade mais justa e igualitária.

 


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