Primavera do Leste / MT - Segunda-Feira, 15 de Junho de 2026

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Opinião

A volta de quem não foi



PDT nega retirada de Mateus Viana da disputa

A notícia divulgada na terça feira 17, pelo presidente do PSC (Partido Social Cristão) Oziel Oliveira e esposo da vereadora Carmen Borges PSC, foi desmentida pelo diretório municipal do PDT (Partido Democrático Trabalhista). A informação que circula pela cidade é que Mateus não quer ser o candidato a prefeito e sim uma imposição do pai e o tio, na busca de tentar manter o sobrenome Viana no poder.
É notório a vontade do presidente do PSC em ter a vereadora na cabeça da chapa e pular de vice-prefeita para prefeita, com sua forma própria de articular Oziel tenta somar forças e acomodar e convencer os Vianas para Carmen ser a protegida e candidata do grupo.
Já Mateus segundo informações de bastidores político não quer ser o candidato, porém de fato, o candidato do grupo é Mateus, porque não protocolou nem um pedido de desistência, enquanto o presidente do partido que ofereceu a vice para grupo, fala aos quatro cantos da cidade que Carmem é a candidata e estariam procurando um vice para ela, o mais provável que tudo não passa de especulações dos bastidores do poder primaverense, enquanto não define quem será o candidato dos Vianas, os fãs e fiéis eleitores brigam em redes sociais com comentários e xingamentos pedindo a volta de Mateus, a volta de quem nem se foi, o grupo ainda não colocaram a campanha na rua, enquanto outros fazem a campanha “volta Mateus”, o presidente e marido da vereadora Carmen tenta aquilo que tentou emplacar nas convecções, a Carmen ser a candidata a prefeita e com isso se torna o esposo da prefeita ou “primeiro damo” caso fosse eleita.
Torcemos para que vença o melhor para Primavera, quem quer trabalhar e lutar pelo nosso povo de fato e não apenas paixões de grupo políticos.
Foto montagem com imagens da internet



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Polícia

TJMT suspende prisão de suposta mandante do assassinato de Roberto Zampieri


O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) suspendeu, em decisão liminar proferida na manhã deste domingo (14), o mandado de prisão preventiva expedido contra Elenice Ballarotti Laurindo. Conforme noticiado durante a manhã, Elenice e seu marido, Aníbal Manoel Laurindo, foram apontados pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) como os mandantes do assassinato do advogado Roberto Zampieri, crime motivado por uma disputa de terras avaliada em R$ 100 milhões.

A ordem de prisão contra Elenice havia sido decretada na última semana pela 12ª Vara Criminal de Cuiabá, ao receber a denúncia que transformou nove pessoas em réus. No entanto, ao analisar o habeas corpus impetrado pela defesa, o desembargador plantonista Gilberto Giraldelli deferiu parcialmente a liminar para sobrestar os efeitos da prisão até o julgamento definitivo do recurso pelo colegiado.

 

Ao fundamentar a decisão de urgência, o magistrado reconheceu que a denúncia traz indícios individualizados contra a acusada, como quebras de sigilo bancário indicando saques vultosos e depósitos em contas vinculadas aos executores, o que afasta a tese defensiva de que ela estaria sendo processada “apenas por ser esposa” de Aníbal.

 

Contudo, Giraldelli ponderou que a prisão preventiva é uma medida de caráter excepcional, especialmente diante da idade da ré, que tem 69 anos. Para o desembargador, em uma análise preliminar, não ficou demonstrado o risco atual que justificasse o encarceramento imediato.

“Não se extrai com facilidade da decisão objurgada qualquer conduta recente que indique objetivamente reiteração delitiva, tentativa de interferência na persecução penal, intimidação de testemunhas ou risco concreto à efetividade da aplicação da lei penal”, anotou o magistrado, lembrando que Elenice permaneceu em liberdade por mais de dois anos e meio desde o homicídio, ocorrido em dezembro de 2023.

A defesa de Elenice, conduzida pelo advogado Huendel Rolim Wender, pleiteou prioritariamente que, caso a prisão fosse mantida, ela fosse convertida em regime domiciliar por razões humanitárias.

Segundo os autos, o genro de Elenice sofre de uma neoplasia cerebral grave e tem viagem marcada para esta segunda-feira (15) rumo aos Estados Unidos para tratamento médico especializado. Com Aníbal Laurindo preso desde maio de 2025 no âmbito da Operação Sisamnes do Supremo Tribunal Federal (STF), Elenice alegou ser a única rede de apoio de sua filha, que ficará sozinha em Cuiabá cuidando de quatro filhos pequenos, de 2, 3, 7 e 10 anos.

O desembargador, no entanto, não conheceu deste pedido específico. Ele explicou que a questão humanitária e a documentação médica não foram apresentadas previamente ao juízo de primeira instância. Decidir sobre isso diretamente no Tribunal configuraria supressão de instância. Com a suspensão do mandado de prisão principal, contudo, a ré permanece em liberdade.

Próximos passos

Com a concessão parcial da liminar, o Tribunal de Justiça expediu uma ordem urgente à 12ª Vara Criminal de Cuiabá para obstar o cumprimento do mandado de prisão. Encerrado o plantão do final de semana, o processo será distribuído formalmente a um relator originário, que colherá informações detalhadas do juiz de piso e dará o andamento final ao julgamento do mérito do habeas corpus.

Procurada, a defesa de Elenice Ballarotti Laurindo informou que não emitirá novas declarações públicas em virtude do segredo de justiça que recai sobre os desdobramentos do caso. O assassinato de Roberto Zampieri, executado com 12 tiros quando saía de seu escritório no bairro Bosque da Saúde, segue como um dos casos mais complexos do cenário policial e jurídico de Mato Grosso.


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