Primavera do Leste / MT - Segunda-Feira, 08 de Junho de 2026

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TSE recebe em média uma denúncia de propaganda irregular por minuto



Quem flagrar irregularidades pode denunciá-las à Justiça Eleitoral

Nos últimos dez dias, o aplicativo Pardal, disponibilizado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), recebeu mais de 14 mil denúncias de irregularidades na propaganda eleitoral, o que dá, em média, uma denúncia por minuto. 

A propaganda eleitoral começou oficialmente no dia 16 de agosto e deve seguir uma série de regras estabelecidas em resolução pelo TSE, seja nas ruas ou na internet, em especial no que diz respeito às redes sociais e utilização de ferramentas de Inteligência Artificial, por exemplo.

A maior parte das denúncias, até o momento, cerca da metade, diz respeito a campanhas para o cargo de vereador. A maioria foi no estado de São Paulo (2.891), seguido por Minas Gerais (1.605), Pernambuco (1.603) e Rio Grande do Sul (1.271).

O aplicativo Pardal – disponível para celulares com sistemas operacionais Android ou iOS (Apple) – existe desde 2012, sendo aprimorado desde então. “A principal novidade para este ano é o uso da ferramenta para denunciar desvios nas campanhas eleitorais na internet”, informou o TSE.

Poder de polícia

A ideia do aplicativo é contribuir com o poder de polícia da Justiça Eleitoral, que pode determinar a retirada de circulação de qualquer propaganda irregular. Segundo o TSE, todas as denúncias são encaminhadas a um juiz eleitoral responsável para que tome providências.

Após fazer a denúncia, o eleitor recebe um número de protocolo e pode acompanhar o andamento por meio do Pardal Web. Qualquer pessoa que flagrar alguma irregularidade pode denunciá-la à Justiça Eleitoral por meio do aplicativo.

Agência Brasil destacou as principais irregularidades relativas à propaganda eleitoral. O eleitor deve ficar atento.

Além do Pardal, o TSE disponibiliza também o Sistema de Alertas de Desinformação Eleitoral (Siade), que pode ser acionado para denúncias não relacionadas necessariamente à propaganda, como casos de desinformação, ameaças e incitação à violência, perturbação ou ameaça ao Estado Democrático de Direito, irregularidades no uso de Inteligência Artificial (IA), comportamentos ou discursos de ódio e recebimento de mensagens irregulares.

Edição: Kleber Sampaio / EBC



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Polícia

Suspeito morre após confronto com a Polícia Militar durante operação em Primavera do Leste


Um homem monitorado por tornozeleira eletrônica morreu na manhã desta segunda-feira (08) durante uma ocorrência policial registrada no bairro Primavera III, em Primavera do Leste. A ação resultou ainda na apreensão de arma de fogo e entorpecentes.

De acordo com informações repassadas pela Polícia Militar, equipes realizavam patrulhamento na região quando identificaram um veículo em atitude considerada suspeita. Durante a abordagem, os policiais encontraram porções de substância semelhante à maconha em posse do condutor.

Após consulta aos sistemas de segurança, foi constatado que o suspeito possuía diversas passagens criminais e cumpria medidas judiciais com monitoramento eletrônico. Durante os procedimentos, ele teria informado aos policiais que havia mais drogas armazenadas em sua residência.

Os militares seguiram até o imóvel acompanhado do suspeito. Conforme o relato oficial, ao entrar em um dos cômodos da casa, o homem teria se dirigido rapidamente a uma espingarda calibre 36 escondida sob um cobertor, apontando a arma em direção a um policial.

Diante da situação, um dos militares efetuou um disparo para neutralizar a ameaça. O suspeito foi socorrido imediatamente e encaminhado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município, mas não resistiu aos ferimentos.
Durante as buscas, a equipe apreendeu uma espingarda calibre 36, além de porções de substância análoga à maconha que estavam no imóvel.

Segundo a Polícia Militar, o homem possuía um histórico criminal extenso, com registros por tráfico de drogas, associação criminosa ligada ao tráfico, roubo, receptação, extorsão, posse irregular de arma de fogo, corrupção de menores, uso de entorpecentes, crimes ambientais e cumprimento de mandados judiciais.
A área foi isolada para os trabalhos da Polícia Civil e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), responsáveis pela investigação das circunstâncias da ocorrência.

O caso foi registrado como morte decorrente de intervenção policial, tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo. As investigações seguem em andamento.
Fonte: Redação, com informações da Polícia Militar.


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