Primavera do Leste / MT - Segunda-Feira, 19 de Outubro de 2026

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TSE recebe em média uma denúncia de propaganda irregular por minuto



Quem flagrar irregularidades pode denunciá-las à Justiça Eleitoral

Nos últimos dez dias, o aplicativo Pardal, disponibilizado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), recebeu mais de 14 mil denúncias de irregularidades na propaganda eleitoral, o que dá, em média, uma denúncia por minuto. 

A propaganda eleitoral começou oficialmente no dia 16 de agosto e deve seguir uma série de regras estabelecidas em resolução pelo TSE, seja nas ruas ou na internet, em especial no que diz respeito às redes sociais e utilização de ferramentas de Inteligência Artificial, por exemplo.

A maior parte das denúncias, até o momento, cerca da metade, diz respeito a campanhas para o cargo de vereador. A maioria foi no estado de São Paulo (2.891), seguido por Minas Gerais (1.605), Pernambuco (1.603) e Rio Grande do Sul (1.271).

O aplicativo Pardal – disponível para celulares com sistemas operacionais Android ou iOS (Apple) – existe desde 2012, sendo aprimorado desde então. “A principal novidade para este ano é o uso da ferramenta para denunciar desvios nas campanhas eleitorais na internet”, informou o TSE.

Poder de polícia

A ideia do aplicativo é contribuir com o poder de polícia da Justiça Eleitoral, que pode determinar a retirada de circulação de qualquer propaganda irregular. Segundo o TSE, todas as denúncias são encaminhadas a um juiz eleitoral responsável para que tome providências.

Após fazer a denúncia, o eleitor recebe um número de protocolo e pode acompanhar o andamento por meio do Pardal Web. Qualquer pessoa que flagrar alguma irregularidade pode denunciá-la à Justiça Eleitoral por meio do aplicativo.

A Agência Brasil destacou as principais irregularidades relativas à propaganda eleitoral. O eleitor deve ficar atento.

Além do Pardal, o TSE disponibiliza também o Sistema de Alertas de Desinformação Eleitoral (Siade), que pode ser acionado para denúncias não relacionadas necessariamente à propaganda, como casos de desinformação, ameaças e incitação à violência, perturbação ou ameaça ao Estado Democrático de Direito, irregularidades no uso de Inteligência Artificial (IA), comportamentos ou discursos de ódio e recebimento de mensagens irregulares.

Edição: Kleber Sampaio / EBC



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Polícia

Operação na fronteira termina com um morto e 237 kg de drogas apreendidos


Um homem morreu durante troca de tiros com policiais do Grupo Especial de Segurança de Fronteira (Gefron) na manhã desse sábado (17), na zona rural de Pontes e Lacerda (448 km a oeste de Cuiabá). Na ação, foram apreendidos cerca de 237 quilos de drogas, 3 armas de fogo e dois veículos. O prejuízo estimado ao crime é de R$ 2,9 milhões.

 

Conforme o boletim de ocorrência, por volta das 05h agentes no âmbito das operações Protetor das Fronteiras e Faro montaram um bloqueio em uma estrada vicinal, quando ocupantes de uma Fiat Strada e de um Volkswagen Gol atiraram eles.

 

Os policiais se abrigaram e revidaram a injusta agressão. Durante o confronto alguns dos criminosos foram atingidos, eles foram socorridos e encaminhados ao Hospital Santa Casa Vale do Guaporé, porém um deles não resistiu e morreu.

 

Durante as buscas nos veículos, os agentes encontraram 100 tabletes de substância análoga à cocaína, com peso aproximado de 109 quilos, e 119 tabletes de maconha, totalizando cerca de 128 quilos.

 

Também foram apreendidos uma pistola, calibre .380 e dois revólveres, de calibres.38 e .22. O material estava nos dois veículos utilizados pelos suspeitos.

 

Um dos envolvidos relatou aos policiais que o grupo receberia R$ 15 mil pelo transporte dos entorpecentes até Pontes e Lacerda. Conforme a ocorrência, os suspeitos possuem antecedentes criminais por tentativa de homicídio e roubo.

 

O valor total dos materiais apreendidos, incluindo drogas, armas e veículos, foi estimado em R$ 2.909.982. O caso foi registrado e será investigado pela Polícia Civil.

GD

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