Primavera do Leste / MT - Sábado, 21 de Fevereiro de 2026

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Vice-prefeita Iva Viana participa de evento do Programa Ser família em Primavera do Leste



O encontro teve como destaque a entrega de 100 cestas básicas, destinadas a pais de crianças que participam do Projeto Social Dom Bosco

O evento contou com a presença do secretário Klebson Gomes Haagsma, da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), que representou a primeira-dama, Virgínia Mendes 

Fonte: Coordenadoria de Comunicação Autor: Denilson Paredes

Na manhã desta sexta-feira (29) a vice-prefeita de Primavera do Leste Iva Viana participou de um evento significativo do Programa Ser Família, promovido pelo Governo do Estado. O encontro teve como destaque a entrega de 100 cestas básicas, destinadas a pais de crianças que participam do Projeto Social Dom Bosco, reconhecido por seu comprometimento com o bem-estar da comunidade.

 

Em sua fala, Iva Viana falou, emocionada, da relevância do Projeto Dom Bosco para a comunidade local. “Hoje é um dia muito importante para nós do Projeto Dom Bosco. Quero agradecer por esse presente em nome das nossas crianças à primeira-dama Virgínia Mendes, que faz um trabalho maravilhoso. Ela tem um coração muito grande, gosta de acolher as pessoas”, disse a vice-prefeita, enfatizando o impacto positivo do programa na vida das famílias assistidas.

 

O evento contou com a presença do secretário Klebson Gomes Haagsma, da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), que representou a primeira-dama, Virgínia Mendes e expressou sua gratidão a todos os presentes e lembrou da importância do apoio às famílias vulneráveis. “Estou aqui representando a primeira-dama Virgínia Mendes e, em nome dela, gostaria de agradecer a todos e todas que estão aqui. Ela não pode vir, pois está em um compromisso com o governador Mauro Mendes, mas em breve ela estará aqui pessoalmente”, declarou.

 

A vice-prefeita reforçou ainda que a entrega das cestas básicas representa não apenas um alívio imediato para as famílias, mas também uma ação concreta de apoio e incentivo à segurança alimentar e reforça o compromisso do governo estadual e local em investir em programas sociais que promovam a cidadania e o bem-estar da população, especialmente em tempos desafiadores.

 

Estavam presentes o padre Osmar Resende, pároco da Igreja Nossa Senhora da Salete, e o padre Hélio, diretor do Centro Social dom Bosco.



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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