Primavera do Leste / MT - Segunda-Feira, 23 de Fevereiro de 2026

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Vídeo – Preso por ajudar em fuga diz que apanhou de policiais



Acusado de ajudar na fuga do assassino do sargento Odenil Alves, Pedro Henrique Pereira dos Santos da Silva, 32, revelou durante sua audiência de custódia que foi agredido por policiais militares no momento de sua prisão, no dia 9 de junho, em Cuiabá. Ele foi agredido ao tentar escapar da abordagem policial.

Ele revelou que estava saindo com o carro, quando se aproximou um veículo branco, descaracterizado. O ocupante pediu para ele parar, mas o suspeito correu. “Assim que eu corri, eles atiraram em mim e eu caí la embaixo. Depois chegou outra viatura e me bateu com o carro, mas o tiro não acertou”, disse em audiência

Em depoimento, o suspeito relatou que é faccionado e um dos líderes de sua facção teria ordenado que buscasse Rafael no Centro Comunitário do bairro Nova Conquista e ajudasse na fuga. O que fez, deixando-o na região de chácaras rural denominada Monte Sinai, nas proximidades do Coxipó da Ponte.

O acusado foi autuado por organização criminosa e por tráfico de drogas, já que maconha foi achada em sua casa.

A juíza Ana Graziela Vaz de Campos Alves Corrêa converteu a prisão de flagrante para preventiva e solicitou que a Corregedoria da Polícia Militar investigue os policiais responsáveis pela condução do preso.

 

A execução

O policial militar Odenil Alves Pedroso, 47, foi atingido por disparos de arma de fogo na tarde de terça-feira (28), quando estava próximo à Unidade de Pronto Atendimento do bairro Morada do Ouro, na capital, onde prestava serviço extraordinário. Ele estava em uma lanchonete, quando um atirador desceu de uma motocicleta, fez os disparos contra o servidor público e ainda roubou a arma do militar.

 

A vítima foi socorrida em estado grave, com apoio de uma aeronave do Ciopaer, ao Hospital Municipal de Cuiabá, onde foi entubada e passou por cirurgia, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos, indo a óbito por volta das 19 horas de terça-feira.

GD



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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